sábado, 10 de dezembro de 2016

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Hello!

Estou aqui para avisar que a opção de comentar em ANÔNIMO será desativada dentro de dez dias. Foi uma decisão minha, primeiro: já me chateei bastante com pessoas xingando e engraçado né? Sempre comentam em anônimo, a falta de vergonha na cara é tão grande que não mostram quem é. Segundo: Muitas pessoas estão comentando várias vezes em anônimo para que eu poste mais rápido, gente, a última coisa no mundo que eu sou, é boba. Sério, não dá para me enrolar nisso. E de certa forma isso é chato, sei que vocês amam a fic, mas ficam poupando a PREGUIÇA das outras de comentar. E terceiro: Talvez eu mude de opinião quanto essa decisão, ou talvez não. Antes de comentarem " Mais Brenda, reclama que não comentam, tirando o anônimo muita gente vai deixar de comentar." Sinto informá-las que isso não me serve de desculpas, o blog tem mais de 600 seguidores, suponhamos que nem todos leiam, porém uns 300 creio que sim, e é um sacrifício para chegar em 100 comentários.

Não achem que estou sendo chata, só estou sendo justa comigo mesma. Sei que não são obrigadas a comentar, mas lendo algo e cobrando para que eu poste e não comentar depois, é uma puta falta de consideração comigo. 

Essa é a última vez que eu posto algo sobre comentários. Isso cansa, e é chato tanto para mim como para vocês. Então VOCÊ leitora, não deixe de comentar e me incentivar para continuar. Porque depois que eu parar de atualizar o blog, não vão ser trilhões de comentários que farão eu voltar.

Agradeço de coração à quem sempre comenta, eu leio todos. 

Obs: Você pode comentar no blog usando qualquer conta do Google. Não dói nada, acredite.

Pensem nisso, boa noite e beijos. 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

The Apprentice - Twelfth chapter




- O que foi isso no rosto da Ema? – Ryan perguntou impressionado.

- A Caitlin que andou treinando na cara dela. – Christian disse e rimos.

- Recebeu a intimação, querida? – Ema perguntou debochada.

- Claro. Mas se eu soubesse que teria que pagar aquela mixaria, eu teria batido com mais força. – Caitlin disse no mesmo tom e os garotos riram.

Ema fechou a cara e me olhou com ódio.

- Queridinha, vê se aprende a resolver seus próprios problemas. Fica feio para você ir pedir ajuda toda vez que tiver problemas com alguém. – ela disse para mim.

- Eu não tenho problema com ninguém, você que tem comigo. – respondi.

- Caramba Ema, essas marcas estão bem feias mesmo. – Christian disse colocando lenha na fogueira.

- Fica na sua! – ela esbravejou.

- Espero que o que a Caitlin fez com você, sirva de aviso. Nós já conversamos sobre isso, Ema. – Justin disse atrás de mim.

- Isso não vai ficar assim. – ela murmurou irritada e saiu.

- Essa garota é louca. – Chaz disse.

- Viram como eu bato bem? – Caitlin disse se gabando.

- Muito bem, Caitlin. – Justin disse e rimos.

Ficamos conversando mais um pouquinho e depois o sinal tocou para irmos para nossas respectivas salas. Eu teria a primeira aula com o Justin. Entramos na sala e procuramos um lugar para sentar, me sentei na frente e Justin do meu lado. Paul estava sentado atrás de mim. Vi Justin olhar com cara feia para ele. 

- Eu vi. – murmuro para ele.

- O que? – se fez de desentendido.

- Shiu! – disse vendo o professor entrar na sala.

Justin ri fraco e me ajeita na cadeira. 

- Boa tarde, pessoal! – o professor disse ao entrar na sala.

- Boa tarde! – respondemos.

O professor começou a dar aula. Era teórica, as piores aulas que eu acho. 

- Fecha as pernas porque esse professor é tarado. – Justin sussurrou e me segurei para não rir.

- Mas eu estou de calça. – sussurro de volta.

- Mesmo assim. – ele disse.

- Cala a boca. – sussurrei e ele riu colocando o lápis na boca, olhando para frente.

Justin ficou fazendo gracinhas a aula toda, me continha para não rir e o professor não brigar com a gente. O sinal tocou e agradeci a Deus.

- Não dá certo nós dois na mesma aula. – disse pegando minha mochila.

- Porque não, baby? – ele perguntou rindo e me abraçando de lado.

- Cínico, ainda pergunta o porquê. – disse. – Vai ter aula de quê agora?

- Desenho. – ele bufou. – E você?

- De cálculo. 

- Viu como o idiota do Paul fica olhando para você? – Justin perguntou revirando os olhos enquanto andávamos pelos corredores.

Como estávamos abraçados, os curiosos não tiravam os olhos de nós.

- Eu não vi. – disse.

- Mas eu vi. – ele disse. - Ele é afim de você. 

- De mim? – perguntei o olhando.

- Tá na cara, Kate. – ele revirou os olhos. – Por isso que não quero você perto dele, ele pode tentar alguma coisa.

- Ele é só um colega de classe, até agora ele não me faltou com respeito.

- Só no dia da festa né? – ele ironizou.

- Eu estava bêbada, eu nem lembro direito o que aconteceu. 

- Mas eu lembro, se eu não tivesse chegado a tempo, ele tinha te beijado.

- Ok, deixa isso pra lá. Essa é a minha sala. – disse apontando.

- Nos vemos no intervalo. – ele disse e assenti com a cabeça.

Sem que eu estivesse esperando, Justin me dá um selinho me fazendo ficar morta de vergonha, tinham pessoas olhando. Ele saiu dando risada. Palhaço. Entrei na minha sala e me sentei, aguardando o professor, de novo.

(...)

- Ah, você precisa ver isso. – disse a Justin.

Estávamos no intervalo, sentados nas arquibancadas. 

- O que? – ele perguntou curioso.

