Fanfics - Justin Bieber

domingo, 24 de julho de 2016

Dangerous Life 2° - Capítulo 60 - From heaven to hell / The end

180 comentários | |



Depois de o carro ser o centro das atenções, a festa prosseguiu como tinha que ser. Justin foi me encher de beijos, era nítido que ele tinha amado o presente.

- Qual vai ser o nome? – o perguntei.

Justin estava com seu braço em volta da minha cintura, nossos amigos estavam só Deus sabe aonde nessa festa.

- De quê? – ele perguntou me selando.

- Do carro ué. – respondi.

Ele adorava nomear seus carros. Meus carros não tem nome, pra quê eu iria colocar nome em carros?

- Ah. – ele perguntou sorrindo de lado e olhando para seu presente, que ainda estava exposto no jardim como se fizesse parte da decoração.

Justin ainda deixou as portas abertas para que pudessem ver dentro. Só ver, tocar nem pensar.

- Eu ainda não sei. – ele continuou. – Tem um que ser um digno, porque ela é maravilhosa! – ele disse sorrindo.

Sim, ele estava se referindo ao carro. Que agora tinha mudado seu gênero para feminino.

- Coloca Mel. – respondi simples e ele riu.

- Você está muito convencida para o meu gosto. – ele disse.

- É a convivência! – dei de ombros e ele sorriu.

- Eaaaae casal! – Chris apareceu do nada do nosso lado.

- Oi Chris! Aproveitando muito a festa? – perguntei.

- Essa festa está do caralho. Já peguei três! É hoje que meu estoque de esperma acaba. – ele disse e gargalhamos.

- Justin, não quer soltar a minha amiga um pouquinho não? Vocês tem o resto da noite para se pegar. – Caitlin apareceu também, juntamente com a Lilly.

- Cadê os machos de vocês em? – Justin perguntou entediado.

Ele não estava a fim de me dividir com as meninas. Isso era engraçado.

- Nos chamaram? – Ryan apareceu com o Chaz.

- Não! – Caitlin e Lilly responderam em uníssono.

- Ufa! Achei vocês. – Jazzy apareceu com a Stefane.

- O que foi? – perguntei curiosa.

- Nada, só estamos nos livrando dos garotos, que... – ela começou e acho que ela não tinha notado que eles estavam ali. – A proposito estão bem aqui. – ela revirou os olhos e ri com Caitlin e Lilly.

- Qual o problema de vocês? – Ryan perguntou.

- Nenhum querido. Acontece que nós vamos nos divertir e vocês vão ficar ai, quietinhos. – 
Lilly disse me puxando dos braços de Justin.

- Hey! – Justin protestou.

- Vamossss! – Caitlin disse puxando Jazzy, que consequentemente puxou Stefane.

- O que deu nelas? – ouvimos Ryan perguntar.

Estavam nós cinco de mãos dadas andando no meio da multidão, procurando um lugar para dançar.

- Jaxon deve estar me procurando. – Stefane disse.

- Deixem eles lá. O aniversário é do Justin, porém temos que aproveitar. – Lilly disse.

- Vocês estão bem eufóricas em. – comentei.

- Deve ter sido as doses de tequila que tomamos. – Caitlin disse rindo com a Lilly.

Duas loucas.

- Hey! – Lilly chamou o garçom. – Trás cinco doses de tequila. Pra ontem! – ela disse mandona.

- Sim senhora. – ele respondeu e meteu o pé.

Estava tocando uma música muito animada e dançante. Não fazia ideia quem cantava, sou muito desatualizada dessas coisas. Quase nunca tenho tempo para ver lançamento de músicas, apesar de amar antes. Hoje em dia, o que ando mais escutando é Tupac, e Justin que coloca no carro dele. As letras são deploráveis, mais fazer o que. Começamos a dançar e inventar passinhos. O garçom chegou com as nossas bebidas.

- No três! – disse.

- Um... – Caitlin começou.

- Dois... – Lilly continuou.

- Três! – dissemos juntas e viramos o copinho.

A tequila desceu que nem brasa pela minha garganta. Olhei para Jazzy e Stefane e ambas estavam fazendo careta.

