Fanfics - Justin Bieber

terça-feira, 2 de junho de 2015

Dangerous Life 2° - Capítulo 30 - Happy New Year

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Mellanie’s POV

Porque que as pessoas não gostam que eu durma? Por quê?

Meu celular tocava sem parar, cocei meus olhos freneticamente, bolei na cama e estiquei o braço até o criado-mudo alcançando o bendito aparelho. Espremi os olhos para visualizar o nome na tela. Emily.

- Alô! – disse após dar um longo bocejo.

- Estava dormindo? – ela perguntou.

Não, estava treinando pra quando eu morrer. Revirei os olhos.

- Estava Emily. – respondi. – O que foi?

- Liguei pra avisar que vou viajar.

- Viajar pra onde? – perguntei curiosa.

- Como já terminei meus serviços com o Renan, pensei em viajar e rever alguns familiares.

- Pensei que você fosse só, Emily. – disse.

Acho que me lembro dela dizer que não tinha ninguém quando a chamei para conversar naquele dia.

- Eu fiquei mesmo sozinha quando sai de casa, mas já se passaram tanto tempo. Acho que devo voltar e pedir desculpas aos meus pais.

- E você saiu de casa porque mesmo?

- Porque meu pai era muito chato e me prendia bastante em casa. Tudo o que eu fazia não era o bastante pra ele, sempre me cobrando e algumas amizades me influenciaram.

- Ok, não vamos aprofundar a história. Vai para onde?

- Texas. Minha família é de lá.

- Tudo bem Emily.

- Vou manter contato.

- Ótimo. Vou terminar de acordar, beijos. – disse e ela riu.

- Beijos. – Emily disse e desliguei.

Me afundei nos travesseiros e dei um grande suspiro. Mais um dia que começa, mais coisas a fazer. Me levantei e fui diretamente para o banheiro, minha boca amargava. Que porra eu andei tomando ontem? Falando nisso, o que aconteceu? Não me lembro de nada. Devo ter bebido horrores e o Justin deve estar me odiando agora.

Estou virando uma alcoólatra. E acho que a noite foi boa, nem com roupa eu estou, apenas um roupão. O tirei e entrei debaixo do chuveiro, liguei na água fria para despertar. Meu corpo todo se arrepiou, tremi os lábios e terminei meu banho rapidinho. Escovei os dentes e fui secar os cabelos. Já secos, fui me arrumar, vesti algo confortável e que me deixasse aquecida, estava fazendo um pouco de frio. Passei uma maquiagem leve, do tipo pó, bastante rímel e lápis de olho. Já pronta, peguei meu celular saindo do quarto, e fui em direção ao do Jason. Ele não estava lá. Segui o caminho e desci as escadas, ouvi um falatório da cozinha e fui para lá.

- Bom dia. – disse para todos, menos o Justin que não estava.

- Bom dia! – eles responderam animados.

- Sente-se. – Jeremy disse.

- Mamãe. – Jason me chamou estirando as mãos para mim.

- Oi bebê. – disse me sentando ao seu lado, ele saiu da sua cadeira e veio para o meu colo.

Beijei seus cabelos. Cheirinho de bebê.

- Que coisa mais cheirosa da mamãe. – beijei seu pescoço e ele deu uma risadinha.

- Não acha que ele está com swag? – Jaxon perguntou olhando para Jason.

- Sim, está. – disse reparando nas roupas do Jason e ri.

- Claro, o tio que o vestiu. – Jaxon disse se gabando.

- Primeiramente, o que é swag? – Pattie nos perguntou, confusa.

- Isso é coisa do Justin. – Jazmyn disse. – Tem alguma coisa a ver com estilo.

- Tinha que ser. – Pattie disse. – Também acho que Jason esteja com swag.

Ela disse e rimos. Olha só, parece a família do comercial de margarina. Todo mundo feliz. Tomei meu café enquanto conversávamos sobre coisas banais e Jeremy nos contava sobre as primeiras noticias do dia. Ele costuma acordar cedo para assistir as reportagens e ler jornal, então logo pela manhã ele é o encarregado de nos manter atualizados.

- E o Justin? Para onde ele foi? – perguntei limpando a boca de Jason que ainda mastigava.

Ele é lindo até mastigando, ele fica fazendo biquinho.

- Foi para o galpão com os garotos. – Jeremy respondeu.

Deixei Jason com a Jazmyn, hoje ele teria aula e eu tinha minhas coisas para fazer. Tipo ir ao galpão do Justin, depois de muito tempo. Peguei minha bolsa e fui até a garagem, escolhi meu Porsche prateado. Ele é lindo. Saí da garagem e logo estava nas ruas da Califórnia, em seguida indo para um caminho de terra. Obviamente nossos galpões não são à beira de uma estrada para a policia descobrir, tem que ser bem escondidos. Depois de alguns minutinhos avistei o enorme galpão do Justin, e depois alguns carros. Reconheci sua Ferrari e as dos garotos. Dirigi até a entrada do enorme portão e logo capangas se aproximaram para ver quem estava chegando. Desliguei o carro e desci, me deparei com cinco capangas me olhando.

- Algum problema? – perguntei os olhando.

- Você tem autorização para vir aqui? – um deles me perguntou e eu dei risada.

- Isso não é obvio? – perguntei o olhando.

- Desculpe Senhora Bieber, ele é novo aqui. – o outro capanga respondeu e o mesmo que tinha me feito a estúpida pergunta se encolheu.

- Acho melhor você manter esses capangas informados, não quero me estressar com esse tipo de coisa. – disse e segui caminho.

Eles abriram o portão para mim, entrei e tinha alguns caminhões sendo descarregados, ouvi algumas vozes e reconheci aquela rouca que eu mais amo. Eu caminhava e os capangas praticamente me comiam com os olhos, e eu nem estava com uma roupa vulgar, meu Deus, que tarados.

- Quero que ensaquem toda essa droga e levem para meus distribuidores aqui em Los Angeles. O outro caminhão vai para o Canadá, lá as drogas estão se acabando rapidamente.

Ele ordenava para muitos capangas, Ryan, Chaz e Chris estavam prestando também atenção. Ryan me viu e fez um sinal com a cabeça para Justin que parou de falar e virou me olhando. Dei um meio sorriso e ele veio até mim.

- Oi. – disse e o selei.

- Você está bem? – ele perguntou me analisando com as mãos apoiadas em minha cintura.

- Sim eu estou. Pensei que estivesse bravo comigo. – disse olhando para aqueles olhos lindos caramelados.