- Olha! – disse apontando para meu pescoço,

- Não estou vendo nada. – ele disse analisando meu pescoço.

- É que eu passei bastante base, tinha uma mancha vermelha no meu pescoço, Justin. – 
disse.

- De quê? – ele perguntou sem entender.

- Foi você que fez. 

- Eu? – ele perguntou rindo.

- Você mesmo. Quase uma chupada.

- Esqueci que a branca de neve não pode aparecer com nenhuma manchinha. – ele disse beijando minha bochecha.

- Deus me livre aparecer com essas coisas, meus pais me matam. – disse.

- Eu não deixaria. – ele disse e sorri envergonhada.

- Matariam nós dois então. 

- Ótimo. – ele disse rindo.

Ri fraco da bobagem de Justin e olhei. Ele aproximou-se de mim e beijou meus lábios com delicadeza. Segurei em sua nuca e dei intensidade ao beijo. 

- Será que os pombinhos podem socializar com a gente? – ouvimos a voz de Ryan e separamos o beijo.

Olhei e todos vinham sentar na arquibancada. 

- Privacidade que é bom, nada né. – Justin disse revirando os olhos.

Ficamos conversando algumas bobagens até o sinal tocar.

(...)

- Até amanhã. – Caitlin disse assim que me deixou em frente de casa.

- Até amanhã. Beijos. – disse e sai do carro, acenando para ela depois, Caitlin buzinou e seguiu seu rumo.

Entrei em casa e como sempre, Carla já estava pronta para ir embora. 

- Seus pais já chegaram. – ela me avisou e estranhei.

- Mas já? – perguntei.

- Sim e eu já vou indo. – ela disse arrumando sua bolsa no ombro.

- Ok, até amanhã. 

- Até amanhã, querida. – disse.

Fui para o meu quarto e joguei minha mochila em cima da cama, me despi e fui logo tomar um banho, eu sentia minha barriga roncar de fome. Tomei um banho rápido e vesti uma roupa para ficar em casa mesmo. Amarrei meu cabelo de qualquer jeito e sai do quarto. 

- Kate? – ouvi meu pai me chamar.

- Estou chegando. – disse e cheguei à sala.

- Sente-se, precisamos conversar. – minha mãe disse.

Receosa, me sentei.

- Aconteceu alguma coisa? – perguntei.

- Você sabia que a Caitlin bateu em uma garota? – minha mãe perguntou.

- Ham... Eu soube hoje na faculdade. – disse.

- William me ligou contando sobre o ocorrido. – meu pai continuou.

- Não acho que essa atitude da sua prima combine com você. Não queremos que você siga o mesmo que a Caitlin, e ache que tudo se resolve agredindo uma pessoa. – minha mãe disse rude.

- Ela não fez por mal ...

- Como não? Ela bateu na garota por bem? – minha mãe perguntou. – E não venha defender a sua prima, o que ela fez foi errado.

- Eu não estou a defendendo, só disse que ela não fez por mal. – disse baixo.

- Nós não gostamos da atitude da Caitlin, então achamos melhor ela não passar mais aqui para te levar à faculdade. – meu pai disse.

- O quê? Vocês estão me proibindo de ver a minha prima? – perguntei incrédula.

- Você a vê na faculdade, mas ela não vai mais te levar. Seu pai fará isso. – minha mãe disse.

- Eu não estou acreditando nisso. – disse irritada.

- Acredite! – minha mãe disse. – Não quero você mal falada.

- Mas ela é minha prima. – disse. – Pai... – o olhei para que ele me ajudasse.

- Já está decidido. – minha mãe disse firme. – Podemos ir almoçar agora.

- Perdi a fome! – disse com raiva e sai pisando firme.

Voltei para a minha cama, só Deus sabe a raiva que eu estava sentindo. Eles não podiam fazer isso. Não tem nada demais a Caitlin me levar à faculdade só porque ela bateu na Ema. Ela fez isso para me defender. Minha mãe sempre tomando as rédeas da situação. Bufei irritada e peguei meu celular, afim de ligar para a Caitlin.

- Alô? – ela disse após atender.

- Caitlin, você não sabe o que aconteceu. – disse bufando.

- O quê? Você me parece irritada. 

- Meus pais souberam que você bateu na Ema e não querem que você passe aqui para me levar a faculdade. 

- O QUÊ? – ela berrou no celular. – Não tô acreditando nisso. Mas só por causa disso?

- Sim, você sabe como é a minha mãe, com certeza deve ter enchido a cabeça do meu pai.

- Fala sério, cara. A sua mãe exagera em. – ela disse indignada.

- Estou com muita raiva. 

- Eu vou falar com meu pai, ele que foi fofocar para o tio Erick. – ela bufou.

- Não vai adiantar de muita coisa. 

- Eles não podem fazer isso, nós somos primas, o que tem de mal nisso? E a Ema mereceu, se eu pudesse, batia ainda mais. Argh, que ódio. 

- Deixa isso pra lá, não tem mais jeito. – murmurei.

- Você sabe até quando eles não querem que eu te dê carona? – perguntou.

- Não faço ideia. Meu pai vai me levar agora. Que saco.

- Mas seu pai não é todo ocupado na empresa?

- Sim, é. Me parece que para algumas coisas ele rapidamente abre exceção.

- Isso não é justo. – ela disse.

- Como sempre Dona Lauren fazendo minha vida ser mais difícil. – disse.

- Vou falar com meu pai, talvez ele convença o seu pai.

Ficamos conversando mais um pouco, tive que desligar por causa de batidas em minha porta. Nem mandei entrar e minha mãe adentrou meu quarto.

- Desça e vá almoçar. – ela disse.

- Não estou com vontade. 

- Não perguntei se está com vontade, estou mandando você ir almoçar. – ela disse arrogante.

- Eu não vou comer a força. 