- Esquecemos que vocês são iniciantes. – Lilly disse rindo.

- Caralho! – Jazzy xingou colocando a língua para fora.

- Só é ruim o começo, depois desce que nem água. – disse e elas riram.

Continuamos a dançar recebendo alguns olhares de curiosos, alguns não, muitos. É impossível cinco belas moças não atrair olhares. Tirando a parte de moças, porque todas já eram furadas.

- GENTE! – Caitlin berrou nos assustando, apesar da música estar alta.

- QUÊ DOIDA? – berrei também.

- Aquele não é o tio Jeremy se pegando com a tia Pattie? – ela perguntou apontando. Nada discreta.

- CADÊ? – perguntamos olhando para onde Caitlin estava apontando.

Olhei e os dois estavam no maior amasso na frente de todo mundo. Meu Deus, comecei a rir feito uma louca.

- Justin precisa ver isso. – disse rindo.

- Ele já viu! – Jazzy respondeu apontando com a cabeça.

Justin e os garotos estavam a poucos metros de nós, observando também a cena e rindo. Quem diria em, Pattie caindo nos encantos de Jeremy. Quem não, né?

- Espera! Vou tirar fotos! – Caitlin disse com o celular já apontado para eles.

- Você é bem discreta em. – Stefane disse enquanto ríamos.

- Amanhã vou passar na cara da tia Pattie e não vai ter como ela negar. – Caitlin disse tirando um book só deles se pegando.

Era uma cena épica.

- Ok ok, deixem os pombinhos se pegar. – Lilly disse. – Pra animar, mais uma rodada de...

- TEQUILA! – dissemos juntas.

Chamamos o garçom de novo e ele foi pegar mais. Os garotos estavam próximos de nós, porém não ultrapassando nosso espaço. Cada um com um copo de bebida na mão, conversando entre si, porém com os olhares em cima de nós. Música vai e vem, bebida vai e vem e estávamos mandando ver na dança. Não estava bêbada, mas me sentia mais animada que o normal, assim como as meninas. Olhei para o lado e pensei que estava vendo uma miragem, mas era apenas Justin Bieber sem blusa. Não só ele, como os garotos tinham se livrado das peças de cima.

- Eita caralho! A Lilly interior se acendeu agora. – Lilly disse mordendo os lábios olhando para o Ryan.

- Alguém me segura, se não, vou dar pro Chaz agora mesmo. – Caitlin disse e gargalhei.

- Meu Deus, Caitlin! – Jazzy riu. Ela estava toda alegre com a Stefane.

Eu apenas observava o quanto meu homem era gostoso. Puta que pariu! Nem ganhar na loteria seria melhor do que isso. Os cinco rodavam suas blusas fazendo uma dancinha escrota, nos arrancando risos. E arrancando olhares maliciosos de umas putas que haviam lá. Quero só ver alguma se assanhar para o meu Bieber.

- Gente, não sei vocês, mas vou arrastar o Ryan para algum quarto e foder loucamente! – 
Lilly disse e gargalhamos por minutos.

- Acalma essa buceta ai, minha filha. – disse ainda rindo.

- Não dá cara. Falow! – Lilly disse indo em disparada até o Ryan.

- Só eu que estou sem ninguém. – Jazzy disse fazendo biquinho.

- Tem vários gatinhos aqui na festa, Jazzy. – disse tentando animá-la.

Acho que eu estava enxergando duas Jazzy’s na minha frente. Sabia que tequila demais não dava certo.

- Ninguém me quer! – ela disse com os olhos marejados.

É, como eu disse, tequila nunca dá certo. Era o efeito da bebida aparecendo.

- Wow! – chamei o garçom. – Trás um copo d’água.

- Água? – ele estranhou.

- Eu acho que você não é surdo! – Jazzy respondeu com raiva.

Tem sangue Bieber mesmo. Já está mostrando as garrinhas. O garçom saiu para buscar a água.

- Mel, vou ali, tem uma vadia assanhada de olho no meu Charles! – Caitlin disse irritada, pegando um copo de uma bebida qualquer com outro garçom que ia passando.

- Vá lá tigresa! – disse rindo.

O garçom apareceu com a água e dei para a Jazzy.

