Entre abri meus lábios e deixei que sua língua
percorresse por minha boca. Era um beijo cheio de saudades, posso dizer que até
de alívio por termos dado uma trégua naquela enorme briga. Justin pressionava
seus lábios contra os meus enquanto o beijo rolava, ele chupou minha língua com
força e eu quase enlouqueci. Eram dias sem sexo e simples toques já me deixavam
louca. Justin passou um braço em volta da minha cintura e rapidamente me pôs
deitada na cama, com ele em cima de mim. Meu celular começou a tocar, mas
Justin nem se importou e continuou me beijando. Dei uns tapinhas em seu peito
pra ele me soltar, mais foi em vão.
- Meu... Celular. – disse com dificuldade entre beijos.
- Deixa tocar. – Justin murmurou.
- Pode ser importante. – disse colocando meu dedo
indicador em seus lábios para que ele não voltasse a me beijar.
Ele mordeu meu dedo e dei risada.
- Saí. – disse.
Ele bufou e saiu de cima de mim. Me levantei e fui
procurar o meu celular. Quando o encontrei, vi o nome da Emily no visor.
- Oi Emily. – disse atendendo e olhando para Justin, que
revirou os olhos.
- Oi Mel. Só liguei pra saber como você está. – ela disse
e me virei indo para a janela.
- Eu to bem e você? Como estão as boates? – perguntei e
me encostei à grade.
- Estou bem. E as boates sempre cheias. – ela respondeu.
– Ah, eu fui ao Texas buscar o Henry, eu não estava aguentando de saudades.
Espero que não fique chateada por eu não ter avisado.
- Claro que não. Você não me deve satisfações, a não ser
das boates. – respondi.
- Ok, e o Jason? – ela perguntou.
- Está bem...
Respondi e tive um breve susto quando senti Justin atrás
de mim. Ele colocou meus cabelos para o lado e depositou alguns beijos molhados
e demorados abaixo da minha orelha. Emily continuava a conversa enquanto eu
tentava me concentrar e responder algo coerente. Justin não satisfeito, colocou
as mãos em minha cintura e foi adentrando pela minha camisa, seus dedos
arrastavam por minha barriga e queimavam minha pele como se fossem brasas.
Emily não parava de tagarelar, eu realmente nem estava prestando mais atenção
no que ela falava. Justin mordeu meu pescoço e apertou meus seios na mesma
hora, eu mordi meus lábios com força repreendendo um gemido.
- Mel? – Emily me chamou.
- O-oi. – respondi com certa dificuldade.
Justin deu risada pelo nariz, fazendo eu me arrepiar com
sua respiração em meu pescoço. Era o meu fim mesmo.
- Você está bem? – ela perguntou.
- Estou, depois a gente se fala ok? – disse.
- Tá bom. – ela respondeu.
- Tchau. – respondi e desliguei. – Seu cachorro!
Disse para Justin que gargalhou
.
- Eu estava falando com a Emily. – disse indo colocar o
celular no criado-mudo.
- Grande merda... – ouvi ele dizer.
Me virei e Justin estava atrás de mim. Em instantes ele
me pegou no colo.
- Justin, seu braço... – o avisei.
Ele nem me deu ouvidos e me jogou na cama. Justin teve um
ataque de espirros e ri alto.
- Do que você está rindo?- ele perguntou coçando o nariz
que já estava vermelho e subindo em cima de mim.
- De você.
- Ah é? – ele perguntou desafiador e levou as mãos até a
minha cintura, onde ele começou a fazer cócegas.
- Ah não Justin... – disse entre risadas.
- Não, o que? – ele perguntou sem parar de me fazer
cocegas e mordendo minha bochecha.
- Eu vou bater em... Vocêeeee. – disse com dificuldade.
- Eu estou machucado, Mel. – ele disse cínico.
- Pois não parece. – disse rindo. Minha barriga e minhas
bochechas já doíam de tanto rir.
Justin levantou minha blusa e começou a beijar minha
barriga, me fazendo cócegas.
- Eu vou fazer xixi nas calças. – disse rindo e Justin
gargalhou. – Paraaa! – dei um tapa em seu braço.