- Então vai ficar muitos dias sem comer, porque não vamos voltar atrás com a nossa decisão. 

- Isso que você está fazendo não é justo! – disse a olhando.

- Eu sou sua mãe e sei o que é melhor para você. 

- Sabe mesmo o que é melhor para mim, incluindo me jogar naquele convento e ir me ver uma vez por mês. Com certeza isso foi o melhor para mim. – disse sem nem pensar duas 
vezes.

- Vai jogar na minha cara agora? Tudo o que eu fiz foi pensando no seu bem estar, não seja mal agradecida! – esbravejou.

- Eu não vou te agradecer por ter me jogado naquele lugar, não vou mesmo. – disse firme.

- Olha como você fala comigo, Kate! Já deve ser influência da sua prima...

- A Caitlin não tem nada a ver com isso, não a meta nessa conversa. Ela é a minha única amiga e você a quer separar de mim. – disse sentindo um nó formar em minha garganta.

- Ela não é uma boa influência, ela bateu em uma garota sem mais nem menos. 

- O que é então uma boa influência para mim? 

- Quando você estava no convento você não era assim. Está arrogante e irônica nesses poucos meses que está aqui.

- Eu só estou cansada de tudo isso, estou cansada de você querer decidir as coisas por mim. Por acaso me perguntou se eu queria ir para aquele lugar? – perguntei sentindo meus olhos marejarem. – Passei três anos da minha vida naquela porcaria!

- Você tinha quinze anos, era menor de idade, não tinha idade para decidir nada. 

- Custava me perguntar se eu queria ir?

- Você não tinha e não tem querer, Kate! Eu não tenho tempo para ficar discutindo o que você quer ou não da vida. E não me encha mais a paciência, se não, eu te coloco lá de novo.

- Eu pensei que tivesse uma mãe, mas estou vendo que tenho um monstro fantasiado de mãe. – disse amargurada e senti um tapa forte em meu rosto.

- ME RESPEITE, EU AINDA SOU SUA MÃE. – ela gritou enquanto eu chorava.

- SAI DAQUI! – disse aos gritos em meio ao choro.

- Você que não me merece como mãe, fica ai chorando. – ela disse e fechou a porta com força.

Desabei a chorar. Como ela podia ser assim comigo? Eu sai de dentro dela e ela me trata indiferente, como se não tivesse nenhum sentimento por mim. Agarrei em meu travesseiro e não abafei meu choro, ouvi a porta ser aberta.

- Kate? – ouvi meu pai me chamar. – Querida! – ele sentou na cama. – O que houve? Só ouvi os gritos do corredor.

- Papai. – disse largando o travesseiro e o abracei forte. – Porque ela faz essas coisas comigo? – perguntei entre soluços, enquanto ele alisava minhas costas.

- Fique calma, eu estou aqui. – ele sussurrou e separou o abraço. – Lauren bateu em você? – perguntou olhando meu rosto e assenti com a cabeça. – O que aquela mulher tem na cabeça? Quando você nasceu, combinamos que agressão física nunca resolveria nada.

- Eu perdi a cabeça e disse coisas que não deveria. – disse.

- Não se culpe, eu conheço a sua mãe há mais de vinte anos e sei como ela é. – ele disse me confortando.

- Pai, porque eu fui para aquele convento? Eu não queria, pai. – disse chorando e voltei a abraça-lo.

- Filha, naquele tempo estávamos ocupados demais, você tinha apenas quinze anos. O trabalho exigia muito de nós, sua mãe deu a ideia de te colocarmos lá. Não pensei que tivesse feito tão mal à você. 

- Vocês iam me ver uma vez por mês... 

- Me desculpe por isso, filha. Eu não queria. – ele beijou meus cabelos. – Mas agora você está conosco, tudo vai mudar.

- Proibindo a Caitlin de vir aqui? 

- É só questão de tempo, depois tudo vai se normalizar. – ele garantiu. – Fique bem, eu preciso me arrumar para ir trabalhar.

Assenti com a cabeça e ele levantou-se.

- Eu amo você. – ele disse e sorri deixando uma lágrima escapar.

Meu pai saiu do meu quarto e me deitei agarrada em meu travesseiro já molhado das minhas lágrimas.

Passei a tarde praticamente chorando, fiquei em dúvida sobre o que tinha mais doído, o tapa ou as palavras da minha mãe. Por volta das quatro da tarde, tomei um banho e coloquei um vestidinho rodado, penteei os cabelos, assim que terminei de me arrumar, sai do meu quarto com o celular na mão. Peguei minha chave e sai de casa. Precisava respirar um ar, espairecer um pouco. Andei sem destino por um tempo, até chegar a praça que caminhei com a Caitlin dias atrás. Me sentei em um dos bancos, já tinham pessoas correndo em volta da praça.

O vento batia em mim, fazendo meus cabelos voarem. Respirei fundo e fiquei fitando o nada. Minha vida até agora não tinha feito nenhum sentindo, não sei porque minha mãe insistia em ser tão rígida comigo. 

Justin Bieber’s POV

Estava dormindo quando sou acordado pelo toque do meu celular. Praguejei o ser e atendi, sem nem ver direito.

- O que? – perguntei.

- Estava dormindo, donzela? – ouvi a voz debochada de Ryan na linha.

- Não, estava comendo sua mãe. – disse e ele riu.

- Respeita minha coroa, viado. Bora correr? 

- Correr? Pra quê? – perguntei me sentando na cama e coçando os olhos.

- Ora pra quê. Entrar em forma, gayzão! Quatro e meia estamos passando ai.

- Eu não disse que ia. – resmunguei e ele desligou na minha cara.

Mas é um viado mesmo. Olhei no visor e eram quatro e dez da tarde, bufei e me levantei cambaleando até o banheiro. Tomei um banho rápido, escovei os dentes e sai nu mesmo do banheiro indo procurar uma roupa. Vesti minha boxer, um calção de malha fila, um blusão, meias e tênis. Ajeitei meu topete e fui esperar os cuzões lá em baixo. 