- Toma aqui! Vai te fazer bem. – disse para ela.

Stefane estava a mais normal das cinco. E agora estava consolando a amiga.

- Eu não quero água, quero beijar na boca! – Jazzy disse birrenta batendo o pé.

- Vem cá amiga, vamos sentar ali nos sofá e arranjamos alguém para você beijar. – Stefane disse e ri.

- Sério? – Jazzy perguntou animada. – Então vamos, tchau cunhadinha. Ah, e eu amo você! – ela disse mandando beijinhos e sumindo com a Stefane no meio da multidão.

Ri balançando a cabeça negativamente. O que álcool no sangue não faz né? Olhei para onde os garotos estavam e Caitlin tinha acabado de jogar bebiba em uma vadia. Ela queria avançar em cima dela e Chaz estava a segurando pela cintura. Dei risada da cena indo para lá. Brigas só são boas quando eu estou presente.

- Caitlin! Calma. – ouvi Chaz dizer tentando controlar a fera.

- O quê que tá pegando? – disse me encostando-se a Justin.

- VOU DEIXAR A MARCA DAS MINHAS LINDAS UNHAS NA CARA DESSA VAGABUNDA! – Caitlin esbravejou enquanto Chaz a segurava pela cintura.

- Isso que você ouviu. – Justin disse rindo da situação.

- Alguma coisa ela fez! – disse desconfiada.

- Só estávamos conversando com a garota e Caitlin chegou feito um furacão aqui. – Justin respondeu.

- E desde quando vocês ficam com papinho com vadias? – perguntei com a testa franzida.

- Ela só veio me parabenizar e ficou de papo com o Chaz.

- Aham, sei! – disse. – E você?

- O que tem eu? – ele perguntou me segurando pela cintura.

- Cadê a porra da sua blusa? Quando te deixei aqui, deixei vestido! – disse o olhando e ele riu.

- Deve estar em algum lugar por ai. – disse e bebericou no seu copo.

- Não gosto nada disso. Essas vadias ficam te olhando! – disse enciumada.

- Engoli ver os caras babando em você enquanto dançava, porém não fiz nada e fiquei no meu canto. Só estava me divertindo também. – ele deu de ombros e bufei.

Acho que preciso beber mais. Parei um garçom e peguei uma taça.

- Não vai beber muito. Quero que esteja boa o bastante para quicar no meu pau a noite inteira. – Justin sussurrou em meu ouvido, depois depositando uma mordida na minha orelha.

Puta que pariu! Vou começar dar para ele é a partir de agora.

- Estamos perdendo tempo por quê? – perguntei manhosa.

Justin abriu um lindo sorriso safado.

- Também não sei. – ele respondeu segurando em minha mão pronto para me arrastar.

- Hey! Vão me deixar aqui com essa fera? – Chaz perguntou segurando Caitlin pela cintura, que brigava sozinha, a vadia já tinha dado no pé.

- Boa sorte bro! – Justin disse rindo.

Dei um tchauzinho para ele e fomos subir as escadas apressados. Chegamos ao corredor e Justin me abraçou por trás, beijando meu pescoço. Estava louca para senti-lo dentro de mim.

- Shiii! – sussurrei quando passamos em frente ao quarto do Jason.

- Silêncio é a ultima coisa que vai ter no nosso quarto hoje à noite, amor. – Justin disse me virando bruscamente para ele.

Logo ele atacou meus lábios e me jogou contra a parede, ainda estávamos no meio do corredor, a poucos metros do nosso quarto, mas ele queria começar a putaria ali mesmo. Justin estava sedento demais enquanto me beijava, e suas mãos percorriam por todo o meu corpo.

- Não sei se vocês perceberam, mais o quarto de vocês é bem ai do lado. – ouvimos a voz do Chris e nos separamos.

- Tá vigiando é viado? – Justin disse.

- Eu não. Fui regar o vaso e quando saio do quarto me deparo com isso. – ele disse revirando os olhos e demos risada. – To caindo fora, boa foda!

- Igualmente! – Justin disse e balancei a cabeça negativamente. – Vamos entrar no nosso quarto, antes que algum empata foda apareça de novo.

