Fanfics - Justin Bieber

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Dangerous Life - Capítulo 41 - Just what was missing

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Depois levei Jason pra se limpar, e Justin foi tomar banho. Estava de tarde, mais o clima estava meio quente. Jason foi brincar no jardim com a Rose, eu precisava resolver algumas coisas com o Justin que não era assunto para crianças presenciar. Já estávamos de volta ao escritório, Justin usava agora um short com a metade da cueca aparecendo como sempre, usando um boné e SEM CAMISA. Isso mesmo, parecia um adolescente num final de semana tedioso dentro de casa, com os pés em cima de sua mesa analisando alguns papéis e se balançando na sua cadeira de couro. Eu estava sentada na cadeira a frente de sua mesa com o notebook enquanto esperava carregar o vídeo do Luc sendo morto, havia uma caixa em cima da mesa, que tinha numa bandeja de prata a linda cabeça do Luc, bem lacrada porque deve estar podre. Assim que o vídeo terminou de carregar, tirei o CD e coloquei na capinha, enfiei dentro da caixa e escrevi um bilhetinho.

Aproveite, fiz com todo meu amor e carinho (:
Mellanie Fox.

Coloquei dentro da caixa também.

- Terminou? – Justin perguntou me olhando.

- Sim. Agora vou mandar entregar essa bagaça aqui. – disse pegando o celular e discando alguns números. – Venham buscar a caixa e deixem no local combinado. Agora.

Dentro de minutos, entraram dois dos meus homens e pegaram a caixa.

- Essa caixa tem que estar na mão do Hugo, estão ouvindo? – eles assentiram com a cabeça. - Agora vazem.

Eles saíram e coloquei o notebook em cima da mesa, coloquei minhas pernas em cima da mesa ficando relaxada na cadeira e fiquei olhando para o Justin todo concentrado lendo alguma coisa naquelas papeladas.

- Porque está me olhando assim? – ele perguntou sem olhar para mim.

- Por nada. – fiz um barulho com a boca. – Quando eu faço esse exame de DNA?

- Vou pedir para aquele médico conseguir uma enfermeira pra vir aqui fazer todo o procedimento, sabemos que não podemos pisar em um Hospital. – Justin me olhou dessa vez.

- Ok. – dei de ombros. – Mais isso tem que ser pra logo.

- Claro. Vou ao galpão agora, quer ir? – ele perguntou jogando aquelas coisas em cima da mesa, levantando-se e ajeitando o boné.

Quase enfartei olhando aquele abdome delicioso. Vai ser gostoso assim na minha cama. Sem falar dos seus braços musculosos e aquelas inúmeras tatuagens, ele fica sexy assim, tipo, muito sexy.  A sua cueca a mostra esbanjava a marca de Calvin Klein era uma tentação, e era branca só pra constar. Tirei meus olhos de seu corpo e o olhei, ele me olhava com um sorriso nos lábios por eu ter passado aqueles míseros segundos secando seu corpo.

- Agora? – perguntei. Olhei no relógio e era quase 4 horas da tarde e a preguiça me consumia.

- Sim. – ele respondeu pegando uma chave de um dos seus carros e a arma na gaveta.

- Vai fazer o que lá?

- Ver um carregamento.

- De?

- Vai perguntar muito?

- Vou. – ri e me levantei.

- De umas vadias.

- Eu vou.

Ele riu.

- Vou vestir uma blusa.

- Mais é claro, pensa que ia sair assim? Vou te esperar lá em baixo.

Ele assentiu e desci. Fui até a cozinha e peguei uma maça, voltei para a sala e ouvi umas conversas entre a Pattie e Jazmyn, elas vinham descendo as escadas, só entendi a parte que elas falaram que iam até o aeroporto. Como assim? Finalmente vão dá o pé daqui? Deus seja louvado. Elas foram até a entrada sem se importar muito com a minha presença, foda-se, até parece que eu me importo com a delas. Logo em seguida Justin desceu, ele usava uma regata preta, e agora um óculos escuro. Gostoso.

- Bora? – Justin perguntou tomando minha maça e dando uma mordida.

- Já é. – disse e emburrei a cara pegando a maça de volta.

Ele deu um sorrisinho enquanto mastigava. Que carinha de anjo, só a cara porque a alma é do capeta. Saímos e fomos até a garagem, Justin pediu pra escolher um carro e eu pedi pra dirigir, porém ele não deixou. Entramos e fomos em alta velocidade para o um dos galpões dele.