O que a pessoa não faz por amizade.

Ouvi a campainha ser tocada e sai de casa, dando de cara com meus amigos gays, Christian, Chaz e Ryan.

- Vocês não tem o que fazer não? – perguntei fechando a porta.

- Não, por isso que vamos nos exercitar. – Christian disse se alongando feito uma bicha.

- Viado! – murmurei rindo.

A sorte que aqui perto tem uma praça que as pessoas costumam se exercitar, já fui várias vezes, aliás. Fomos conversando até chegar à praça.

- O que cansar primeiro, paga uma rodada de cerveja. – Chaz disse.

- Fechô. – dissemos juntos.

Começamos a nos alongar para não dar uma câimbra na hora da corrida e rolei meus olhos pela praça. Já tinham umas pessoas correndo, outras sentadas nos bancos, algumas mulheres passeando com seus filhos. Olhei para um banco e vi uma garota sentada, me pareceu bastante com a Kate, eu devo tá enxergando coisas.

- O que será que a Kate tá fazendo aqui? – Ryan perguntou.

- Ah que bom que você tá vendo também, pensei que estivesse vendo coisas. – disse e eles riram.

- Estranho, ela sozinha aqui. – Christian disse.

- Eu vou lá, comecem que depois acompanho vocês. – disse.

- Beleza! – eles disseram.

Fui até o banco onde a Kate estava. Ela estava tão aérea encarando o nada que nem percebeu minha presença.

- Kate? – a chamei. Foi como se ela despertasse de seus pensamentos.

- Justin? – ela perguntou surpresa. – O que faz aqui? 

- Eu que te pergunto. – disse me aproximando dela.

Notei que ela estava com um semblante triste e seus olhos estavam inchados. Ela andou chorando.

- Nada, estava pensando na vida. – ela respondeu e olhou para frente.

Me sentei do seu lado e fitei seu rosto. Vi a marca de dedos.

- Quem fez isso em você? – perguntei e ela me olhou.

- O que? 

- Quem te bateu? – perguntei já sentindo raiva.

Quem teve a ousadia de bater na Kate?

- Minha mãe me deu um tapa. – ela disse triste encarando seus dedos.

- Porquê? – perguntei e ela respirou fundo.

- Ela não quer me ver feliz, Justin. – ela disse num fio de voz e a puxei para um abraço.

- Me conte o que aconteceu. – pedi acariciando suas costas enquanto ela chorava baixinho em meus braços.

Com muito custo, Kate me contou sobre a discussão que teve com a mãe. E sobre a Lauren ter proibido a Caitlin de passar lá. Essa mulher não gira bem.

- Seu pai não fez nada? – perguntei.

- Ele fica do meu lado, mas não intervém nas decisões da minha mãe. – ela respondeu.

- Sua mãe não deveria ter dito essas coisas. – disse com raiva. – E nem te batido.

- Eu disse que ela era um monstro. – ela riu fraco e ri.

- Você foi corajosa, baby. – disse rindo e beijando sua testa. – Não fique triste, ela vai se 
arrepender de tudo isso.

- Tá tudo bem. – sorriu fraco. – E você, veio fazer o que aqui?

- Vim correr com os garotos. Pelo visto, vou pagar a rodada de cerveja para eles. – disse e ela riu.

- Pode ir, vou ficar bem. – ela disse.

- Não gosto de ter ver assim. – disse a olhando nos olhos.

- Obrigada por se importar comigo, você é um grande amigo. 

- Você sabe que sou muito mais que isso. – disse e segurei em seu queixo, depositando um beijo em seus lábios.


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Continua?
Obrigada por todos os comentários!

E sobre DL, quando eu achar que vocês estão dando valor a fic, eu volto postá-la. Já falei várias vezes aqui sobre questão de comentários, e como funciona aqui. Eu não vou me chatear mais com isso. Eu não tenho nada a ganhar.

Eu sei que boa parte daqui comenta, e MUITO obrigada por isso. Vocês sabem que eu não ganho nada em troca fazendo o que eu faço. Eu sei que é chato ler reclamações sobre comentários, mas acreditem, é MAIS CHATO AINDA ser cobrada por capítulos todos os dias, posto e o que acontece? As pessoas tem preguiça de comentar, eu também morro de preguiça de escrever capítulos, porém to aqui. Aprendam a dar valor ao que as pessoas fazem, como eu disse, NÃO GANHO nada em troca, e quando eu cansar, vai ser de vez. Não vai ter pedido de ninguém que faça eu voltar.

Bom, fiz uma enquete aqui no blog, para quem lê pelo celular, não aparece, então segue as seguintes instruções para conseguir votar:
1- Vá até lá em baixo e vai ter " Visualizar versão para Web".
2- Clica e automaticamente o blog atualiza.
3- Do lado vai aparecer a enquete.

É isso! Consciência galera. 

Até mais. <3

Campanha Salve os Blogs. Blogs ativos:



terça-feira, 29 de novembro de 2016

The Apprentice - Eleventh chapter




Vinte minutos depois, o jogo terminou. O time dos garotos ganhou. Não valia nenhum prêmio, nem nada, porém eles comemoraram quando saíram da quadra. Pude perceber que eles eram os queridinhos da torcida presente, pois durante todo o jogo torciam por eles. 

- Eles mandam bem. – meu pai disse.

Não disse nada. Não sei nada sobre jogos. Observei os garotos andando e algumas garotas os parando, trocando sorriso com eles. Vi Ryan todo assanhadiço para cima de uma das garotas. 

Garotos!

Eles deixaram as garotas para trás e foram em direção ao bebedouro da quadra. 

- Então querida, como está na faculdade? – meu pai me perguntou, tomando minha atenção.

O olhei e dei uma mordida na barra de chocolate que ele comprou. 