Ele nem deixou falar nada e me arrastou para dentro do quarto, fechando a porta. Olhei para a nossa cama e estava cheia de pétalas vermelhas, do lado havia um balde de gelo com um champanhe dentro e taças. Só os abajures estavam ligados, deixando o clima mais quente.

- Wow! Você que fez isso? – Justin sussurrou me agarrando por trás, me fazendo sentir sua ereção.

- Estou tão surpresa quanto você! – disse rindo.

- Vamos usufruir então! – ele sussurrou e colocou meu cabelo para o lado, beijando meu pescoço lentamente.

Amoleci em seus braços, mexer com meu ponto fraco é sacanagem. Suas mãos atrevidas já estavam em meus seios massageando e eu me sentia indefesa. Com toda convicção, na cama era o único lugar que eu recebia ordens. Justin tinha permissão de fazer o que bem entendesse comigo, mas fora da nossa cama, a realidade era outra. Me virei, e ataquei seus lábios. Fomos nos beijando até cairmos na cama, arrancando risinhos de ambos. Justin levantou-se e foi tratando de tirar seus sapatos, calça e a cueca. Mordi meus lábios com força, droga de homem gostoso da porra. Fiquei em pé na cama e Justin veio até a mim, me pegando pelo tronco e me girando, me fazendo rir.

- Seu louco! Vou vomitar toda a tequila que tomei. – disse enquanto ria.

-Argh! – ele fez careta me colocando no chão.

Tropecei nos meus próprios pés e Justin me pegou pela cintura antes que eu beijasse o chão.

- Você está bem? – ele perguntou sorrindo safado.

- Estou ótima! – respondi puxando meu vestido, o jogando no chão.

- Tem razão. Você está ótima! – ele disse malicioso encarando meu corpo, como um leão faminto que encara sua presa.

Sem demoras, Justin me pegou no colo e me jogou na cama. Au, essa doeu. Ele foi para cima de mim e só ouvi o barulho do tecido rasgado. E lá se vai mais outra calcinha.

- Qual a dificuldade de tirar minha calcinha? – perguntei indignada o fazendo rir.

- Enquanto eu poder rasgas suas calcinhas, eu vou rasgá-las amor. – ele disse beijando 
meu pescoço me fazendo cócegas.

Seus beijos foram passando pelo meu busto até chegar em meus seios. Justin não dorme em serviço, e logo sua boca estava em um deles, chupando, mordiscando, me torturando para ser exata. Como se não bastasse sua boca me arrancando suspiros, seus dedos já começavam a estimular meu clitóris. Puxei seus cabelos com força sentindo a sensação maravilhosa que é o prazer.

- Puta merda, Justin! – murmurei entre gemidos.

- O que foi, meu amor? – Justin perguntou após desgrudar sua boca do meu seio.

- Me fode, caralho! Me fode logo. – mandei.

- Calma ai. Eu que sou o aniversariante aqui e vai ser do jeito que eu quiser. – ele disse malicioso.

- Filho da puta, ainda vem com chantagens! – resmunguei o fazendo rir.

Justin continuou me masturbando, com seus olhos vidrados no meu. Seu sorriso safado não desaparecia do rosto, enquanto eu quase fazia sangrar meus lábios de tanta força que estava mordendo. Quando eu estava quase gozando, ele simplesmente parou. Isso mesmo, PAROU!

- Porque parou? – perguntei fazendo bico.

- Calma, amor. Você vai ter seu orgasmo, mais vai ser do meu jeito.

Ele disse saindo de cima de mim e fiquei curiosa. Me aconcheguei nas almofadas e observei Justin ir até o balde de gelo que estava o champanhe. Ele o pegou e abriu em instantes, fazendo derramar um pouco no chão. Justin o virou na boca e tomou um bom gole.

- Quem preparou isso, tem um bom gosto para champanhe! – ele comentou aproximando-se de mim.

Justin subiu na cama, precisamente em cima de mim com o champanhe na mão.

- Abra a boca! – ele mandou.

Sorri sapeca e abri. Justin derramou um pouco do líquido na minha boca e desceu como água. Uma delícia.

- Que tal? – perguntou.

- Bom. – respondi.

- Vai ficar ainda melhor. – riu safado.