- Aaah porra. Meu braço Mel. – ele disse saindo de cima
de mim enquanto fazia careta.
- Oh desculpa, eu não sabia que era o machucado. – disse
o olhando. – Deixa eu ver.
Pedi e ele fez um bico enorme.
- Para de fazer manha. – disse e olhei o seu braço,
estava tudo normal. Dei um beijinho em seu ombro. – Pronto, agora vai sarar.
- Faltou aqui. – ele disse apontando para a bochecha
esquerda.
Dei um beijinho lá. Ele apontou para a outra, fiz o
mesmo. Depois para a testa, beijei também. Em seguida o queixo, dei outro
beijinho e por fim ele apontou pro seu enorme bico.
- Como você é dengoso, bebê. – disse dando um beijo
demorado em seus lábios.
- Faz tanto tempo que você não me chama assim. – ele disse
sorrindo.
- É porque você não estava merecendo, mas você continua
sendo meu bebê. – disse sorrindo de volta.
Justin me puxou para um abraço, me apertando forte contra
o seu corpo, respirei fundo inalando todo o seu cheiro. Ele desceu suas mãos até
a barra da camisa e a puxou para cima lentamente, me separei do abraço e
levantei os braços. Justin me olhava nos meus olhos fixamente, enquanto tirava
a camisa do meu corpo. Ele a jogou no chão e fitou meus seios cobertos pelo
sutiã.
- Eu senti falta de tudo isso. – ele sussurrou colocando
as mãos sob os meus seios e os apertando devagar. Arfei.
Justin segurou em meu queixo e aproximou seu rosto do
meu, iniciando um beijo lento e gostoso. Seus dedos foram para o feixe do meu
sutiã, em segundos ele foi aberto. Justin tirou meu sutiã e foi me deitando na
cama sem nem mesmo partir o beijo. Suas mãos foram para os meus seios, ele os
apalpou com cuidado, como se estivesse os tocando pela primeira vez. Justin
separou nossos lábios e foi descendo com beijos molhados até chegar em meus
seios, onde fechei meus olhos sentindo sua língua tocar meu mamilo direito.
Agora sim, eu iria ao céu, depois de tantos dias vivendo
um inferno.
Justin’s
POV
Abocanhei aqueles seios deliciosos que eu senti tanta
falta. Meu corpo estava todo fodido, mas eu estava em abstinência de sexo e não
iria parar agora. Lambi ao redor do seu seio direito, enquanto massageava o
outro com a mão. Mellanie estava inquieta debaixo de mim, eu sei o quanto ela
também sentiu saudades das nossas fodas. Minha língua fazia pressão sob seu
mamilo, e meu pau já dava sinal na minha boxer. Mordi seu mamilo rígido e ela
grunhiu. Sorri passando para o seu outro seio. Suas mãos estavam em minha nuca
fazendo carinho enquanto eu fazia o que bem quisesse com seus seios. São uma delícia.
Voltei a beijar sua boca, era um beijo desesperado com luxuria. Desci minhas mãos
até a barra da sua calça de moletom, e comecei a puxá-la para baixo. Separei
nossos lábios e sai de cima dela, Mel olhou para a minha ereção e mordeu os
lábios. Safada! Puxei sua calça e calcinha e joguei no chão. Foi a minha vez de
morder os lábios vendo sua boceta ali, toda pra mim.
Subi na beirada da cama e peguei em sua perna direita,
depositando mordidas. Mel começou a rir.
- Isso faz cócegas. – ela disse rindo.
A selei rapidamente e a puxei para cima, a encostando nos
travesseiros. Senti meu braço doer, ótima hora. Peguei em suas pernas e as
afastei, deixando Mel toda aberta pra mim. Ela me olhava safada esperando
alguma atitude minha. Me pus entre suas pernas e passei meu dedo indicador pelo
seu clitóris até a entrada. Mel se contorceu. Oh, ela estava molhada. Me
agachei entre suas pernas e dei um beijo em sua boceta, abri seus lábios
maiores com os dedos e chupei seu clitóris com força, recebendo em troca um
gemido abafado. Comecei a fazer movimentos circulares com a língua em seu clitóris,
Mel puxava meus cabelos enquanto gemia.
- Ahhmm Justin... – ouvi ela dizer entre gemidos.