- Justin, a tua mãe e a tua irmã vão embora? – perguntei.

- Não que eu saiba por quê?

- Porque ouvi elas falarem que iam ao aeroporto.

- Estranho. – ele murmurou.

- Muito estranho. – disse e liguei o rádio, estava tocando uma musica eletrônica.

Chegamos rapidinho lá, Justin ia voando como sempre.

- Vai demorar muito aí? – perguntei enquanto saíamos do carro.

- Acho que não.

- Me dá seu celular.

- Pra quê?

- Pra me jogar.

- Parece uma criança.

- E você acha que eu sou o quê? – perguntei rindo e ele me entregou seu celular.

- Tudo, menos uma criança.

Gargalhei e entramos no galpão. Dentro havia um caminhão e algumas vadias seminuas, avistei Ryan, Chaz e Chris.

- Quando terminar essa bagaça ai, avisa. – disse e me joguei num sofá que tinha lá.

Os capangas do Justin ficaram me olhando como se eu fosse um ET. Iria perguntar o que eles perderam aqui. Acham que eu realmente me importo porque o Justin está vendo umas vadias quase nuas? Claro que não. Ver não arranca pedaço, mais se tocar, quem vai ficar sem um pedaço é ele. Estava jogando Candy Crush Saga, mais minhas vidas acabaram e fui jogar Subway Surf. Estava a maior chatice, recebi uma mensagem no meu celular de um dos meus homens avisando que a caixa tinha sido entregue, ótimo. Agora era só esperar a resposta do Hugo. Filho da mãe, a morte dele vai ser pior do que a do Luc.

- Justin! – gritei.

- Quê? – ele gritou de volta.

- Que horas vai ser o tal racha? Preciso avisar a Lilly.

- Vamos sair 11 horas.

- Ok.

Mandei a mensagem para a Lilly. Só ela mesmo pra me fazer ir nesse bendito racha. Não me agüentei de tédio e me levantei, fui até onde o Justin estava e parei do seu lado de braços cruzados observando tudo. Vi Chris e Chaz pegando nas gurias, em todas as partes, sem exceções. Algumas caminhavam em filas para um ônibus, Ryan estava anotando algumas coisas. E haviam muitos homens ali também.

- Chris e Chaz vão sair de pau duro. – disse e Justin riu me olhando. – E você também.

- Até parece que eu me animo com essas coisas. – ele respondeu me abraçando por trás.

- Se anima com o quê então? – perguntei descruzando meus braços e descendo uma das minhas mãos até seu membro, passando de leve. Justin riu safado tirando minha mão de lá.

- Nem ouse me deixar duro e não matar minha vontade. – ele disse prendendo minhas mãos enquanto me abraçava e eu ri. Voltei a mexer no celular só que dessa vez Justin ficava me perturbando me fazendo perder quase sempre.

- Ae JB,tudo certo aqui. – Ryan disse terminando de anotar algumas coisas.

- De boa. Ainda precisam de mim aqui? – Justin perguntou.

- Não cara, pode ir. – Chris disse malicioso.

- Beleza, estejam no racha cuzões. – Justin disse me puxando.

Eles assentiram e saímos dali, finalmente. Ao chegarmos em casa, notei uma agitação na casa, estavam alegres demais. Justin segurou em minha mão e entramos, estavam todos na sala conversando alegremente e notei uma garota lá no meio deles, ah quer dizer que ela é o motivo da alegria aqui. Todos nos olharam e já notei a cara de puta que ela tem.

- Justin filho. Olha quem veio nos visitar, Pilar sua prima. – Pattie disse toda sorridente.

Já falei que Pilar é nome de puta?

A tal garota levantou-se e veio abraçar o Justin. Ele não retribuiu e a idiota ainda sussurrou alguma coisa no ouvido dele. Eu só queria arrancar os olhos dela fora, só isso.

- Nossa que saudades que eu estava de você, primo. – ela soltou-se de Justin.

- Porque não avisou que viria? – Justin perguntou indiferente.

- Queria fazer uma surpresa. – Pilar respondeu.

Surpresa é o cú dela, isso sim.

- Olha como ela está linda, Justin. – Jazmyn disse.

Ok, se reuniram todos contra mim agora. Soltei a mão do Justin.

- Quem é ela? – Pilar perguntou olhando para mim, já a fim de apanhar.