Senti meu corpo inteiro arrepiar quando Justin derramou champanhe entre os meus seios. Estava gelado!

- Opa! Acho que foi sem querer. – ele disse.

- Cínico da porra. – disse rindo.

Ele sorriu e passou a língua no local que tinha derramado.

- Agora sim. O sabor ficou melhor. – Justin respondeu.

Sua língua lambeu todo o líquido que ele tinha demorado entre meus seios. Depois ele foi derramando mais, sob meus seios, barriga e descendo cada vez mais. Justin derramou champanhe na minha vagina e estremeci, pelo fato de estar gelado e também pelo o que viria, com certeza seria delicioso. Justin me abriu mais e derramou de novo, molhando a colcha da cama, o que era menos importante para nós. Sua respiração batendo em minha intimidade fazia com que eu apertasse os lençóis. Logo senti Justin abocanhar minha buceta e gemi alto. Puta que pariu, mil vezes. Ele abocanhou minha carne inchada com vontade e fui ao outro mundo e voltei. Sua língua passeava entre meus lábios maiores, e depois parava em meu clitóris, fazendo movimentos circulares.

- Jussstin! – gemi alto.

Que o Jason não acorde, amém!

Justin levantou a cabeça e sorriu para mim.

- Isso vai ser divertido! – ele disse animado.

Não me deixar gozar era divertido? Bom saber, quando estiver com o pau dele na minha boca, vou morder, quero ver se vai ser divertido também. Justin ficou com a cara de frente para a minha buceta de novo e dessa vez, colocou minhas pernas em seus ombros.

- O que vai fazer? – perguntei curiosa.

- Você verá, ou melhor, sentir! – ele respondeu.

O olhei atentamente. Justin tomou outro bom gole de novo e lambeu os lábios. Com seu polegar começou a estimular meu clitóris de novo, fechei os olhos me deliciando daquela sensação. Em seguida, comecei a sentir algo gélido entrar em mim. Espera, o pênis do Justin é quentinho, e... Abri os olhos e era isso mesmo que eu imaginei, Justin estava enfiando o gargalo do champanhe em mim, que era comprido. Tudo esse homem quer enfiar em mim, já foi arma, pirulito, e agora o gargalo do champanhe, enfiar a porra do pau dele que é bom, nada né?

- Combinação melhor não há! – Justin comentou satisfeito vendo minhas expressões de prazer.

Ele só enfiava o gargalo e tirava, fazendo o champanhe escorrer da minha vagina. Aonde ele ia com sua língua maravilhosa e me lambia! Oh céus.

- Eu vou tomar todo esse champanhe da sua buceta, amor. – ele disse enfiando de novo.

Sentia o líquido gelado escorrer dentro de mim, que sensação gostosa!

- Ooh shit! – resmunguei sentindo minhas pernas ficarem moles. – Continue! – implorei.

Meu orgasmo estava próximo e ele não seria tão filho da puta de não me deixar gozar de novo.

- Você só pode gozar, quando o meu champanhe acabar! – ele me avisou.

Até parece que eu tenho controle do meu corpo. Eu estava gemendo que nem uma cadela. Meus dedos estavam doendo de tanto apertar o lençol da cama. Justin estava em baixo demais para que eu passasse minhas unhas em sua pele. Iria ficar uma verdadeira obra de arte.

- Amor, eu não vou aguentar! – choraminguei sentindo meu orgasmo chegar.

Justin tirou o champanhe, jogando o litro seco no chão e sugou toda a minha carne inchada, foi onde não aguentei mais. Espasmos de prazer percorriam por todo o meu corpo enquanto eu me liberava. Tinha acabado de gozar na boca de Justin e sua língua já me limpava. Eu sentia minha garganta seca do tanto que gemi, e meus dedos doloridos do tanto que apertei. Caralho, isso foi demais!

- Meu Deus! – sussurrei de olhos fechados com um sorriso nos lábios.
Justin tirou minhas pernas de seus olhos e senti sua respiração bater em meu rosto.

- Gostou? – ele perguntou e abri os olhos sorrindo.

- Pode usar Martini da próxima vez? – perguntei e ele riu.