Tirei minha boca da sua boceta e introduzi um dedo
devagar em sua entrada. Mel soltou alguns suspiros, me aproximei do seu rosto e
beijei seus lábios enquanto movia meu dedo em movimentos sequenciados. Mel
soltava suspiros pesados contra meus lábios, introduzi mais um dedo e ela
mordeu meu lábio inferior. Os curvei dentro dela e continuem a movimentá-los.
Mel passou as unhas sem piedade nas minhas costas que eu senti arder. Meus
dedos deslizavam rapidamente em sua boceta, ela estava tão lubrificada e logo
logo gozaria. Separei nossos lábios e voltei a chupar a sua boceta. Enrijeci
minha língua e passei em seu clitóris freneticamente, Mel gemeu alto arqueando
as costas. Aumentei a velocidade dos meus dedos, e em instantes senti seu
líquido quente escorrer. Tirei meus dedos dela e enfiei minha língua, sugando o
máximo para mim. Mel se contorcia toda na cama tendo espasmos de prazer.
- Oh goshhh! – ela gemeu alto apertando seus seios.
Chupei toda sua boceta, a deixando molhadinha. Levantei
da cama e tirei a minha boxer. Meu pau já estava rígido, o peguei pela base e
deslizei minha mão até a cabecinha, me masturbando. Mel me olhava passando a língua
em seus lábios e com sua mão em seu clitóris, a estimulando. Ela queria me
deixar louco. E estava conseguindo.
- Vira gostosa! – pedi e ela sorriu safada.
Mel se virou ficando de barriga para baixo, deixando
aquela bunda gostosa empinada para mim. Fiquei em cima dela e passei meu pau em
sua boceta o lubrificando, segurei em seus glúteos e pus meu pau no meio, movi
meu quadril para frente e para trás insinuando uma penetração. Mel empinou
ainda mais a bunda, ela estava gostando. Gostosa! Deslizei meu pau para dentro
dela e fechei os olhos sentindo aquela sensação maravilhosa. Comecei a mover
meu quadril lentamente, Mel apertava a colcha da cama a cada vez que eu ia
fundo. Segurei em seus glúteos os apertando com força, me concentrando para não
ir tão rápido. Eu queria curtir o momento e matar de vez por todas as saudades
que eu sentia do corpo dela junto ao meu.
Fiquei alguns minutos a penetrando devagar, então Mel
pediu pra ir mais rápido. Atendi seu pedido e aumentei a velocidade das
penetrações. Eu a entocava fundo e ela gemia alto. No quarto era possível ouvir
apenas nossos gemidos e o barulho dos nossos corpos se chocando. Pendi minha
cabeça para trás me concentrando para não gozar logo, mas era impossível. Já
sentia as veias do meu pau engrossando, apertei sua bunda com força deixando a
marca dos meus dedos ali, urrei alto enquanto gozava dentro dela. A entoquei
mais algumas vezes e tirei meu pau de dentro dela, dei alguns beijinhos
molhados em sua bunda gostosa e ela soltou alguns risos.
Mel levantou-se e me estendeu a mão.
- Vamos tomar banho? Eu estou com calor. – ela disse com
um sorriso malicioso nos lábios.
- Vamos. – concordei me levantando.
Segurei em sua mão e fiz ela dá uma voltinha.
- Sua bunda está linda com as marcas dos meus dedos. –
disse a abraçando por trás e beijando sua bochecha.
- Imagino que esteja. – ela disse sorrindo pelo nariz.
Caminhamos até o banheiro enquanto eu beijava sua
bochecha e mordiscava a sua orelha.
- Seu machucado está sangrando. – ela disse enquanto
tirava o curativo.
- Acho que fiz muito esforço. – disse rindo, ela revirou
os olhos e riu.
Fomos direto para o chuveiro, liguei o registro e Mel
pegou o sabonete liquido, despejando um pouco em sua mão.
- Deixa que eu dou banho em você. – ela disse me olhando
e esfregando as mãos, logo se formou espumas.