Oh Justin, como consegue ser tão lindo?

- Porque eu estaria? – ele perguntou confuso.

- Eu bebi muito ontem à noite? Não consigo me lembrar de nada. Devo ter aprontado muito.

Justin deu risada.

- Não, está tudo bem Mel. Por isso que veio aqui?

- Foi.

- Agora já pode ir. – ele disse e eu o olhei incrédula. – Não gosto que venha aqui, tem muitos homens.

- Acho que você esqueceu que eu também trabalho com muitos homens. – disse irônica.

- Não esqueci. – revirei os olhos. – Mas para a sorte deles eu não estou lá, mas estou aqui vendo meus capangas te comer com os olhos.

- Mas só você pode me comer com os olhos, com a boca, com os dedos... - disse provocante enquanto descia minha mão em seu peitoral.

Justin deu um sorriso safado mordendo os lábios e segurou minha mão.

- Mellanie... – ele disse me repreendendo.

Dei risada umedecendo meus lábios com a língua. Tirei minhas mãos de cima dele e me afastei.

- O que estava fazendo? – passei em sua frente caminhando em direção aos garotos.

- Para onde vai? – ele perguntou e nem precisei virar para saber que ele estava atrás de mim.

- Ver se o Bieber foda não está vendendo droga de má qualidade.

- Até parece.

- Oi Mellanie, como se sente? – Ryan me perguntou.

- Bem. – respondi com desdém.

- Tem certeza? – Chris perguntou.

- Claro que sim Chris. Ou eu não deveria estar bem? – disse olhando para eles e agora para Justin.

- Eles só perguntaram como você está Mel. – Justin disse.

- Agora sei de uma pessoa que não estava nada bem. – Chaz disse e cutucou o Chris que começaram a rir.

- Quem? – perguntei curiosa.

- A Lilly. Ontem ela pegou o Sebastian. – Chaz disse e continuou rindo.

- Deixem de ser idiotas. – Ryan alfinetou.

Justin começou a rir também. Espera aí, eu ouvi direito? A Lilly ficou com aquele nojento? Ok, ela não estava nada bem.

- Mas... Mas ela estava bêbada? – perguntei tentando assimilar as coisas.

- Ela bebeu, mais não ao ponto de ficar bêbada. – Justin disse.

- Cara eu não estou acreditando nisso. - disse.

- A ficha do Ryan também não caiu. – Chris cutucou e os garotos riram enquanto Ryan os fuzilava com os olhos.

Me lembrei das coisas que ela falava ontem a noite, mas não sabia que era pra cometer essa loucura. O que ela está pensando em fazer, ficando com aquele estúpido? É isso que eu vou descobrir agora. Peguei meu celular e mandei uma mensagem para ela ir ao galpão.

- Eu estou com a Vick, não me interessa o que a Lilly faz ou deixa de fazer. – Ryan se defendeu.

- Não foi o que pareceu ontem quando você a viu aos beijos com o italiano. – Justin disse sarcástico.

- Ah vão tomar no cú. Vamos terminar de despachar essas cargas que é melhor. – Ryan disse raivoso e se afastou de nós indo falar com os capangas.

- Vamos mesmo que eu quero folga mais cedo, tenho algumas gatinhas para pegar hoje. – Chris sorriu malicioso.

- Chris, tu não vai sossegar mesmo não? Arranja uma namorada cara. – disse.

- Namorada que nada. Eu sou de todas, e todas são minhas. – ele disse e dei risada.

- Vai nessa. – respondi e olhei para Justin. – Já vou.

- Vai falar com a Lilly? Também fiquei com um pé atrás sobre ela ter pegado o Sebastian.

- Vou. Isso foi muito estranho.

Me aproximei e dei um selinho em seus lábios.

- Até depois baby. – disse.

- Vou com você até o carro. – Justin disse pegando em minha mão.

- Ninguém vai me sequestrar não.

- Nunca se sabe. – ele disse e dei risada.

Quem seria capaz de me sequestrar? Nenhum louco faria isso.

- Cuidado. – Justin disse me olhando quando chegamos à meu carro.

- Eu tenho cuidado.

- Deveria ter mais.

- Por quê?

- Por nada, só estou te pedindo que se cuide.

- Vocês estão todos estranhos hoje. – disse entrando no meu carro.

Justin apoiou-se na janela.

- Alguns capangas vão acompanhar você. – ele disse.

- Pra quê isso, Justin? – bufei.

- Para a sua segurança.

- Não quero ninguém na minha cola.

- Nada do que me disser vai me fazer mudar de opinião, apenas aceite.

- Tá bom, Bieber. – liguei o carro.

- À noite vamos jantar fora.

- Onde?

- Depois você vai saber.

Ele segurou em meu rosto e me deu um beijo, estilo Justin Bieber. Quente e que te deixa implorando por mais. Ele se afastou e pude seguir meu caminho.

(...)

- Só fiquei com o Sebastian para fazer ciúmes ao Ryan e deixar a puta da Vick com raiva. – Lilly disse.

- Tem certeza Lilly? – perguntei a olhando.

- Eu tenho Mellanie. Não foi por outra coisa, foi só por questão de descontar minha raiva.

- Se foi só por isso mesmo, conseguiu. Encontrei com os garotos e Ryan não estava muito contente.

Lilly deu risada.

- Ótimo. Pra aquele filho da puta sentir na pele o mesmo que eu sinto quando ele está com aquela magrela siliconada.

- Ainda gosta dele né?

- Infelizmente. – ela me olhou triste e suspirou. – Tudo por causa de um plano idiota.

- Plano suicida isso sim. Quanto mais longe você ficar do Sebastian, melhor.

- Ele já fez alguma coisa pra você? – ela perguntou curiosa.

- Já.

- E como você não me disse nada, vadia?

- Na época não tinha importância, agora esse filho da puta apareceu para infernizar a minha vida.

- O que ele fez? – ela perguntou.

Relembrei todo o episódio que aconteceu em uma boate algum tempo atrás, quando Sebastian passou a mão em mim, até os dias de hoje, onde ele fica querendo me impor medo.

- Cacete! Porque não me contou antes? O Justin sabe disso?

- Estou te contando agora. Não, ele não sabe.

- E tá esperando o quê para contar? Isso é sério, Mellanie.

- Ele não vai acreditar em mim. Ele sabe que eu odiei quando eles me contaram do plano, e com certeza ele vai pensar que eu estou inventando essas coisas para cancelar o plano.

- Óbvio que não. Você tem que contar. Ou você conta, ou eu conto.