- Safada! – murmurou e me beijou intensamente. – Agora senta gostoso no meu pau, porque já está doendo de tão duro.

Mordi os lábios safada e empurrei Justin. Como ele havia dito, o pau dele já estava bem duro mesmo. Rodeei sua cintura com minhas pernas e ele pousou suas mãos em minha bunda, segurei em seu membro e posicionei em minha entrada. O sentindo entrar lentamente. Algumas loucuras às vezes são boas, mas nada melhor do que sentir sua pele quentinha e rígida me invadir. Nada superava isso.

(...)

Já se foram não sei quantos rounds de sexo, e porra eu estava acabada. Não tinha mais forças para nada. Justin estava igual a mim. Estávamos nos recuperando do último orgasmo da maratona de sexo. A música ainda tocava lá em baixo, eram apenas quatro e meia da manhã.

- Que tal um banho? – Justin sugeriu.

- Só se você me carregar. – disse fazendo bico.

- Mellanie, eu to morto! – ele disse respirando fundo.

- Meu filho, eu nem sinto mais minha buceta, se você quer saber. – disse e ele gargalhou.
Justin levantou-se e estendeu a mão.

- Vem, gostosa!

Resmunguei enquanto me levantava. Isso que dá, fazer quase todas as posições do Kama Sutra.

- Vai me levar no colo? – perguntei esperançosa.

- Não, vou te levar arrastada pelos cabelos. – ele sorriu sem mostrar os dentes.

- Grosso!

- Meu pau é mesmo. – ele respondeu e revirei os olhos. – Deixa de enrolação.

Ele disse e rapidamente me pegou pelo colo, me fazendo soltar um gritinho de susto. Fomos para o banheiro e tomamos um banho decente, se Justin quisesse mais alguma coisa, ele iria fuder com a mão dele, porque eu estava sem condições. Saímos enrolados em roupões e fomos para o closet.

- Vai descer ainda? – perguntei a Justin pegando uma calcinha.

- Não! Nós vamos dormir agora. – ele disse decidindo por nós dois, se bem que eu não iria descer mesmo.

Assenti com a cabeça e peguei uma blusa do Justin, a vestindo. Ele já estava de boxe, ele foi primeiro para a cama, fui depois porque ainda fui passar meus hidratantes. Por fim, fui para a cama, onde meu homem com cheirinho de banho tomado estava me esperando. Me aninhei em seus braços e ele me abraçou forte, beijando meus cabelos.

- Sim. – ele respondeu e o olhei sem entender.

- Sim o quê? – perguntei.

- O nome daquela maravilha estacionada no jardim, vai ser Mel. – ele respondeu.

- Oh que bonitinho! – disse rindo. – Ia ser Mel de qualquer jeito.

- Mas o carro é meu! – ele disse.

- Idai? Se colocasse outro nome, eu pegaria uma faca e riscaria bem grande no capô o meu nome! – disse e Justin fez uma cara de dor.

- Ai! Nem consigo imaginar! – ele disse dramático.

- Justin é só um carro. – revirei os olhos.

- Não fale assim da Mel.

- Você tem sérios problemas, amor. – disse rindo. – Ah, feliz aniversário de novo!

- Mais já passou! – ele respondeu.

- Idai? – perguntei dando de ombros.

Justin riu fraco e ficou mexendo nos meus cabelos. Que bom. Fechei os olhos sentindo seu carinho.

- Mel? – ouvi ele me chamar.

- Hum? – murmurei.

- Você foi, você é e sempre será meu melhor presente! Não quero que esqueça o quanto eu te amo. – ele disse baixinho.

- Eu te amo tanto, bebezinho! – disse dando selinho em sua boca.

- Amor, já tenho vinte e três anos. – ele disse revirando os olhos.

- Idai? Continua sendo meu bebê mesmo assim. – disse o enchendo de beijos.

Justin riu entre meus beijos e me abraçou forte. Em seus braços, era o lugar onde eu sempre queria estar.

(...)

Uma semana depois...

Justin juntamente com os garotos tinham acabado de mandar para o saco um traficante que estava o devendo e ainda tinham roubado duas cargas de maconha do mesmo. Eles estavam animados, loucos para comemorar e eu só queria dormir. O dia tinha sido puxado lá no galpão com as garotas. É, voltei a parceria com elas e espero que essas vadias não pulem fora do barco de novo.