Sorri de lado concordando com a cabeça. Mel passou as mãos
em meu pescoço, ensaboando aquele local. Depois foi descendo para meu peito,
ela acompanhava suas mãos com os olhos, e eu mantinha meus olhos nela. Ela
colocou mais sabonete nas mãos e passou em meus braços, com cuidado para não passar
no machucado. Depois ela foi descendo para meu quadril, e chegou até o meu pau.
Ela deu um sorrisinho safado e me olhou, arqueei as sobrancelhas devolvendo o
sorriso. Mel segurou na base do meu pau e deslizou sua mão ensaboada até a
cabecinha, oh Deus. Isso é muito bom. Fechei meus olhos a sentindo fazer mais
vezes, a água caia sob nós dois e ela continuava os movimentos lentos. Já não
tinha nem mais sabonete no meu corpo e ela continuava me masturbando. Mel
beijou todo o meu pescoço e foi descendo seus lábios pelo meu corpo, até sentir
ela trocar sua mão pela boca. Ela me abocanhou com força e eu gemi um pouco
alto. Logo ela estava me chupando e meus dedos estavam agarrados em seu cabelo
molhado. Ela me chupava com força me fazendo ir ao delírio. Que boquete
maravilhoso. Sua mão reversava entre me masturbar e entre massagear minhas
bolas.
Senti que já iria gozar, então a puxei para a cima e a
encurralei na parede do banheiro. Levantei sua perna e a penetrei sem aviso
nenhum, ela gritou.
- Awn, essa doeu. – ela disse.
- Foi mal, baby. – respondi e comecei a penetrá-la
rapidamente.
Levei minha mão até seu clitóris a estimulando enquanto a
penetrava com força. Mel mordeu meu ombro, ela já começava a amolecer em meus
braços. Procurei seus lábios sentindo meu orgasmo próximo. Ela segurou em minha
nuca intensificando o beijo, apertei sua cintura contra meu corpo e liberei meu
líquido nela. Nossos gemidos se confundiam enquanto chegávamos ao orgasmo.
- Não me solta, se não eu caio. – ela disse com a
respiração falha e dei risada.
Saí de dentro dela e desci sua perna, segurei em sua nuca
retomando o beijo. Agora sim, tudo voltou ao normal. Do inferno para o céu, em
poucos e prazerosos minutos.
Mellanie’s
POV
Isso que dá ficar dias sem sexo. Eu estava totalmente
acabada. Depois de um banho de verdade, só me enrolei na toalha e me joguei na
cama de bunda pra cima. Dava pra ouvir Justin espirrando no banheiro sem parar,
na hora do sexo ele não espirrou né.
- Mel, tem que fazer o curativo. – o ouvi dizer saindo do
banheiro.
Resmunguei qualquer coisa e continuei deitada. Ele puxou
a minha toalha e deu uma mordida na minha bunda.
- Você está me ouvindo? – ele perguntou.
- Ai Justin. Eu to. – resmunguei.
Me levantei e olhei pra ele com cara de poucos amigos.
Ele deu um risinho e revirei os olhos. Fiz o curativo nele em meio a tantos
espirros, daqui a pouco quem vai gripar sou eu. Voltei pra cama e joguei a
toalha no chão, a preguiça estava demais pra ir vestir alguma coisa. Justin
deitou ao meu lado e me chamou para deitar em seu peito.
- Seu braço tá machucado. – disse.
- Do outro lado né. – ele disse como se fosse o óbvio.
Passei por cima dele e me aconcheguei em seu peito.
- Justin, acho que você está quente. – disse colocando a
mão em seu pescoço e na testa.
- Eu sou quente. – ele disse e dei risada.
- Idiota, estou falando no sentido febril.
- Eu to normal. – ele disse. – Pega meu celular ai.
Me estiquei e peguei o celular dele. Na tela de bloqueio
tinha uma foto nossa, eu estava mordendo a sua bochecha e ele fazendo careta. E
no plano de fundo, uma foto do Jason sorrindo. Awn, meu bebê.
- O que você vai fazer? – perguntei.
- Falar com o Chris. – ele disse digitando alguma coisa
com a mão esquerda e com a outra fazia carinho nas minhas costas.
- Diga ele que amanhã tem treino. – disse bocejando.
- Ok. – ele respondeu.
Nem sei se Justin falou mais alguma coisa, adormeci muito
rápido.