- Vai bem. É um curso muito legal e você sabe que eu gosto. – respondi. 

- Se eu não tivesse me formado em Administração, certamente teria feito faculdade de Arquitetura. – ele disse e o olhei surpresa.

- Sério? – o perguntei.

- Não. – ele soltou uma risada. – Sou péssimo com desenhos, querida.

- Que pena. – lamentei.

Seria bem legal ter um pai arquiteto, ele iria poder me auxiliar nessa minha nova etapa. 

- Eai tio, gostou da nossa partida? – esse era Chris se jogando do lado do meu pai.

- Gostei. Já pensaram em entrar para algum time de basquete? – meu pai perguntou enquanto Justin, Ryan e Chaz sentavam-se também.

- Nenhum time daqui é páreo para tanto talento. – Ryan disse se gabando e eles riram.

- Ainda vão ter jogos? – meu pai perguntou.

- Sim. Daqui a pouco tem outro. – Chaz respondeu.

- Tio, viu como o Justin é bom de buraco? Ele acerta todas! – Chris disse e pude sentir o duplo sentido em sua voz.

Não só eu, como os garotos perceberam e começaram a rir. Olhei para Justin que estava rindo e senti minhas bochechas queimarem.

- Sim, vi. O garoto é bom. – meu pai respondeu inocente e eles continuaram rindo.

Posso cavar um buraco aqui, entrar e nunca mais sair? 

- Vai começar outro jogo. – Ryan disse e outros garotos começaram a entrar em quadra. 

A partida começou e os garotos não paravam de gritar do meu lado, como se eles fossem treinadores dos times. Mandavam passar a bola, cercar o adversário e meu pai estava adorando isso. Tanto que ele estava fazendo o mesmo. Só conseguia rir um pouco confusa daqueles rapazes enlouquecidos por basquete. 

- Meu Deus, que burro! Passa essa bola. – Justin berrou do meu lado.

- Eu tô quase entrando nessa quadra e indo jogar por eles. – Chaz disse e dei risada.

- Até eu sou melhor. – meu pai disse.

E foi assim até o fim do jogo, era o último da noite e já estava ficando tarde, quase dez da noite. 

- Me avisem quando tiver outro jogo. – meu pai disse enquanto saíamos da quadra. 

As pessoas já estavam indo embora também. 

- Pode deixar. – Ryan respondeu.

- Hey caras! – ouvimos alguém falar.

Era um garoto, estava com uma blusa do curso de Educação Física, eu não o conhecia, mas os garotos sim. 

- Eai cara. – Justin disse.

- Valeu por ajudarem a completar o time. Vocês sempre tão aí ajudando. Valeu mesmo. – ele disse cumprimentando cada um.

Devo ter visto já esse garoto nos corredores da Universidade.

- Se precisar, estamos aqui. – Ryan disse. 

- Vou indo nessa, falow! – ele disse dando tchau e distanciando.

Chegamos até onde o carro do meu pai estava estacionado. 

- Boa noite garotos! Amanhã tenho que está de pé logo cedo. – meu pai reclamou.

- Boa noite! – eles disseram um de cada vez.

- Até amanhã, meninos. – disse.

- Não vai nos abraçar? – Chris perguntou abrindo os braços.

- Oh não, vocês estão suados. – disse fazendo careta.

Os garotos se entre olharam, naqueles famosos olhares que não precisava falar nada que já se entendiam e quando menos esperei, os quatro vieram me abraçar. Todos suados. Eca! 

- Aaah que nojo! – resmunguei enquanto ouvia a risada do meu pai.

- Nossa, que abraço de urso gostoso! – Ryan disse.

- Eu odeio vocês. – disse e eles desfizeram o abraço, rindo.

- Vamos querida? – meu pai me chamou abrindo a porta do carro.

- Vamos. Tchau, nojentos! – disse abrindo também.

Eles riram novamente, olhei para Justin e ele piscou para mim. Sorri e entrei no carro. Meu pai deu partida e dei tchauzinho para eles.

- Tinha esquecido como é legal ser adolescente. – meu pai disse sorrindo. 

É realmente muito legal. Uma vida acadêmica complicada, vida social complicada, relacionamentos complicados, tudo é complicado. 

Chegamos em casa, estava um silêncio a propósito. Minha mãe já deve estar dormindo. Andamos pelo corredor nas pontas dos pés e paramos em frente ao meu quarto.

- Amei a noite de hoje, pai. – disse sincera. 

- Eu também querida. Às vezes é bom sair do padrão.

- Você tem que sair mais vezes. 

- Vou pensar nisso. Agora preciso ir descansar, boa noite querida. – ele disse e beijou minha testa.

- Boa noite, pai. – disse e entrei no meu quarto. 

Fui tomar um banho, aliás, estava cheirando a suor daqueles nojentos. Coloquei meu baby doll e me deitei. Tive que esperar até às dez e meia para tomar o comprimido, em seguida, adormeci.

(...)

Acordei oito horas da manhã. Eu tenho que lembrar de colocar esse despertador pra mais tarde, sempre acordo morrendo de sono. Zonza de sono, fui até o banheiro, tomei um banho para despertar, fiz minhas higienes e escovei os dentes. Sai enrolada no roupão e estremeci de frio. O frio em Stratford já estava começando a judiar. Coloquei uma roupa que me deixasse aquecida e sai do meu quarto, mexendo no celular. 

- Bom dia! – disse para Carla, que tomou um breve susto.

- Bom dia, querida. – ela disse sorrindo. – Está com fome? – assenti com a cabeça. – Vou servir seu café.

De uma coisa eu sei, Carla irá para o céu. Já sei que não vou mesmo. Lembro-me da madre falando  uma lista de coisas para que a gente alcance a graça eterna, e nenhuma delas envolve transar com o amigo de infância, antes do casamento. 