- Lilly! – disse aborrecida. – Não conte nada ao Justin.

- Sabia que está colocando sua vida em risco? Tem um psicopata atrás de você, andando com você e sendo amigo do Justin, e você nem ai? – ela surtou.

- Ele não vai fazer nada comigo, relaxa, ok?

- Acabo de crer que você é realmente louca. – Lilly disse.

Encerramos o assunto e fomos dar uma volta pelas boates. Caitlin chegou logo em seguida, me parece que a noite ontem foi ótima, ela chegou acabada. Safada!

(...)

- Como eu devo ir? – perguntei procurando algo no meu closet.

- Do jeito que achar melhor. – Justin respondeu arrumando seu cabelo.

- Não imagina como isso ajudou. – disse irônica e ele riu.

- Você fica bem em qualquer coisa. – ele disse e mandei um beijinho no ar para ele que sorriu.

- Do jeito que eu achar melhor. – sussurrei para mim enquanto passava os dedos nos meus vestidos e encontrei um fofo.

(...)

- Vestido e vans? – Justin perguntou analisando a minha roupa.

- Nenhum senhorita. Além de estar gostosa,está com swag. – ele disse pegando em minha mão me fazendo girar, logo depois segurou em minha cintura e me beijou.

- Bobo. – separei nossos lábios. – Vamos que eu estou faminta. – resmunguei indo retocar meu batom, já que ele fez o favor de tirar.

- Não mais do que eu. – ele me lançou um sorriso safado enquanto limpava os lábios sujos de batom.

Dei risada e passei mais um pouco de perfume. Jeremy quis ir a uma pizzaria, e Jason quis ir junto, se ele nos trocou? Óbvio.

- Tenho uma coisa para te mostrar. – Justin disse segurando em minha mão e me arrastando para a garagem, já íamos para lá mesmo, mas ele estava com pressa.

- Se eu estivesse de salto, já teria quebrado a cara. – resmunguei.

- Cala a boca. – ele disse e chegamos à garagem. – Quero te apresentar a Lisa.

- Que Lisa? – perguntei o olhando.

- Veja. – ele apontou para um carro e eu quase babei. Quase mesmo. – Ela não é linda?

- Caralho, Justin! Que perfeito. – disse me aproximando e passando a mão no carro.

Sim, era um carro e ele a denominou de Lisa.

- Sim, ela é. – ele disse sorrindo e arqueei as sobrancelhas. – Venom GT, um dos carros mais rápidos do mundo.

- Vamos nele hoje? – perguntei olhando ainda maravilhada para aquela fortuna.

- Nela. – Justin a corrigiu e revirei os olhos. – Sim, vamos.

- Ótimo. – disse e entrei logo.

Por fora era lindo, por dentro era ainda mais.

- Fecha a boca pra baba não cair no estofado da Lisa. – Justin disse ligando o carro.

- Lisa. – repeti e revirei os olhos. – Para mim é só um carro.

- Lisa é meu segundo romance a partir de agora.

- Vai enfiar o pênis aonde? Dentro do pneu ou vai fazer um buraco no estofado? – perguntei irônica e Justin gargalhou.

- Engraçadinha. – ele disse e manobrou saindo da garagem.

Definitivamente, esse carro, ou melhor, a Lisa é maravilhosa. Que inveja.

Era impossível não atrair olhares nas ruas, diferente das outras vezes, Justin preferia ir devagar, esbanjando o mais novo carro da sua coleção. Às vezes Justin pede para que um policial chegue à sua casa e investigue tudo, porque ele não mede esforços para se mostrar.

- Qual restaurante que você quer ir? – Justin me perguntou colocando a mão em minha coxa e alisando como forma de carinho.

- Um normal. – eu disse.

- Normal?

- É. Nada de restaurante chique, servindo aquelas comidas que não me enchem. Vamos a um restaurante italiano?

- Ok, faz tempo que não como espaguete. – ele disse e virou a esquerda, indo para o restaurante desejado.

Chegamos ao restaurante italiano e fomos bem recebidos. Justin conhecia o dono e eram velhos “amigos”, escolhemos uma mesa reservada e fizemos nosso pedido.

- Bebida? – Justin me perguntou.

- Coca-Cola. – respondi e Justin me olhou.

- Sério? Nem uma dose de Martini?

- Não. Esses dias eu bebi demais, ontem bebi tanto que nem me lembro do que eu fiz. – disse e Justin olhou para o cardápio.

- Tem razão. – ele concordou e pediu Whisky.

O garçom se foi e ficamos conversando sobre o trabalho.

- Então, falou com a Lilly? – Justin me perguntou curioso.

- Falei. Ela me disse que só ficou com o Sebastian para fazer ciúmes ao Ryan e raiva a Vick.

- Certeza? – ele me perguntou.

- Ela disse que sim. – dei de ombros. – Pra quê o interesse?

- Nenhum, não posso mais perguntar?

- Fique à vontade.

- Vamos viajar na madrugada.

- Porque eu sempre sou a última, a saber? – perguntei e Justin deu de ombros rindo. – Para onde?

- Havaí.  Vamos passar o Réveillon.

- Que foda. Nunca fui lá. – disse animada. – Tenho que arrumar minhas malas, que saco. Deveria ter me avisado antes.

- Já mandei as empregadas fazer isso.

- Mas elas não sabem o que eu vou querer usar. – cruzei os braços.

- Deixa de frescura, qualquer coisa você compra lá.

- Homens. – bufei e ele sorriu.

Nossa comida chegou. Finalmente, eu estava faminta.

(...)

- Nossa casa é para lá! – disse para Justin que seguia direto.

- Eu sei. Mas não vamos para a casa agora. – ele disse pisando fundo.

- E vamos para onde?

- Um racha. Preciso matar as saudades. – ele disse sorrindo.

- Os garotos estão lá né? – perguntei.

- Estão. O Sebastian deve estar, não sei.

Cacete.

- Ele vai também para o Havaí? – perguntei cruzando os dedos para que Justin respondesse um não.

- Ele não comentou nada sobre isso. Se importa se ele for?

- Tanto faz.

- Sei que não gosta da ideia do plano. Mas já estamos quase lá, e logo vai se ver livre da Vick .

- Não vejo a hora. – resmunguei.

- Gostosa. – ele puxou meu rosto e me selou.

- Idiota. Presta atenção a estrada.

- Como você é amável.

- Se eu fosse cheia de frescuras tu iria reclamar, então fica de boa aí que tu gosta do meu jeito. – disse e Justin riu.

- Ainda por cima convencida.