- Mellanie Fox. – respondi.

- Hum. – ela respondeu dando de ombros. – Então Jus, não estava com saudades de mim?

O quê? Ela chamou ele de Jus? Que porra é essa? E pra completar ela ainda colocou as mãos no pescoço do Justin, eu estava me segurando para não arrancar os cabelos dela, fio por fio. Justin me olhou, e percebeu que eu estava realmente incomodada com aquela situação.

- Mãe, quando você resolver trazer visita para minha casa, me avise pelo menos. – Justin respondeu tirando as patas da vadia de cima dele, eu queria rir. – Vamos Mel.

Pegou em minha mão e caminhamos até a escada. A Pilar ficou lá com cara de doce, parada olhando indignada. Virei meu rosto e soltei beijinhos para eles, ouvi Pilar perguntar “quem é ela”. É a guria que vai dar na sua cara se não aquietar o faxo.

- Sabe, eu tenho a leve impressão de que você já andou comendo a sua priminha.- disse ao chegarmos no quarto.

Justin riu e tirou a blusa.

- É eu já andei dando uns pegas nela.

- Isso explica muita coisa. Só o que me faltava... – murmurei me jogando na cama.

- Relaxa, ela não é uma ameaça. – ele disse deitando-se sobre mim.

- Eu sei, mais já não basta todos, ainda chega ela pra infernizar.

- Você está autorizada a quebrar a cara dela se ela fizer algo.

Ele disse me fazendo rir.

- Gostei disso. – o puxei por suas correntes de ouro.

Justin beijou meu pescoço me fazendo cócegas. Ri abafado acariciando seus cabelos, levantei uma das minhas pernas roçando na lateral do seu corpo, ele mordiscou meu pescoço e foi subindo arrastando seus lábios vagarosamente por minha garganta, maxilar, queixo e finalmente minha boca. Ataquei sua boca com voracidade, Justin pegou em minha perna a apertando com força, arfei e continuamos nos beijando.

- Justin! – alguém disse abrindo a porta, reconheci a voz da vadia da Pilar.

Bufei, Justin riu dando um beijo em meu pescoço e olhou para ela.

- O que foi? – ele perguntou e a olhei também tipo “perdeu vadia, ele é meu”.

- É que eu queria saber se eu poderia ir ao racha hoje à noite. – ela perguntou toda sem graça por estarmos nos pegando ali. Ninguém mandou entrar sem bater.

- Tanto faz. – Justin disse. – Era só isso? – ela assentiu.

- Fecha a porta. – disse e ela me encarou com nojo. – Ah, dá próxima vez bata na porta queridinha, talvez você não gostar do que vai ver.

Ela saiu batendo a porta com força. Comecei a rir sem parar.

- Aff que sonsa. Ela pensou que você estava aqui sozinho, aposto. – disse.

Justin me olhou rindo.

- Calma gatas. Tem Justin pra todo mundo.

Assim que ele terminou de falar o enchi de tapas. Que ousadia desse moleque. Ele ria tentando desviar dos tapas. Ele conseguiu segurar meus pulsos e me beijou a força, mentira porque depois eu cedi. Rose chegou com o Jason pra completar a bagunça, ele começou a pular em cima da cama, de mim e do Justin. Estava muito bom pra ser verdade, o celular do Justin começou a tocar sem parar estragando aquele momento “família”, ele se irritava a cada telefonema que dava, ainda bem que Renan que fica atendendo essas merdas pra mim. Isso é muito chato. Começou a passar os desenhos que Jason gosta na TV, tinha uma música irritante e Jason sabia cantá-la, ou tentava. Ele começou a cantar e pular em cima da cama, Justin ainda estava no celular brigando com alguém, só dei de ombros e olhei pra TV.

- Jason, faça silêncio. – Justin murmurou.

Jason nem se importou e continuou cantando e pulando.

- JASON! – Justin gritou o assustando.

Jason entortou os lábios, e fez uma carinha de choro. Se antes ele não calava a boca, agora que não iria calar. Logo seus olhinhos estavam vermelhos, molhados. E ele começou a chorar com o dedinho na boca, eu pensei que ele viria pra mim porque Justin gritou com ele. Mas adivinha pra quem ele foi? Quem pensou Justin acertou, ele foi chorando e deitou-se em cima do braço do Justin. Justin suspirou e acariciou seus cabelos.

- Foi mal carinha, agora não chora ok? Shi... Deixa o papai falar aqui no celular.