(...)
- Justin, você está com febre. Tem que ficar em casa
descansando. – disse tentando convencê-lo.
Justin amanheceu ardendo em febre e gripado, mas insistia
em ir com a gente no armazém, alegando que tem algo importante pra tratar com o
Sebastian.
- Vai ser rápido, Mel. – ele disse com a voz fanhosa.
- Você é muito teimoso. – disse bufando. – Deixa isso pra
depois.
- Tem que ser hoje. – ele respondeu.
- Não! Você vai ficar em casa. – disse cruzando os
braços.
- Meu amor, entenda! Eu preciso ir lá hoje, depois nós
voltamos para casa e você cuida de mim, ok? – ele disse descruzando meus braços
e segurando em minhas mãos.
- Você está doente, mal se aguenta em pé. – disse vendo
seus olhos baixos.
- Amor... – ele disse manhoso.
- Porra! – bufei me dando por vencida.
- Eu te amo. – ele disse me dando um selinho.
- Você é um chantagista filho da puta. – disse irritada e
ele riu fraco.
- Vamos, eu quero voltar logo. – ele disse.
Suspirei e peguei minha bolsa. Justin passou o braço por
meus ombros e coloquei o meu em volta da sua cintura. Saímos do quarto e fomos
para a cozinha, encontramos os garotos já tomando café.
- Oh, o casal voltou. Isso merece uma salva de palmas. –
Chris disse e os retardados começaram a bater palmas.
- Idiotas. – ri deles, me sentei e Justin sentou ao meu
lado.
- Que cara é essa Justin? É o poder de uma boa foda? –
Ryan perguntou e eles riram.
- Ele está com febre e gripado, e quer ir l ao armazém fazer
o que, eu não sei. – respondi colocando suco de laranja pra ele.
- Chris, tudo certo? – Justin o perguntou.
- Sim. Está aqui! – Chris perguntou mostrando um envelope
grande.
- O que é isso? – perguntei curiosa.
- Depois saberá. – Chaz disse.
- Eu não quero. – Justin recusou o suco.
- Ou toma, ou fica em casa. – disse.
- Visssssh! – os garotos disseram rindo.
Justin revirou os olhos e começou a tomar o suco à força.
Tomamos o café e depois fomos para o armazém, segurei o envelope para que não passasse
pela revista. Justin estava abraçado comigo, ele estava com uma indisposição enorme.
Hugh nos levou até o porão, Justin pediu que tirassem Sebastian do quarto.
Trouxeram Sebastian e o sentaram.
- Esses grãos de milho fazem um milagre enorme! – disse rindo
e olhando para seus joelhos inchados.
- Vagabunda! – Sebastian resmungou fraco.
- Fica calado que é melhor pra você! – Justin disse do
meu lado. – Christian!
Chris abriu o envelope e tirou alguns papéis de dentro e
uma caneta. Ele entregou para Justin, ele me soltou e foi até o Sebastian
entregando a caneta.
- O que é isso? – Sebastian perguntou.
- É um documento onde você passa a Presidência Italiana
para mim. – Justin disse sorrindo.
Arregalei meus olhos com essa revelação. Pensei que ele tivesse
esquecido isso.
- O que? Não vou assinar porcaria nenhuma. – Sebastian disse
com raiva.
- Claro que vai. – Justin disse com certeza.
- Prefiro morrer! – Sebastian disse.
- Peça para trazer a Vick aqui. – Justin disse para mim e
assim fiz.
Trouxeram a Vick e ela nem parecia mais àquela vadia
mimada de antes. Estava toda ferida e com os joelhos inchados.
- Deixa ela em paz. – Sebastian disse.
- Ok, eu deixo você escolher qual deles vai estuprar ela.
– Justin disse apontando para os quatro capangas que tinham no porão.
- Papai! – Vick começou a chorar.
- NINGUÉM VAI ENCOSTAR NELA! – Sebastian gritou em
desespero.
- Então assine logo essa merda. – Justin disse com raiva.
Até doente, com raiva, ele ficava lindo.
- NUNCA! – ele gritou.
- Ok. – Justin disse e andou pelo porão até encontrar um
taco de baseball. – Ou seria melhor com isso aqui? – Justin perguntou
aproximando-se da Vick.