Chegamos ao racha, tinha muita gente mesmo. Evidentemente, por esse ser o último racha do ano. As pessoas iam se afastando, a medida que o carro de Justin entrava no meio da multidão. Estacionamos e descemos, Justin deu a volta e segurou em minha mão. As apostas ainda estavam sendo feitas, e não demorou para que urubus viessem em cima do Justin.

- Vai correr hoje, Bieber? – um cara perguntou.

- Depende do meu concorrente. – Justin disse.

- O cara é bom. Dificilmente ele perde uma. – o outro homem respondeu.

- Então é com esse que eu quero correr. – Justin disse e apertei a sua mão, repreendendo.

Ele me olhou e revirei os olhos.

- Qual a aposta? – o homem perguntou.

- Se ele ganhar leva o meu carro... – Justin apontou para a Lisa estacionada atrás de nós.

- Venom GT? Deve ter sido uma fortuna. – o homem disse maravilhado, Justin riu sarcástico.

- E se eu ganhar, eu quero o carro dele e mais dez mil dólares. Vou ser bonzinho hoje.

- Ótimo. Quando for começar, nós avisamos. – o homem saiu com mais dois caras o acompanhando.

- Não gostei disso. – disse o olhando.

- Acha mesmo que eu vou perder? Você está de frente do maior corredor de Los Angeles, amor. – ele disse se gabando e envolvendo minha cintura.

- Eu vou deixar, só se...

- Se? – ele perguntou debochado, já que ele sabia que eu deixando ou não ele iria correr.

- Só se você arranjar alguém para correr comigo também.

- Não, Mellanie. – ele respondeu rapidamente.

- Porque não? É legal. – disse.

- Eu disse que não. – repetiu e emburrei a cara me soltando dele.

- Eai, casal do ano. – ouvimos a voz de Chris e logo atrás vinha Chaz e Caitlin, Ryan e Vick.

- Como nos acharam? – Justin perguntou.

- Não foi meio difícil quando contaram que Justin Bieber apareceu com uma Venom GT para correr. – Ryan disse e Justin sorriu se gabando.

- Ela é linda cara. – Chaz disse.

- Perfeita mesmo. – Chris completou.

- E você gata, tá tudo bem? – Cait me abraçou de lado. – Tá com essa cara emburrada por quê?

- To bem. Eu quero correr e o Justin não deixa. – cruzei os braços.

- Porque não? Deixa cara, minha aposta é na Mellanie. – Chaz disse.

- Também aposto nela. – Christian disse.

- Não Chris, tu tem que apostar contra, quero ganhar de ti mané. – Chaz disse.

- Só porque é meu cunhado quer ter essa liberdade. Não te dou liberdade não zé ruela. – Chris deu um soquinho no braço do Chaz e os dois começaram a brincar de soquinho no meio do pessoal.

Tão adultos.

- Também acho que ela ganha. – Ryan disse.

- Acho isso muito perigoso, ainda mais para uma mulher. – Vick disse com aquela voz de puta.

Ah desgraçada. Melhor ter ficado calada.

- Perigoso nada. A única diferença de um homem para uma mulher é que eles têm um pau no meio, fora isso somos todos iguais. – disse a olhando.

- Wooow. – Chris disse.

- Pode ir, mas se acontecer alguma coisa depois não diga que eu não avisei. – Justin disse e dei um sorrisinho.

- Vamos cara, procurar algum trouxa que aposte contra. Hoje eu quero ganhar um dinheiro fácil. – Chaz disse puxando Chris para o meio da multidão.

- Heeey, avisem que vou correr. – disse animada e eles assentiram.

- Acostume-se, ele nunca vai te dizer um não. – Cait disse e olhamos para Justin que conversava com o Ryan.

(...)

Chegou a hora de o Justin correr. Mesmo sabendo que ele é um ótimo corredor, eu estava com o coração na mão. O outro cara iria correr com um Bugatti, o segundo carro mais veloz do mundo. Também iria correr com um, pedi para trazerem aqui. Os dois já estavam em seus postos, eles rangiam os motores sem parar e tinha uma vadia com um short quase no pescoço e um sutiã, no meio dos dois carros. Assim que ela tirasse, e jogasse o sutiã no chão estaria dada a partida. Por isso que eu disse que ela é uma vadia.

Os dois lados da pista estavam lotados, as pessoas queriam o melhor ângulo para ver o racha. Eu estava com o pessoal, logo à frente. Onde era dada a partida, e a chegada também. A vadia começou a desabotoar o sutiã, se estivéssemos em outro local ela iria ver, onde já se viu ficar mostrando os seios para o meu homem? Enfim, ela tirou o sutiã e o jogou no chão. No mesmo segundo, os dois carros saíram em alta velocidade, eram verdadeiras máquinas de correr. Só escutava-se o zoar dos motores, já não dava para ver os carros. O circuito era um pouco extenso e cheio de curvas, aí eu lembrava que meu Justin estava lá e logo me dava um desespero.

- Cara, o Bieber vai ganhar essa sem dúvidas. – Chaz dizia com outro cara que apostou no outro corredor.

- Que nada. A máquina do Roger é mais potente. – o cara disse.

- Estamos falando de uma Venom GT, meu jovem. A mais rápida de todos os tempos.

Alguns minutos depois, vimos a Lisa vulgo carro do Justin surgir na pista e logo depois ultrapassar a linha de chegada. Os que apostaram nele comemoravam sem parar, e os que não, se mordiam de raiva. Fomos até o carro e Justin saiu sorridente.

- Esse é o cara! – alguém gritou da multidão e todos aplaudiram.

- Parabéns, bebê. – disse me aproximando dele.

Justin sorriu por causa do apelido e me beijou. E os aplausos continuaram, me deixando de certa forma, envergonhada.

- E o Roger? – o homem que disse que Justin ia perder, perguntou.

- Acho que ele vai precisar de uma ajudinha para sair do carro. – Justin disse sarcástico.

- O que houve? – perguntei curiosa.

- O idiota bateu na curva.

- Certeza que foi ele? – Ryan perguntou divertido.

- Eu dei uma ajudinha. – Justin disse e eles riram. – Agora ele vai ter que me comprar uma Bugatti e me dar dez mil dólares, por isso que não gosto de correr com iniciantes.

Justin riu junto com os garotos e eles fizeram um toque.

- Próximo racha! Mellanie Bieber contra Renan Scott. – um cara anunciou.

- O quê? – Justin parou a comemoração. – Renan?