Justin disse tentando acalmá-lo. Logo ele voltou a falar no celular, Jason foi se calando e quando eu vi, seus dedinhos brincavam nas tatuagens de Justin. Revirei os olhos. Homens... Eles que se entendam. Meu celular começou a tocar, peguei e me afastei, vai que o senhor todo estressado do Justin venha achar ruim né?! Fui até a janela, já estava escuro lá fora. Era um número desconhecido, e eu sabia mais ou menos quem poderia ser.

- Pois não? – disse ao atender.

- Que palhaçada foi aquela? Você não tem medo de morrer, desgraçada? – Hugo gritava do outro lado da linha, ele bufava de raiva, dei risada.

- Eu que te pergunto você não tem medo de morrer papaizinho? – ri novamente. – Gostou do presente?

- Vagabunda, eu vou vingar a morte do Luc. E não vai sobrar nenhum pedacinho de você, do Bieber e do pivete.

- Só quero que você ouse encostar um dedo se quer no meu filho, porque você verá do que sou capaz de fazer. – disse ameaçadora.

Depois do ocorrido que o Luc pegou o Jason, jamais deixaria tocar em meu filho. Sou capaz de tudo para protegê-lo.

- Me aguarde sua vadia. Você vai se arrepender do que fez.

- Eu desconheço essa palavra. Arrependimento é o que eu não tenho, e se prepare você é o próximo. Passar bem, pai! – mandei um beijo causando um barulho, ri e desliguei.

Me aproximei da cama, e me joguei. Minutos depois Justin terminou a chamada e me olhou.

- Era o Hugo no celular? – ele perguntou e eu que pensei que ele tava prestando atenção na conversa dele.

- Era. – respondi. – Ele está puto da vida.

- Também não era pra menos. – rimos e o celular do Justin começou a tocar. – Ah vá tomar no cú, não vou atender essas porras.

Ele pegou o celular e desligou.

- Ah, amanhã a enfermeira vem aqui pra tirar uma amostra do meu sangue e do de Jason. – Justin disse.

- Por mim tudo bem. – dei de ombros. – Vou começar a escrever o que eu quero que eles falem na hora de me pedir desculpas. – sorri.

- Você não tem jeito mesmo, Mellanie. – Justin disse me puxando e me selando.

- Naum. – Jason meteu a mão no meio dos nossos rostos, nos separando.

- Que é isso cara? Esqueceu do nosso combinado? Metade minha e metade sua. – Justin disse e Jason emburrou a cara.

- Naum, só minha. – Jason levantou-se pulando na cama. – Minhaaaaa. – ele começou a gritar feito louco.

Ri e o peguei o enchendo de beijos. Ele não é normal.

- Papai, é minha. – Jason disse e segurou em meu rosto me dando um selinho molhado.

- Ei seu safado, a mulher é minha. Sai fora. – Justin disse o pegando e o fazendo cócegas.

- Aaaaaah ma-mãe, naum papai, naum. – Jason dizia entre risos.

- Justin, deixa ele. – disse tentando tirar Jason dele.

Segurei nas mãos do Justin, ou pelo menos tentei e Jason levantou-se.

- Cócegas nele, Jason. – disse pra ele, Jason riu sapeca e foi pra cima do Justin.

Jason ficou remexendo as mãos dele no pescoço do Justin e eu fui na barriga. Mais ele nem se mexia, parei e olhei para Jason que olhou pra mim.

- Aham, eu não tenho cócegas. Agora vocês me pagam. – Justin disse com um olhar maligno.

Só tenho uma coisa a dizer: Fudeo.

- AAAAAAAA. – Jason gritou e Justin começou a fazer cócegas nele.

Fui tentar tirar o Jason e acabei levando cócegas também. No quarto só ecoava nossas risadas, mesmo quase sendo morta de tantas cócegas eu conseguia visualizar o sorriso do Justin, é simplesmente perfeito. Olhei para o lado e Jason também ria muito, são idênticos. Qual o idiota que não percebe isso?

- E agora? Quem é o fodão aqui? – Justin perguntava.

- Justin, estou ficando sem ar. – disse.

Justin parou e me olhou confuso.

- Sério? – ele perguntou.

- Não. – disse rindo maligna e indo pra cima dele, Jason foi também.