- Aqui está. – Carla me despertou dos pensamentos, colocando uma xícara de café com leite à minha frente e do lado um pedaço de bolo de chocolate.

- Obrigada! – disse lambendo os beiços. 

Tomei meu café enquanto Carla foi varrer a casa, depois que terminei, até me ofereci para ajudar, porém ela recusou a ajuda dizendo que esse era seu trabalho. Então, fui para o meu quarto. Tinham algumas plantas de casas para eu calcular. Tomei um susto, quando chegou uma mensagem do WhatsApp no meu celular. 

Bom dia, gostosa! Está acordada?

                   Justin.

Ri fraco com seu tratamento. 

Bom dia! Devo estar dormindo ainda.

                     Kate.

Esperei que ele respondesse, porém ele acabou me ligando.

- Vem aqui em casa. – ele disse assim que eu atendi.

- Na sua casa? Fazer o que? – perguntei confusa. 

- Preciso que venha até aqui. Minha mãe saiu. – ele disse.

- São quatro quarteirões até a sua casa. – reclamei.

- Deixa de ser preguiçosa, Kate. – ele disse. – Vem, baby. – disse manhoso.

- Espero que seja por um bom motivo. – disse por vencida.

- É um ótimo motivo. Até logo. – ele disse e desligou.

Me levantei preguiçosa, calcei meus chinelos e fui me olhar no espelho. Iria continuar com minha calça e a blusa de moletom. Está fazendo frio, qualquer roupa é aceitável. Penteei meus cabelos, peguei meu celular e sai do meu quarto. 

- Carla? – a chamei.

Ela apareceu com um aspirador de pó. 

- Sim, querida. – ela disse.

- Vou dar uma saída. 

- Tudo bem. – ela respondeu.

Abri a porta de casa e o vento frio me fez encolher. Coloquei os pés fora da calçada de casa e quase me bateu um arrependimento por ter saído da minha cama quentinha. Comecei a caminhar pelas ruas e tinham algumas pessoas caminhando com seus cachorros, senti dó dos bichinhos, nesse frio é maldade.

 As ruas estavam um pouco úmidas, deve ter chovido a noite e nem percebi. Andei um, dois, três, quatro quarteirões até chegar a casa do Justin. Ainda bem que os quarteirões não eram tão extensos. Subi na calçada da sua casa e toquei a campainha. Meio minuto depois, Justin abriu a porta para mim.

- Entra! – ele disse dando passagem.

Entrei e dei graças a Deus pela casa estar aquecida. Pude descruzar os braços. 

- Gostei do look. – ele disse.

- Tá zoando com a minha cara? – perguntei e ele riu. 

Negou com a cabeça e me puxou pela mão, fazendo meu corpo colar com o seu. Em seguida, rodeou seus braços em volta de mim, me fazendo sentir o calor do seu corpo.

- Você está gelada, baby. – ele disse e beijou minha testa. 

- Queria que eu viesse aqui para quê? – o perguntei.

- Vamos ter mais uma aula. – ele disse mordendo os lábios.

Estremeci e senti meu coração bater mais rápido.

- Eu pensei que fosse uma coisa mais séria. – disse o olhando.

- E é! Quer que eu entre em abstinência de sexo? – ele perguntou indignado. 

- Você é um pouco dramático, em. – respondi e ele riu.

- Vamos para o meu quarto. A Dona Pattie irá demorar. – ele disse pegando em minha mão e me arrastando para seu quarto.

Chegando ao seu quarto, entramos e Justin passou a chave na porta. Me sentei na cama e fiquei o olhando. Nem percebi que ele usava uma calça de moletom também, que aliás, cai bem em seu corpo. E uma blusa preta de malha fina. 

- Temos uma posição nova para as preliminares. – ele disse.

- Qual? – perguntei mordendo a ponta do lábio. 

Isso sempre me deixava nervosa. 

- É a meia-nove. Já ouviu falar? – ele perguntou e neguei com a cabeça.

- Sério que esse número é uma posição? – perguntei e Justin riu. 

- Sim, você vai entender quando fizermos. – ele disse tirando sua blusa, jogou em qualquer lugar e veio em minha direção. 

Segurou em minha mão me fazendo levantar. Ele segurou na barra da minha camisa e começou a levantar, mantendo contato visual comigo.

- Já estou com frio. – disse, sem a camisa.

- Daqui a pouco você vai se derreter em minhas mãos. – ele disse em um tom sexy e fiquei envergonhada. 

Justin segurou em minha cintura e me puxou com força para o seu corpo. Ele me olhou nos olhos e grudou sua boca na minha. Minha pele quente em contato com a sua era uma sensação única. Sua mão firme em meu quadril me fazia arfar entre o beijo. Ele estava sedento e me beijava com vontade. Passei minhas unhas na extensão das suas costas e senti Justin se arrepiar, minhas ações já eram automáticas quando estava com ele. Parecia que meu corpo já sabia exatamente o que fazer para agradá-lo.

Justin levou suas mãos até o feixe do meu sutiã e o abriu, liberando meus seios. Ele separou nossos lábios e olhou para meus seios, que estavam arrepiados e com os mamilos rígidos por corta do frio e a situação que nos encontrávamos. Arfei quando senti suas mãos em volta deles, massageando devagar. Justin voltou a me beijar enquanto seus dedos brincavam com meus mamilos. Gemi entre o beijo quando ele os apertou. Tateei seu corpo até chegar a barra da calça, segurei e puxei para baixo. Justin separou nossos lábios e me ajudou a se livrar da calça de moletom. Seu pênis já marcava bastante sua cueca boxer branca. 

- Deite-se. – ele mandou. 

Me deitei em sua cama e Justin puxou minha calça, que também era de moletom. Quem sobrevive a um frio desse sem essas peças confortáveis? Fiquei apenas de calcinha e ele mordeu os lábios olhando meu corpo. Não importa quantas vezes a gente transe, mais eu sempre irei ficar envergonhada. 