- Acho que ouvi meu nome por aqui. – Renan apareceu entre algumas pessoas, com um sorriso no rosto e acompanhado de duas vadias e dois seguranças.

- O que faz aqui? Seu lugar é na lama, com os porcos. Foi lá que eu te deixei. – disse o olhando com superioridade.

Os garotos riram, Justin olhava firme para o Renan.

- Que engraçada você. – Renan disse. – Um dia é da caça e outro do caçador. E hoje é o meu dia, pronta para perder? – ele me desafiou.

- Se eu perder, minhas boates são suas. Mas se você perder, as suas boates vão pelos ares.

- Mellanie, não faça isso. – Justin disse.

- Não confia na sua mulher, Bieber? – Renan provocou.

- Fica na sua, imbecil. – Justin o fuzilou com o olhar e depois me olhou. – Essa aposta é muita alta. As suas boates custam uma fortuna e são famosas, comparadas à desse trouxa.

- Estou esperando, Mellanie. – Renan disse retirando-se.

- Relaxa Justin.

- Agora pude comprovar que você é louca, amiga. – Caitlin disse

- Se você perder, adeus boates. – Justin disse raivoso.

- Eu não vou perder. – disse com convicção.

- Ok, nada do que eu falar vai servir de alguma coisa. Presta atenção, ele vai tentar de todas as formas te expulsar da pista. Então, antes que ele te ataque, ataca primeiro. – Justin disse me olhando, como se a minha vida estivesse em jogo.

E realmente estava, Renan faria de tudo para acabar comigo nesse racha.

- Entendi. Cait vai encomendando logo os explosivos porque aquelas porras vão pelos ares. – disse e ela riu.

- Boa sorte. Amiga, tenha cuidado pelo amor de Deus. – ela disse me abraçando.

- Estou gostando dessa coisa de ganhar dinheiro fácil, com quem vamos apostar agora Chaz? – Chris perguntou animado e dei risada.

- Espero que não aconteça o pior. – Vick disse.

A vadia passa a maior parte do tempo calada, quando abre a boca é para falar merda.

- Talvez aconteça, mais não comigo. – a fuzilei e ela se encolheu.

- Mel, tome cuidado. – Justin disse me olhando.

- Eu sei o que estou fazendo. Confia em mim, bebê. – o selei. – Vou indo nessa, torçam por mim.

- Vamos torcer. – Ryan disse.

Entrei na Bugatti e me direcionei até o local da partida. Renan já estava rangendo o motor como se me intimidasse, pobre coitado. A vadia já estava no meio dos carros. A contagem se iniciou, as pessoas gritavam praticamente. Ela começou a tirar o sutiã e quando o mesmo tocou o chão, pisei fundo fazendo sair fumaça dos pneus em contato com o asfalto. Renan estava na minha cola, ele me olhava com superioridade como se fosse ganhar alguma coisa aqui.

Já estávamos longe o bastante da visão das pessoas, e como Justin me avisou, Renan vinha para cima de mim com o carro, tentando me expulsar da pista de qualquer forma. Eu desviava, mais ele não parava. Filho de uma quenga. Chegamos a uma curva e passamos por ela com sucesso, acionei o modo turbo e tomei a frente, mas logo Renan fez o mesmo. Estávamos perto de chegar, continuávamos lado a lado. Me descuidei e Renan me acertou pela esquerda, consegui controlar o carro e bufei. Filho da puta.

Ele conseguiu ficar à frente, eu já podia ver o aglomerado de pessoas ansiosas para a chegada do vencedor. Pisei fundo e quando estava lado a lado com o Renan, entrei pela direita bruscamente e o joguei fora da pista, quase em cima de alguns carros que estavam estacionados, diminui a velocidade e parei logo depois da chegada. Logo as pessoas começaram a aplaudir, olhei pelo retrovisor e o carro do Renan estava com a frente amassada e saindo fumaça, alguns seguranças correram para ajuda-lo, pois daqui a alguns minutos iria pegar fogo.

Saí do carro sorridente e Justin veio me abraçar, me tirando do chão e me fazendo rir.

- Hey, eu to bem. – disse rindo enquanto Justin me esmagava em um abraço.

- Mellanie, você nunca mais vai fazer isso. – Justin disse me soltando.

- O cara quase morreu do coração. – Christian disse e Ryan deu risada junto com o Chaz.

- Calem a boca, paus no cú. – Justin esbravejou. – Você tá bem mesmo? – ele perguntou me analisando.

- Estou amor. Onde vai ser a comemoração? – perguntei animada.

- Acho que não tem forma melhor de comemorar, do que acionar uns explosivos nas boates do perdedor e vê-las ir pelos ares. – Chaz propôs.

- Acho uma ótima ideia para fechar a noite. – Ryan disse.

- Perfeito. Vou mandar meus capangas trazer. – disse mandando mensagem pelo celular.

- Isso foi trapaça! – ouvi Renan dizer atrás de mim, bufando de ódio.

- Onde? – perguntei sarcástica.

- Você me jogou fora da pista, vagabunda. – ele esbravejou.

Não deu nem tempo de eu responder, Justin acertou um soco em eu rosto.

- Respeite a minha mulher, infeliz. – Justin disse com raiva.

- Isso é entre mim e essa vadia. – Renan apontou para mim.

Logo vi aparecer mais alguns capangas do Renan, prontos para atacar. Justin estava ocupado demais em discutir com o Renan, os garotos também estava à espreita, mas não estavam prestando atenção nos capangas surgindo atrás do Renan. Puxei a arma que estava no cós do Justin e apontei para o rosto do Renan, todos pararam o que estava fazendo para ver.

- Nesse racha vale tudo. Nós apostamos e você perdeu. Agora tira esses lixos daqui, que você chama de capanga ou puxo o gatilho, e além das suas boates irem pelos ares, a sua cabeça também vai. Pensou em nos atacar em minoria? Você é um completo imbecil mesmo. Acabou pra você Renan Scott, some daqui.

Renan fechou os punhos e rangeu os dentes.

- Escute aqui, você vai pagar caro por tudo isso Mellanie. Vai pagar muito caro. Seu fim está próximo, mais próximo do que imagina. – Renan disse me olhando fixamente.

- Tu é surdo cara? Fora daqui. – Ryan disse.

Renan me olhou por alguns segundos e se retirou com seus capangas. Eram quase vinte, e o idiota ainda pensou em nos afrontar.

- Quando eu digo que essa mulher é foda ninguém acredita, se o Justin não fosse meu bro, tu ia ganhar umas bitocas agora. – Christian disse e gargalhei entregando a arma do Justin.