Acabamos rolando na cama e caímos do chão. Jason não caiu porque Justin foi mais rápido e o pegou. Começamos a rir feito idiotas. Paramos de rir e coloquei minha cabeça no braço do Justin, Jason logo levantou-se e foi mexer nas gavetas pelo o quarto. Ele não consegue tá parado. Estava olhando para o teto quando Justin selou meus lábios, pedindo passagem com sua língua, logo cedi e já estávamos em um beijo envolvente e calmo. Justin mordeu meu lábio e não quis soltar, dei uns tapas nele, ele riu pelo nariz soltando meu lábio e me dando um selinho. Quando abrimos os olhos Jason nos olhava de uma forma engraçada, gargalhamos e Justin o puxou. Logo Justin levantou com os pés o Jason pela a barriga, segurando em suas mãos e Jason gritava sorrindo e me chamava. Não conseguia desfazer meu sorriso. É tão bom ver os dois se divertindo, sorrindo, não há nada melhor do que isso.

- Bruuuum. – Jason fazia um som estranho na boca. – Sou um avião mamãe. – ele abriu os braços e Justin ficava movimentando ele com os pés.

- Vai ser um avião quando cair e quebrar a cara, ai sim.

- O piloto é profissional meu bem. – Justin disse.

(...)

Estava terminando de me maquiar para irmos para o racha. Justin estava ajeitando seu topete, estava sem vontade de ir, mais com a vadia da Pilar eu não vou deixar o Justin sozinho. Ela que venha se meter comigo que eu afundo os olhos dela com bala. Passei um delineador em meus olhos, com um traço médio, rímel e peguei um batom bem vermelho, destacando meus lábios. Pronto, nada de sombra. Fui até o espelho e dei uma analisada na roupa que eu estava.

- Puta que pariu, acho que eu vou ficar aqui e te foder a noite inteira. – Justin disse chegando por trás de mim, me enconchando, mordi os lábios.

- Idiota. Vamos? – perguntei.

- Bora.

Fui passar perfume e Justin também. O perfume dele é bom pra porra. Saímos do quarto e passei no quarto do meu bebê pra ver se tava tudo bem com ele. Hoje o dia foi cansativo para ele. Descemos e a tal Pilar estava esperando com cara de tédio sentada no sofá, estava parecendo uma puta, com uma saia quase mostrando o cú, e uma blusa transparente mostrando seus seios espremidos em um sutiã em um número menor que ela costuma usar. Pelos menos os meus seios são grandes por si só, não preciso estar judiando os coitados. Isso eu deixo pro Justin fazer.

- Bora. – Justin disse. – Pega a chave do carro da dona Pattie, eu não dou nenhum dos meus carros e a hora que você quiser vir embora não vai ter que ficar enchendo meu saco.

- Nossa Justin, pra quê tanta ignorância? – Pilar disse se fazendo de coitadinha.

- Não amola Pilar. – Justin disse e eu ri baixo.

Pilar foi pegar a chave. Fomos até a garagem, entrei no carro com o Justin e a Pilar no carro da Pattie. Liguei pra vadia da Lilly, ela já estava lá no portão esperando. Saímos e acenei pra ela. Justin pisou fundo no acelerador, Lilly e Pilar tentavam nos acompanhar. Justin parou em um sinal e ajeitou o topete, quando olhei pro lado vi os meninos batendo continência, ri e baixei o vidro do carro.

- Iai seus putos. – Justin disse. – Vai uma corridinha ai?

- Claro vacilão. – Chaz respondeu.

- Já é moleque. – Chris disse empolgado.

- Quando o sinal abrir. – Ryan disse, Justin assentiu e o fechou o vidro.

- Ah não, Justin. – reclamei.

- Fica fria gatinha. – ele piscou.

O sinal abriu, os carros rangeram os motores e logo estávamos voando nas estradas de Los Angeles. Justin sorria olhando pelo o visor os meninos atrás. Nessa corrida chegamos rapidamente ao local do racha. Todos ficaram olhando para os carros luxuosos que acabaram que chegar claro, até eu babo nos carros do Justin, é de dar inveja. Saímos do carro e já vieram umas putinhas pra cima dos garotos, esqueci de trazer minha arma. Justin riu e passou a mão pela a minha cintura. Veio uns puxas sacos falar com o Justin, dei graças a Deus quando a Lilly chegou me salvando dalí, fomos até um barzinho ali que era dentro de um ônibus, pedi um ice e a Lilly uma dose de Martini.