- Estava esperando por isso. – ele riu, divertindo-se da minha cara.

Ele pegou em minha perna e depositou alguns beijinhos, me fazendo cócegas. Comecei a rir enquanto ele subia os beijos, passando pelo meu quadril, minha barriga e beijou entre meus seios. 

- Para de rir. – ele disse e dei risada.

- Está me fazendo cócegas. – respondi segurando em sua nuca.

Justin desceu sua mão até chegar em minha intimidade, onde ele começou a massagear.

- Isso faz cócegas? – ele perguntou provocando. 

Neguei com a cabeça mordendo os lábios. Fechei os olhos sentindo seus dedos passear pela minha vagina. Abri os olhos quando ele parou e saiu de cima mim, segurou na barra da minha calcinha e a puxou, me deixando completamente nua. Ele mesmo tirou sua última peça do corpo, a cueca. Justin voltou a ficar em cima de mim e me beijar, senti seu pênis encostar-se em minha barriga. O clima que antes estava frio, começou a esquentar no quarto. 

Era sempre assim, quando ele me tocava, meu corpo se acendia de uma tal forma que não conseguia explicar. Passei minhas mãos por seu abdome, até chegar em seu pênis. Segurei e fiz alguns movimentos de vai-e-vem fazendo Justin gemer em meus lábios. Eu gosto quando ele geme, é sinal que eu estou aprendendo e ele gostando. Ele separou nossos lábios e do nada, deitou-se do meu lado. 

- O que foi? Fiz alguma coisa errada? – perguntei e ele riu fraco.

- Não baby, você não fez nada de errado. Venha, fique de quatro em cima de mim, só que com essa bunda gostosa empinada no meu rosto. – ele disse sexy e ri envergonhada.

Me levantei e fiz o que Justin pediu. Aquela posição era um tanto estranha, no meu rosto estava seu pênis já ereto, desse jeito eu iria mesmo me engasgar. 

- Isso! Agora empina mais e abaixa. Quero colocar minha boca em você. – ele disse e me baixei um pouco. 

Senti sua respiração quente entre minhas pernas e estremeci. Justin passou sua língua quente em minha vagina e um espasmo percorreu pelo meu corpo.

- Essa é a melhor forma de receber prazer ao mesmo tempo que você dá. – ele disse com as mãos em minha bunda e apertou. – Você só precisa me chupar, tente não se engasgar, Kate. – ele disse brincalhão. 

Ri fraco e segurei em seu membro que já estava no meu rosto. Passei a língua e ao mesmo tempo, Justin passou sua língua em mim. Coloquei seu pênis na boca e ele começou a fazer movimentos circulares na minha vagina. Era difícil se concentrar em algo quando se tinha Justin fazendo um oral. 

- Me chupa, Kate. – ele pediu e sua língua me invadiu. 

Gemi abafado e o masturbei, em seguida o coloquei na boca de novo. Aumentei um pouco a velocidade a medida que Justin movia sua língua em mim. Ele gemeu abafado, já meus gemidos estavam mais do que abafados, com seu pênis na minha boca. A parte que não cabia, com a mão eu masturbava. Justin dava pinceladas com a sua língua que me fazia ir ao céu e voltar. 

Que pecado, no céu não tem essas coisas Kate. Retira o que eu pensei. Eu estava tão vulnerável que sentia que a qualquer momento iria gozar. As mãos de Justin apertavam minha bunda com força, ele estava inquieto, e deduzi que logo ele gozaria. Não parei com as mãos e a boca até sentir seu líquido jorrar em minha boca. Ele também não parou com a sua língua e agora dedos, em mim. Tirei seu pênis da boca e me permiti gemer alto sentindo meu orgasmo. Tive que ter forças para não cair em cima de Justin depois daquela explosão de alívio. 

- Viu como é bom? – Justin disse com um sorriso de satisfação nos lábios. 

Sai de cima dele, me ajeitando.

- Agora entendi porque é meia-nove. – disse pensativa e ele riu. 

Justin voltou a ficar em cima de mim, entre as minhas pernas. 

- Que ótimo, sem camisinha. – ele disse beijando minha barriga e ri.

Ele me olhou nos olhos e começou a entrar em mim, tão lentamente que era quase uma tortura. Segurei em seu pescoço e puxei para mim, iniciando um beijo. 

Ele começou a mover seu quadril para frente e para trás, fazendo um barulho devido à intensidade. Apertei os lençóis da cama, enquanto ele me tinha por completo. Justin levou seus lábios para meu pescoço e começou a depositar alguns beijos, hora chupava minha pele, hora beijava. Nossos gemidos se confundiam e a nossa sincronia era a mesma.

(...)

Justin me fez chegar ao orgasmo duas vezes e eu sentia minhas energias esgotadas. Estávamos deitados assistindo um documentário qualquer que passava na TV. Eu deitada em seu peito e sua mão corria para cima e para baixo em minhas costas. Já tínhamos vestido nossas peças de roupas, menos eu, que não vesti minha blusa. Justin disse que gostava de sentir minha pele passando por seus dedos. 

Ai Deus. 

- Preciso ir. – respondi tomando sua atenção para mim. 

- Já? – ele perguntou. 

- Sim. A Carla deve estar preocupada. 

- Não a avisou que iria sair? – perguntou me olhando.

- Avisei. Mais já são quase onze da manhã, Justin. – disse e ele riu fraco. – Cadê a tia Pattie?

- Boa pergunta. Até agora não chegou. – ele respondeu.

- Bom, tenho que ir. – disse me apoiando no braço esquerdo para me levantar, porém Justin me puxou para cima do seu corpo. – Ah não, Justin. Eu preciso mesmo ir.

- Não. – ele disse.

- Sim. – respondi. – Me solta, vai!

- Só se me der muitos beijos. – ele disse fazendo bico.