Só ai que fui perceber que era a banhada em ouro.

- Menos Chris, bem menos. – Justin disse me abraçando pela cintura. – Teria dó de mim se fomos inimigos. – ele me disse e ri.

- Também acho. – dei risada.

- Então, vamos ou não explodir aquelas boates? – Ryan disse animado.

- Vamoooos. – Caitlin disse.

(...)

Explodimos todas as boates do Renan, foi maravilhoso ver tudo pelos ares. Chegamos em casa e nos noticiários não parava de passar que dez boates em Los Angeles explodiram misteriosamente, a cidade se encontrava em perfeito caos com corpos de bombeiros correndo para lá e para cá, para tentar apagar o fogo. Não tem como recuperar nada mesmo, está tudo em chamas. Quem mandou ser vacilão. Jeremy ainda estava acordado quando chegamos, e Justin foi contá-lo sobre o racha.

- Que coisa de louco! – Jeremy disse. – Eu vi no jornal os bombeiros desesperados tentando apagar o fogo de uma boate, e quando eles estavam controlando, outra boate explodia. – ele parou um pouco de falar e começou a rir.

- Essa mulher é louca, pai. – Justin disse e beijou minha testa.

- Isso me fez lembrar meus tempos de gângster. – Jeremy disse. – Bom, eu vou indo dormir, quer dizer, cochilar. Havaí nos espera. – disse animado.

- Vamos também. – disse e subimos as escadas.

Passamos no quarto do Jason para ver se estava tudo bem. Ele dormia feito um anjo. Chegamos ao nosso quarto e me livrei do Vans e me joguei na cama.

- Está cansada? – Justin perguntou tirando seus supras.

- Um pouco. – disse encarando o teto.

- E para mim, você está? – ele disse subindo em cima de mim, me cercando com suas pernas.

Suas mãos foram subindo, por debaixo do meu vestido, o deixando na altura da minha cintura.

- Para você, nunca estou cansada. – disse e ele mordeu meu lábio inferior.

- Isso mesmo. – ele disse e desceu os lábios para o meu pescoço.

Ele foi subindo meu vestido, assim que o tirou, ele foi jogado longe. Eu estava sem sutiã, porque o vestido por ele próprio dava sustento aos meus seios. Justin sorriu sapeca e passou a língua em meu mamilo, rapidamente ele ficou rígido. Ele passou a língua no outro e desceu para a minha barriga, onde ele começou a morder. Causava uma sensação de cócegas, mas ao mesmo tempo uma excitação. Justin foi descendo sua boca, para onde eu mais desejava. Ele deu alguns beijos em cima da minha vagina, ainda coberta pela calcinha e eu me encolhi. Ele passou a língua por cima e fez pressão alí em cima. Gemi baixinho.

Justin tirou minha calcinha, já encharcada. Ele abriu minhas pernas e puxou algo do cós. A arma banhada a ouro.

- É isso que eu estou pensando? – perguntei e ele riu safado.

- O que está pensando, amor? – ele perguntou.

- Você não vai...

- Vou sim. – ele disse mordendo os lábios. – Abre a boca. – ele mandou.

- Tira essas balas primeiro.

- Relaxa, eu não vou apertar o gatilho.

- Tira ou nada feito. – disse e ele bufou.

Justin tirou as balas e pôs-se em cima de mim. Abri minha boca, e logo senti o objeto frio, era só para lubrificar. Justin passou os dedos na boca, em seguida em minha vagina. Ele massageou meu clitóris e arfei.

- Isso vai ser bem divertido. – ele murmurou.

Justin abriu meus lábios maiores com os dedos e passou a arma, em seguida descendo para minha entrada.

- Imagine que seja eu. – Justin disse. – Entrando... – ele foi enfiando a arma em mim. – Lentamente em você. – bem devagar, eu gemi sentindo aquela sensação deliciosa.

Sua língua começou a mover-se em meu clitóris, enquanto a arma continuava parada dentro de mim. Segurei em seus cabelos com força, para que ele continuasse. Justin começou a mover a arma, entrando e saindo. Era uma sensação maravilhosa, sentindo algo gelado dentro de mim. Sua língua quente, dava pinceladas em meu clitóris, ora movimentos circulares, ora ele puxava com os dentes, ora ele sugava. Ele fazia com que a arma fosse fundo em mim, eu queria subir pelas paredes. Era essa sensação que ele estava me proporcionando agora. Ele aumentou a velocidade da arma e eu gritei, logo depois lembrei que tinha mais gente na casa.

- Shiii amor, faça silêncio. – Justin murmurou, colocando e tirando a arma da minha vagina.

- Filho da mãe... – foi isso que eu consegui dizer.

Justin tirou a arma, e ela estava encharcada com o meu pré-gozo. Ele passou a língua limpando tudo, acho que gozei só em ver essa cena. Me recompus e empurrei Justin na cama.

- Eu estava gostando da brincadeirinha. – Justin disse.

Tirei a arma da sua mão e joguei de lado. Nem respondi nada e puxei bruscamente a blusa do Justin de seu corpo, depois abri o cinto na maior rapidez, desci calça e cueca com tudo. Estava parecendo mais uma louca por sexo. Fiquei por cima de Justin e beijei sua boca com vontade, eu estava sedenta por seus beijos, por seus toques. Sua mão estava entre meus cabelos, segurando com força, sua boca devorada a minha como nunca. Nossas línguas travavam uma deliciosa guerra. Ele mordeu meu lábio inferior e demorou para soltar, desci minha boca para seu pescoço e dei uma mordida, seguida de uma chupada, com certeza essa vai ficar a marca.

- Todos sabem que eu sou seu, não precisa ficar marcando território. – Justin disse e dei risada soltando a pele do seu pescoço.

- Cala a boca. – disse rindo e desci os beijos por sua barriga.

Especificamente para o caminho da felicidade. Como já era de se esperar, Justin já estava no ponto. Segurei em seu membro e logo o levei até a boca. Chupei a glande com força, ouvi o gemido rouco do Justin ecoar pelo o quarto e isso me motivou a continuar. Assim que senti seu pau encostar na minha garganta, comecei a chupá-lo com força, de imediato as mãos de Justin foram para o meu cabelo, fazendo um perfeito rabo de cavalo, onde ele segurou com força para que nada atrapalhasse a minha performance. O que não dava eu masturbava rapidamente.

Justin dizia coisas imorais e me xingava, como sempre. É assim que ele demonstra que está gostando. Seu pênis foi tão fundo que eu quase me engasguei, parei por um momento e Justin começou a estocar em minha boca, levei minhas mãos para suas bolas, as massageando. Quando senti que ele iria gozar, o afastei e ele me repreendeu com o olhar.