Justin’s POV

Mellanie saiu com a Lilly para comprar bebidas, mas fiquei de olho nela. Do meu lado os garotos já se pegavam com umas vadias, enquanto tinha uns otários enchendo meu saco, mandei eles vazarem, queria me divertir hoje e não ficar falando de negócios. Ainda mais com esses per rapados. Olhei pro lado e vinha a Pilar toda se rebolando com aquela cara de puta, ela quer é ser comida, isso sim. Ela parou do meu lado quase se jogando nos meus braços.

- Porque não me disse que tinha cadela na área priminho? – ela perguntou olhando para frente, assim como eu.

- A única cadela que eu vejo aqui é você Pilar. – disse rindo, ela me fuzilou.

Até que ela é gostosinha, bonitinha. Mais é minha “inha”. Prefiro a Mel que é toda “ona”, tipo gostosona pra caralho.

- Não vai dizer que sente saudades de mim, Bieber? – ela disse com uma voz de puta. Aliás, ela é toda puta. Os garotos já comeram até ela.

- Claro que não Pilar, você só foi mais uma.

- Do mesmo jeito que ela é? – ela disse apontando para a Mellanie.

- Sem comparações com a Mellanie, é totalmente diferente.

- Só porque ela tem um filho seu? Ops, que ela diz ser seu? – ela disse irônica rindo.

- Talvez sim, talvez não. Mellanie tem suas qualidades, mesmo me tirando do sério.

- Ela não te merece.

- E quem me merece? – enruguei a testa a olhando.

- Eu vou te mostrar quem. – ela sorriu maliciosa, quando olhei para frente vinha Mellanie com a Lilly.

- Estou vendo que tenho que andar com você na coleira né Justin? – Mel disse toda estressada me fazendo rir fraco.

Pilar revirou os olhos.

- Virou cachorro agora Justin? – Pilar perguntou a provocando.

- Talvez, mais você vai ser uma cachorra sem dentes se, se meter na conversa onde você não é chamada. – Mel disse a encarando.

- Mel. – a puxei segurando em sua cintura. – Sem brigas ok?

- Essa idiota da sua prima. – ela respondeu toda bravinha, é engraçado. Mas não vou rir porque não quero levar um soco no meio da cara.

- Você me dá nojo garota. – Pilar disse e saiu de lá.

- Vem cá sua prostituta, quero arrebentar essa cara de puta de mal comida. – Mel disse se soltando dos meus braços.

- Ai amiga, não vai se sujar com pouca coisa né, aquieta o facho aí que a noite tá só começando. – Lilly disse puxando a Mellanie.

- Se eu te ver de papo com essazinha aí, eu vou embora ok? – Mel disse me ameaçando. 

Essa mulher é louca.

- Deixa disso mulher. – disse a puxando e a abraçando por trás.

Eu estava encostado no capo do meu carro, e Mellanie quase sentada no meu colo. Estava conversando com a Mel esperando aqueles otários resolverem começar o racha, Lilly estava fuzilando Ryan que se pegava com uma loira, alguma coisa esses dois tem, olhei para frente e não acreditei no que vi. Caitlin Beadles, irmã do Chris, ela foi minha primeira namorada, quer dizer, não foi muito um namoro, mas... Como ela estava diferente.  


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Continua?
Obrigada por todos os comentários.


Amo vocês ♥ 

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Dangerous Life - Capítulo 40 - DNA

90 comentários | |



A língua do Ryan explorava toda a minha boca, assim como a minha explorava a dele. Suas mãos inquietas me apertavam de todas as formas, finalmente pararam em meus seios os apalpando com força, logo meus bicos estavam rígidos e minha calcinha estava mais do que molhada, e eu não estava falando da água que caia sobre nós. Ainda bem que ele não guarda mágoa por ter armado um plano pra cima do Bieber junto com a Mel, até porque não tem nada a ver, entre nós dois só rolou sexo mesmo, nada além disso, certo? Certíssimo. E afinal eu sou de todos, que tiverem um pau delicioso, óbvio. Ryan apertou meus mamilos e eu mordi sua boca, uma de suas mãos desceu até minha calcinha e massageou minha vagina por cima, arfei tentando me concentrar no beijo. Também não deixei barato e desci minha mão até seu pau que já estava acordado a muito tempo, o apertei de leve e comecei a masturbá-lo.

- Isso vadia, assim... – Ryan disse entre gemidos, ele meio que tombou a cabeça para trás e continuei com meu serviçinho.