Ri nasalada e segurei em seu rosto, depositando vários beijinhos. Ele sorria lindamente recebendo os beijos. 

- Eu te levo em casa. – ele disse.

Assenti e nos levantamos. Me olhei no espelho do quarto do Justin e dei uma organizada nos meus cabelos. Saímos do seu quarto, passando pela sala e depois saímos da sua casa. 

- Espera aqui, vou pegar o carro na garagem. – ele disse e eu assenti.

Me abracei enquanto esperava Justin, pelo visto o dia seria frio. Ele parou a minha frente, entrei no carro e seguimos para minha casa.

- Entregue! – ele disse assim que chegamos.

- Obrigada. – disse abrindo a porta.

- Não tá esquecendo de nada? – ele perguntou. 

- Não, meu celular tá aqui comigo. – disse mostrando e ele riu.

- Boba. – ele respondeu e me puxou para um beijo.

Ele quer realmente que alguém nos pegue. 

- Você é louco. – disse depois do beijo.

- Um pouco. Até a Universidade, baby. – ele disse.

- Até. – sorri para ele e sai do carro.

Justin piscou para mim e saiu cantando pneus. Entrei em casa e encontrei Carla lavando umas louças.

- O almoço está pronto. – ela disse.

- Vou esperar meus pais. – respondi.

- Eles ligaram avisando que não iam almoçar aqui. – ela respondeu. 

- Ah ok. – murmurei. – Vou tomar um banho e já desço para almoçar. 

Ela assentiu com a cabeça e subi para meu quarto. Tomei um banho relaxante, me enrolei no roupão e me olhei no espelho. Virei o pescoço e vi uma pequena mancha vermelha no meu pescoço, meu Jesus amado. Fui para o closet, escolhi uma calça jeans apertada, uma blusa de mangas compridas e separei um casaco para levar. 

Fui até minha penteadeira, peguei minhas maquiagens e passei um pouco de base naquela mancha vermelha, espero que não fique roxa. Me arrumei toda e desci para almoçar.

(...)

No dia seguinte...

Hoje teríamos aula pela manhã, era difícil me manter acordada, sendo o que eu mais queria era dormir.

- Tchau, Carla. – sorri dando tchau para ela, Caitlin já estava me esperando na porta. 

- Tchau, querida. – ela respondeu sorrindo. 

Sai de casa e entrei no carro da Caitlin.

- Oi prima. – ela respondeu sorrindo. 

- Oi! Tudo bem? – perguntei.

- Tudo indo e com você? – ela perguntou seguindo caminho para a Universidade. 

- Estou bem. Me diz, porque ficou de castigo? – perguntei curiosa.

- Bom... – ela começou desconfortável.

- Andou aprontando? – perguntei e ela assentiu rindo.

- Foi e meus pais só descobriram por causa da puta da Ema. – ela respondeu raivosa.

- O que ela fez? – estranhei. 

- Eu que fiz. – ela disse.

- Da pra contar tudo? Me deixou confusa. – disse.

- Então, eu não gostei nadinha do que a Ema fez com você...

- Caitlin, você foi tirar satisfação com a Ema? Não precisava. 

- Claro que precisava. Não só tirei satisfação como dei uns tapas na cara dela. – ela disse orgulhosa e a olhei espantada. 

- Você o que? Meu Deus, você é louca. 

- Um pouco. – ela sorriu. – Marquei com ela na praça perto lá de casa, eu inventei que íamos sair com uns caras e precisava que ela fosse comigo. Só que chegando lá, eu arrebentei a cara dela. 

- Meu Deus! Não acredito nisso. Você não deveria ter feito isso. – disse abismada.

- Deveria sim e faria de novo. Ela é uma puta folgada e depois dos tapas que eu dei nela, ela vai pensar umas mil vezes antes de abrir aquela boca pra falar algo pra você. 

- Eu não sei se brigo com você ou te agradeço. – disse e rimos. – Como seus pais souberam?

- Ela foi fazer um Boletim de Ocorrência na delegacia. – ela disse revirando os olhos e arregalei os meus. 

- Caramba! Foi tão grave assim?

- Não. Foram só tapas mesmo e ela pediu dinheiro para evitar processo. 

- Ela foi esperta.

- Foi. Mas espero que ela seja esperta também para não se meter com quem não deve. 

- Wow! Que perigosa. – disse e rimos.

- Já te contei que fiz MMA? – perguntou. 

O resto do caminho ela foi falando sobre o quão era bom fazer MMA. Entramos na Universidade e logo na entrada encontrei Paul, ele nos cumprimentou e seguiu caminho com os amigos dele. 

- Quero ver a Ema. – Caitlin disse.

- Pra quê? Chega de confusão porque se não, o tio vai te deixar de castigo pelo resto da vida. 

- Eu sei. – ela bufou. – Só quero ver as marcas dos meus dedos na cara dela.

Demos risada e continuamos andando. Encontramos os garotos no meio do corredor conversando, sobre o jogo de ontem. 

- Olá gatinhas. – Justin disse beijando a bochecha de Caitlin e depois a minha. 

- É impressão minha ou a cada dia que passa vocês ficam mais lindas? – Ryan perguntou fazendo o mesmo.

- Puxa-saco. – Chris disse.

Ryan deu dedo para ele e beijou nossas bochechas, Chaz fez o mesmo. 

- Tava querendo mesmo ver essa puta. – Caitlin disse olhando para frente.

Seguimos seu olhar e lá vinha Ema com duas amigas dela. Ela aproximou-se de nós e eu não pude segurar a risada, Caitlin tinha deixado boas marcas no rosto dela. 



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Continua?
Obrigada por todos os comentários!

Oi gente! Tudo bem? Eu tô de boas.

Ah, antes que eu esqueça, postei essa fic lá no Social, se quiser me amar por lá, pode ir, é só favoritar e comenta para eu saber que você leu. E ainda podemos ser amiguinhas, olha que legaaaal! 

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