- Vamos assinar o contrato do sexo que não se pode parar quando o parceiro estiver quase gozando. – Justin disse e eu gargalhei.

- Pode tudo, bebê. – disse e subi em cima dele.

Justin segurou em minha cintura e fui me encaixando em seu pau. Deslizei sobre ele e me empinei para alcançar sua boca. Suas mãos foram para o meu quadril e ele começou a movimentá-lo, fazendo seu pau deslizar lentamente para dentro e para fora de mim. Gemi contra seus lábios e comecei a rebolar, com a ajuda de Justin. Separei nossos lábios e pendi a cabeça para trás, sentindo completamente seu pau. Era uma sensação única e prazerosa. Espalmei minhas mãos no peito de Justin para dar impulso, então comecei a quicar em cima dele, tão rápido que meus seios chegavam a doer de tanto subir e descer.

- Isso vadia, continue assim. – Justin disse entre gemidos.

Eu não estava diferente, não conseguia pensar em mais nada além de subir e descer nesse pau delicioso.

Justin’s POV

Mel subia e descia no meu pau. Céus, que boceta deliciosa. Ela já estava ficando cansada, então a tirei de cima de mim e a deitei de lado, levantei sua perna e me encaixei nela. Essa é uma das posições que eu mais gosto, a primeira sem dúvidas, é a de quatro, quando ela empina essa bunda gostosa para mim.

Segurei em sua coxa, enquanto investia minhas intocadas nela. Afundei meu rosto em seu pescoço sentindo seu perfume. O perfume da minha mulher. Parei um pouco apenas para sentir a sensação de estar dentro dela.

- Você é uma delicia. – murmurei.

- Eu sei disso, agora continue. – ela ordenou e dei risada beijando seu ombro.

Como ela mandou, continuei a penetrá-la. Nossos gemidos se confundiam, mas nossos corpos eram um só. A sua vagina começou a mastigar meu pau, essa é a parte que eu mais gosto. Impossível descrever isso era tão delicioso. Mel começou a gemer sem parar, e em segundos senti seu gozo deslizar em meu pau. Ela suspirou fundo, saí de trás dela e novamente abri suas pernas. Era a minha vez de me libertar, ela sorria safada apertando seus seios e mordendo seus lábios com força. Senhor, essa é a cena que eu quero ver até o dia da minha morte. Já sentia as veias do meu pau engrossarem, então aumentei a velocidade, minhas bolas batiam em sua bunda, alguns gemidos saíram quando meu pau começar a bombear meu líquido para dentro dela.

(...)

- Amor! – a chamei, tentando acordá-la.

Depois da nossa transa, tomamos banho e Mel dormiu rapidamente. Eu acordei com o despertador do celular, marcando 03:36 da manhã. Nosso voo tá marcado para às 4:00, e nós fomos dormir às 2:00. Resumindo, não dormimos nada.

- Hum... – Mel resmungou.

- Está na nossa hora, levanta. – disse já me arrumando.

Colocando uma roupa e uma jaqueta. Estava fazendo um frio da porra.

- Eu quero dormir. – ela murmurou.

- Eu também quero, no jatinho nós dormimos. Agora levanta, preguiçosa. – disse.

- Que sacoooo. – ela disse jogando o edredom no chão e ri dela fazendo birra.

Parece mais uma criança, Mellanie levantou-se completamente nua e parei o que estava fazendo para admirá-la andando nua pelo o quarto. Incrível como ela ficava linda até de cara emburrada, parei de babar no corpo da minha mulher quando ela entrou no banheiro.

- Fique calmo, parceiro. – disse pegando no pau e ri de mim mesmo.

Agora sei por que ela sempre me chama de idiota.

Todo mundo já pronto, pegamos os carros na garagem e fomos em direção a pista de pouso onde estava o jato. Jason estava dormindo no colo da Mel, ao chegarmos encontramos nossos amigos. Pelo visto Vick não iria, mas a Lilly estava alí. Ryan não parava de olhar para ela, algo me diz que vai rolar alguma coisa. Os seguranças colocaram nossas coisas no jato e entramos, era grande e espaçoso o suficiente para todos. Todos em seus devidos lugares, o jato decolou.

Havaí, estamos chegando.

Chegamos ao Havaí e já era dia. Fomos para o Hotel e nos acomodamos nos quartos. Todo mundo dormiu na viagem, então estávamos dispostos para conhecer mais o lugar. Aqui era bem foda, já vim aqui outras vezes. As garotas estavam maravilhadas com tudo e não paravam de tirar fotos. Estávamos nos divertindo, como diz a Jazmyn, tudo perfeito. Hoje é a virada de ano, não poderia dar nada errado.

(...)

- Dez! – começaram a contagem regressiva.

A família estava toda reunida, Mel estava do meu lado, completamente linda, Jason estava em seus braços.

- Nove!

Não poderia ser melhor. Há algum tempo atrás não me imaginaria assim, casado e com uma família.

- Oito!

É tudo o que eu tenho. E ninguém, jamais, vai por as mãos em nenhum deles.

- Sete!

Jason apontava com o dedo para pequenos fogos que já surgiam no horizonte. Meu campeão, eu o amo.

- Seis!

Daria minha vida por essas pessoas. Mesmo que para algumas, a minha vida não vale nada.

- Cinco!

E como um flashback, tudo passou na minha mente. Desde o momento que comprei a Mel, até os dias de hoje.

- Quatro!

Acho que eu deveria agradecer ao Hugo por tê-la me vendido. Se não, não teria conhecido a mulher da minha vida.

- Três!

Ok, isso soou meio gay.

- Dois!

Mellanie me olhou e sorriu. Como eu amo esse sorriso, como eu amo esses olhos. Como eu amo tudo que tem nela.

- Um!

Como eu a amo.

- FELIZ 2015! – todos gritaram e rapidamente os fogos começaram. Um espetáculo para falar a verdade.

- Feliz ano novo meu amor. – ela disse e me beijou.

Retribui seu beijo, enquanto ouvíamos Jason reclamar.

- Feliz 2015 amor, eu te amo. – disse encarando aqueles lindos olhos azuis.

- Eu também te amo, Justin. Te amo muito. – ela disse e com aquelas palavras tive a convicção que sim, Mellanie é a mulher da minha vida.

Não existirá outra. Nenhuma substituirá.

A selei e peguei Jason nos braços.