- Não vai mesmo? – Justin perguntou pela décima vez enquanto se arrumava.

Eles iriam para a boate do Justin.

- Não. Eu vou dormir, divirtam-se por mim. – disse caminhando para a cama.

- Tem certeza? – ele insistiu.

Ele quase nunca insiste quando eu não quero sair, porém hoje ele estava demais.

- Eu tenho. Só não volte tarde para casa. – pedi me deitando.

Justin terminou-se de se arrumar, pegou o celular colocando no bolso da calça, uma arma e uma chave dos seus carros. Quanto a Mel, o carro dele, ele ainda não teve coragem de usá-lo. Já pronto, ele aproximou-se da cama.

- Não vai me dar meu beijo? – ele perguntou pidão.

Ri fraco e me ajeitei, indo beijá-lo. Justin segurou em minha nuca dando intensidade ao beijo, toda vez que eu o beijava, era sempre diferente. Justin desperta diversas sensações em mim. Sua língua brincava com a minha, em um beijo delicioso. Separei nossos lábios e dei dois selinhos demorados em seus lábios, e fiquei o fitando por alguns segundos.

- O que foi? – ele perguntou com os lábios vermelhinhos do beijo.

- Nada. – respondi. – Comporte-se.

- Eu te amo! – ele me disse sincero.

- Espero que se lembre disso quando estiver naquela boate. – disse e ele riu fraco.

- Oh Justin, é pra hoje cuzão? – Chris berrou no corredor.

- To indo pau no cu. – Justin respondeu. – Tchau.

- Tchau amor. – mandei beijinho para ele e o mesmo saiu do quarto.

Respirei fundo e deitei a cabeça no travesseiro. Por um motivo estranho, estava com uma sensação ruim. Espero que seja coisa da minha cabeça.

(...)

Ás exatas três e meia da manhã meu celular toca. Fala sério! Se for o Justin eu vou estrangular ele quando chegar aqui. Sem enxergar nada, tateei o criado-mudo em busca do meu celular. O encontrei e fiz um esforço para abrir os olhos, quase tive uma cegueira com a claridade do celular. Forcei a vista e era o Ryan me ligando. O que ele quer? Atendi a ligação.

- O que é Ryan? – perguntei mal humorada.

- Estava dormindo? – ele praticamente gritou, estava um barulho da porra do outro lado da linha.

- Imagina Ryan, três e meia da manhã eu estaria fazendo o quê... – disse irônica.

- Desculpa, é que... – ele começou.

- Sem enrolação. Já que me acordou, me diz logo o que foi! – disse coçando os olhos.

- Você pode vir aqui? – ele perguntou.

- Na boate? Nem fudendo! – disse.

- Sério Mellanie, você precisa vir aqui! – ele disse e comecei a me preocupar.

- Aconteceu alguma coisa? – perguntei já preocupada.

- Pode acontecer se você não vir. – ele disse.

- É com o Justin né? – perguntei sentindo meus batimentos cardíacos acelerar.

- Sim é. – ele respondeu e prendi a respiração. – Vem pra cá agora, vou te esperar lá fora.

Nem falei nada e desliguei. Me levantei num pulo da cama indo vestir alguma coisa. Era madrugada e estava fazendo frio, vesti uma calça jeans e uma camiseta, amarrei meu cabelo de qualquer jeito, peguei minha arma e a chave de algum dos carros. Desci as escadas as pressas indo para a garagem. Acionei o alarme da chave para saber qual carro era. Felizmente era a Bugatti de Justin, e faria com que eu chegasse rapidinho. Entrei, manobrei e logo estava pisando fundo nas ruas. Não demorou e cheguei à boate, freei bruscamente chamando a atenção dos curiosoostando em Justin.
fera.]-fera.]-estava a segurando pela cintura. ba em uma vadia. usa. o se fizesse parte da decoraçs que estavam ali.

- O que está acontecendo, Ryan? – perguntei o vendo se aproximar de mim.

- Você tem que manter a calma. – ele disse.