- Justin... – o chamei.
Ele não faria aquilo na minha frente. Não mesmo.
- Você talvez nem vá sentir né Vick. Já deu pra Itália
quase toda. – Justin disse e os garotos riram.
- Papai, por favor! – Vick disse chorando.
- A decisão é sua, Sebastian. – Justin disse.
- SEU FILHO DA PUTA! VOCÊ VAI DIRETO PARA O INFERNO! –
Sebastian gritou.
- Nós nos encontramos lá. Agora assina que eu não tenho o
dia todo. – Justin disse impaciente.
Sebastian pegou a caneta e Justin o entregou os papeis.
- Se você tentar alguma gracinha, eu enfio esse taco no
seu cú. Entendeu? – Justin disse e fiz careta imaginando a cena.
Sebastian assinou todos os papeis e Justin sorria com
isso.
- Só porque você colaborou, não vamos dar nenhum castigo
hoje! Hoje não, mais amanhã estaremos aqui. – Justin disse.
Levaram Sebastian e Vick de volta para o quartinho,
enquanto ele o xingava de todas as formas.
- Podemos ir agora. – Justin respondeu fechando o
envelope.
Saímos do porão, Hugh estava lá fora e direcionou os
garotos para a sala de treinamento. Edik estaria os esperando. Saí do armazém com
o Justin e já tinha um motorista nos esperando.
- Porque ficou tão calada? – ele perguntou assim que
chegamos em casa.
- A máfia Russa e a Italiana não se batem. E olha só,
você agora é o Presidente da Máfia Italiana, isso não te diz nada? – perguntei o
olhando.
- Não. Vai ficar tudo sob o controle. Eu sei o que eu
estou fazendo. – ele respondeu.
- Isso vai dar merda Justin! Tecnicamente, nós somos
inimigos agora.
- Fico feliz por ter uma inimiga tão gostosa. – ele disse
me abraçando.
- Idiota! Você nunca quer ficar por baixo né. – disse.
- Só se você estiver em cima de mim. – ele disse safado e
dei risada.
- Eu estou falando sério. São duas máfias que sempre
disputam o primeiro lugar, nós vamos viver sempre em guerra. – bufei.
- O lado bom disso é que vamos resolver nossas desavenças
sempre na cama. – ele riu malicioso.
- Não dá pra falar sério com você. – revirei os olhos.
- Obrigada Deus, por minha próxima inimiga ser tão
gostosa e ser minha mulher. Amém. – Justin disse e gargalhei.
- Isso é muito contraditório. Acho que essa febre está
fazendo você delirar. – disse e começamos a subir as escadas.
- Você não vai fazer greve de sexo, caso a Máfia Italiana
fique em primeiro lugar quando eu assumir o poder né? – ele disse irônico e foi
a minha vez de rir.
- Tenta a sorte, bebê. – sorri debochada.
Como é morar com seu próximo inimigo no mundo do crime que
é o amor da sua vida? Acho que esse é o momento das luzes do palco serem acesas
e a plateia bater palma, porque definitivamente minha vida é uma piada. Tenho que concordar com Justin, nossas
desavenças sempre serão resolvidas na cama, assim espero.
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Continua?
Obrigada por todos os comentários!
O casal voltou com força total em! Fazia tanto tempo que não escrevia parte hot, que acho que desaprendi :(
We heart it
Snap: srta_andrade
A tag de hoje é:
#QueremosLapDanceMel
Não sou de dar dica pro próximo capítulo, mas essa ai tá tipo MUITO na cara.
Ah, já tinha dito na postagem dos avisos ( que eu já apaguei), mas só pra reforçar, muito obrigada pelos 230 comentários, estou nadando nas lágrimas da inimigas.
Amo vocês ♥
Snap: srta_andrade
A tag de hoje é:
#QueremosLapDanceMel
Não sou de dar dica pro próximo capítulo, mas essa ai tá tipo MUITO na cara.
Ah, já tinha dito na postagem dos avisos ( que eu já apaguei), mas só pra reforçar, muito obrigada pelos 230 comentários, estou nadando nas lágrimas da inimigas.
Amo vocês ♥