- Também te amo, campeão. – disse o jogando no ar enquanto ele ria.

Fomos desejar feliz ano novo aos nossos amigos e o melhor, fomos beber. Não é todo dia que se é Réveillon.

Lilly’s POV

Já se passavam das três da manhã. Tudo muito lindo, tudo muito bonito, mas eu precisava ir ao banheiro. Tomei muito liquido, esses havaianos fazem uns drinques muito bons. Avisei ao pessoal que já voltava e quase sai correndo para o meu quarto no Hotel, que graças a Deus era perto. Cheguei ao quarto e corri para o banheiro e fui fazer xixi. Deus, como isso é bom. Me olhei no espelho e a maquiagem ainda estava legal, saí do banheiro cantarolando uma das musicas que estavam tocando lá em baixo e quase enfartei quando vi Ryan, sim o Ryan no meu quarto, na minha cama, no mesmo local que eu, respirando o mesmo oxigênio que eu e ... Espera, o que ele está fazendo aqui?

- Acho que entrou no quarto errado. – disse o olhando.

Ele estava tão lindo.

- Vai querer continuar com isso? – ele perguntou e eu olhei confusa.

- Com isso o que? – perguntei.

- Isso te tentar se enganar.

- Ryan, eu não estou entendendo nada. Fale frases concretas, que dê para entender algo.

- Ok, eu quero saber se você vai continuar com isso de esconder que ainda gosta de mim.

Ele disse e eu arqueei as sobrancelhas.

- Você deve ter bebido mesmo. Se quiser ficar aí, fica, to descendo. – disse passando por ele.

- Espera. – ouvi ele dizer, e me virei.

Ele estava muito perto de mim.

- Eu ainda gosto de você. – ele disse e eu paralisei.

Opa, eu ouvi direito?

Ryan segurou em minha cintura e me puxou com força, colando nossos corpos. Em questão de segundos, sua boca estava na minha. Eu quase parei o beijo para orar e agradecer a Deus por esse momento. Para com isso Lilly, concentra ai.

Uma parte de mim, pedia para eu parar, e a outra para continuar. Wow, se decidam aí. Segurei em sua nuca e dei intensidade ao beijo. Ryan foi me conduzindo para a cama, ok já sabemos o que vai acontecer aqui. Eu vou mesmo dar para esse gostoso. Ele me deitou na cama e separamos nossos lábios.

- E a Vick? – perguntei.

- Foda-se ela. – ele respondeu e começou a tirar a bermuda branca.

Logo revelando uma boxe vermelha. Que visão do paraíso. Ryan tirou a blusa e veio para cima de mim, passei minhas unhas por suas costas, em sua pele branquinha que logo ficaria as marcas. Ele apertava minhas coxas com força, enquanto beijava meu pescoço e eu gemia. Desci minha mão até chegar a seu pênis, onde eu apertei com força. Ryan gemeu ao pé do meu ouvido. Como eu senti saudades disso. Logo ele foi tirando a minha roupa, fiquei apenas de calcinha e sutiã, e nem isso porque ele em seguida tirou. Ryan mordeu os lábios a me ver nua, eu sei que ele sentia saudades de mim. Que ele sentia saudades de pegar em carne, já que a Vick só tem osso e pele.

- Vamos deixar as preliminares para o segundo round, quero estar dentro de você logo. – Ryan disse e sorri safada.

- Está esperando o que? – perguntei e ele retribuiu o sorriso.

Ryan tirou sua cueca e eu quase babei. Estou no céu. Ele veio para cima de mim e abri minhas pernas, Ryan segurou em seu pênis e passou a cabeça em meu clitóris, gemi de tesão. Ele fez isso mais algumas vezes e finalmente foi me penetrando.

- Oh Ryan... – gemi quando ele entrou completamente dentro de mim.

- Eu estava com saudades de você. – ele me disse e me beijou.

Eu também estava. Não sabe o quanto.

(...)

Justin’s POV

A virada de ano não poderia ter sido melhor. Com as pessoas que eu amo e com a mulher que eu amo do meu lado. Fomos dormir quando o sol apareceu, sinal de que foi bom. Ainda estava pensando nas coisas da noite anterior, com preguiça de abrir os olhos quando ouvi algumas batidas na porta. Que saco. Esfreguei meus olhos e os abri, eu estava sozinho no quarto.

Para onde a Mellanie foi? Sem me avisar?

O ser não parava de bater na porta e isso estava me estressando.

- To indo! – disse.

Me levantei e abri a porta. Dei de cara com meu pai e Ryan, eles pareciam aflitos.

- Aconteceu alguma coisa? – perguntei meio atordoado.

- Sim, aconteceu e muito grave. – Ryan disse.

- Falem logo.

- Não encontramos a Mellanie em lugar nenhum. – meu pai disse.

- Ela deve estar por aí, aqui é enorme. Porque estão tão preocupados?

- Justin, desde manhã que ela sumiu. Já procuramos em todos os lugares possíveis. – meu pai respondeu.

- Mas como... – nem conseguia formar uma frase.

Meu celular tocou. Era uma mensagem, poderia ser ela avisando onde estava.

- Espera. – disse e corri pra pegar meu celular.

O número era dela, mas a mensagem não.

Saudações Bieber. Sei que já deve estar sabendo da novidade. Não sejam tolos e parem de procurar a Mellanie, ela não está mais aí. Está aqui comigo, não fique com raiva ou coisa parecida, ela veio por livre e espontânea vontade. Finalmente ela percebeu que não se deve estar com perdedores, ela tem que estar com pessoas como eu, verdadeiros campeões. Fique tranquilo, ela vai ficar bem, a menos que você tenha a ridícula ideia de vir atrás dela, então ela não ficará nada bem. Tenha um bom primeiro de janeiro, perdedor.

Eu não acredito nisso. Me digam que isso é uma pegadinha.

- O que dizem aí? – Ryan perguntou e pegou o celular da minha mão. Eu fiquei sem reação.

- NÃO PODE SER! – gritei com ódio.

- A Mellanie foi sequestrada. – meu pai disse.

- Ou foi por livre e espontânea vontade. – disse tentando controlar minha raiva.

- Como pode pensar uma besteira dessa, moleque? Ela nunca faria isso, agora se arruma e nós vamos atrás dela. Me obedeça, eu ainda sou seu pai! – ele disse com o dedo apontado para o meu rosto.

Realmente não sei o que pensar. Porque essas coisas têm que acontecer? Ela não teria a coragem de me deixar, não teria. Ela me ama, eu sei disso.


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Amo vocês ♥