Porque as pessoas insistem em dizer a porcaria dessa frase, quando nunca dá pra ficar 
calma?

- Porra Ryan, para de enrolar. Cadê o Justin? – perguntei irritada.

- Está no escritório. – ele respondeu.

- E porque me chamou aqui? – perguntei o olhando.

- Justin se drogou para caralho e ainda está no escritório fazendo isso. Já tentei levá-lo 
para casa, mas ele disse que se eu me aproximasse perto dele, a única coisa que ganharia era um tiro no meio da testa. Pensei que te chamando aqui, resolveria isso. – ele disse e respirei fundo.

Não acredito que Justin fez isso. Porra, já conversei milhões de vezes com ele. Ele fumava maconha aqui ou ali, dificilmente. Mas ele havia me prometido que não faria mais isso.

- Que droga, Ryan? – perguntei esperando que ele dissesse que Justin só estava vendo unicórnios por aí.

- Maconha, pó, ele injetou até morfina...

- ESSE DESGRAÇADO QUER MORRER? Puta que pariu! – esbravejei fazendo as pessoas me olharem.

- Vamos entrar! – ele disse pegando na minha mão.

Entramos na boate e caminhamos apressados no meio das pessoas. Eu estava esfumaçando de raiva, Justin vai se ver comigo. Ah se vai. Subimos as escadas dando acesso ao seu escritório.

- Olha, cuidado! Ele pode ser seu marido, mas ninguém pode responder por si próprio quando está sob efeito de drogas. – Ryan me avisou.

- Ryan, ele sabe a merda que está fazendo, não defende ele não, tá legal? – disse aborrecida respirando fundo para abrir aquela porta.

- Eu não estou defendendo, mas essa é a verdade! – ele respondeu.

- Se ele vier com gracinha, eu furo ele de bala! – disse.

- Vou ver onde as meninas estão! – ele disse.

- Elas vieram? – perguntei e ele assentiu. – Tá.

Ryan saiu e contei mentalmente até dez. Abri a porta do escritório e meus olhos foram logo em direção a sua cadeira. E vi algo que pensei que nunca veria em toda a minha vida. Justin estava aos beijos com uma vadia. Dessa vez não era sonho, nem nada do tipo, era muito real. Meu corpo paralisou na hora, não conseguia nem dizer nada, o vendo passar suas mãos por todo o corpo daquela vagabunda. Engoli toda a porra das lágrimas que queriam descer. Não vai descer porra nenhuma!

- Belo show! – disse alto batendo palmas.

A vadia assustou-se largando de Justin, então pude ver seu rosto.

- Mellanie? – a vadia proferiu ainda meu nome.

- Dessa vez, o Henry vai ficar órfão de mãe, sua puta desgraçada! – disse com todo o ódio que sentia.

 Era Emilly que Justin estava aos beijos. 


~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

E CHEGA AO FIM A SEGUNDA TEMPORADA!

Eu confesso que nem sei o que dizer para vocês nessas notas finais! 
Mas vamos lá, só gostaria mesmo de agradecer à todas que acompanharam DL até aqui. Sem vocês, a fic não seria o que é hoje!
O meu MUITO OBRIGADA!
Apesar das irritações, das cobranças, não me arrependo de nadinha! 
Vai ter sim a TERCEIRA TEMPORADA, porém não tenho data certa.
Não vou abandonar vocês, ok?
Vou sumir um pouquinho e vou MORRER de saudades! Odeio isso, parece que estou me despedindo de vocês :( 

Vocês são as melhores leitoras, com os melhores comentários, eu amo e leio todos! Espero que não comentem coisas emotivas, porque já estou me segurando aqui para não chorar.

Mais uma vez, MUITO OBRIGADA, VOCÊS SÃO MARAVILHOSAS!
Se sentirem saudades de mim, aqui minhas redes sociais:

We heart

E a nossa última tag:
#VemTerceiraTemporada

EU AMO VOCÊS! VOU SENTIR SAUDADES! :(


Ps: Antes que me xinguem via comentário e digam " Não acredito que colocou algo tão clichê em DL", porém foi PRECISO para a fic tomar outro rumo na 3° temporada! 
E gente, relaxem ok?