Sua mão ainda estava me massageando devagar. O empurrei e tirei aquela calcinha que não estava servindo de nada. Ryan veio pra cima de mim de novo passando seus dedos maravilhosos nos meus lábios maiores, me fazendo morder os lábios. Ele desligou o registro e segurou em minha bunda, dei impulso e subi com as pernas entrelaçadas em sua cintura, ele me beijou, sentia seu pau duro encostar em minha intimidade. Senhor, que homem é esse? Ryan me levou até a pia e me sentou lá, seu olhar safado fazia minha vagina pulsar.

- Porque tá me olhando assim Ryazinho? – perguntei o provocando.

- Puta que pariu, quer que eu broxe? Ryanzinho não né?

Gargalhei e o puxei, levei minha boca para a sua orelha, a mordendo e passando a língua, ele arfou.

- Mete logo porra. – disse e Ryan riu.

- Sabia que as mulheres costumam ser mais delicadas?

- Delicada é uma porra. Minha boceta ta piscando aqui e você ainda vem com papo, bora logo Ryan.

Disse impaciente e Ryan riu segurando em minhas pernas. Quando pensei que ele ia meter em mim, sua boca foi para meus seios, os mordendo e sugando com força. Cacete.

Ryan’s POV

O que a Lilly tem de louca tem de gostosa. Puta que pariu. Ela vacilou comigo, mais nem por isso vou deixar de foder com essa gostosa. O negócio é o seguinte, se abrir as pernas, eu como. Chupei seus peitos com força enquanto a safada gemia pedindo por mais, meu pau estava quase explodindo de tão duro que tava, desci minha mão até sua vagina, brincando com seu clitóris, tirei minha boca de seus seios e a beijei, segurei em meu pau e fiquei passando por sua intimidade, a torturando. Era mais uma tortura pra mim, queria ver logo essa gostosa gritando meu nome e pedindo por mais.

- Vai porra. – Lilly disse.

Ela consegue ser engraçada até na hora de foder.

- Você que manda docinho. – selei nossos lábios e coloquei meu pau em sua entrada.

Devagar fui sumindo dentro dela, ela arfou assim como eu. Fui começando a aumentar a velocidade, entrando e saindo devagar. Lilly mordeu os lábios segurando em meus ombros, segurei em suas cochas com força a entocando forte, a fazendo gemer um pouco alto. Logo senti suas unhas me arranhando sem dó nem piedade, nem me importei e aumentei a velocidade. Tava com um tesão da porra, Lilly apareceu na hora certa porque já estava pensando em ir comer uma vadia por aí. Uma hora dessas nosso vocabulário não era lá essas coisas, beijei sua boca tentando conter alguns gemidos, saí  de dentro dela e a desci, a coloquei encostada na pia e levantei uma de suas pernas, a segurando, e novamente a penetrei, agora bem lentamente, enquanto ela olhava para mim mordendo os lábios, sua respiração batia em meu rosto, ataquei sua boca novamente enquanto aprofundava as entocadas.

Lilly’s POV

Aquele gostoso estava me fazendo ir às nuvens e voltar. Não agüentaria mais segurar um orgasmo, ele estava investindo muito nas suas entocadas, finquei ainda mais minhas unhas nele e senti minhas pernas bombearem, se ele não estivesse me segurando eu desabaria ali no chão mesmo. Gemi baixinho enquanto gozava. Ryan não demorou muito também e logo ele me preencheu com seu liquido. Esperamos nossas respirações voltar ao normal, Ryan me beijou e afastou-se de mim.

- Realmente precisamos tomar um banho, daqui a pouco o corno do Justin vem chamar. – eu disse.

Ele assentiu me puxando para o box. Claro que rolou umas mãos aqui e ali, beijos e nada mais. Esse negócio de melação não é comigo, deixa isso pra vadia da Mel e o corno do Justin.

Mellanie’s POV

Já tinha tomado banho e me arrumado. Só Deus sabe onde a vadia da Lilly havia se metido. Justin passou no corredor e ficou batendo a porta me apressando.

- Já estou indo, aff. – resmunguei e abri a porta.

- Abusada. – Justin disse e saí fechando a porta e caminhando, ele vinha atrás.

- Você que é um abusado. Parece que não cansa de encher meu saco.

- Melzinha, você se chateia rápido demais. – Justin disse me abraçando por trás e dando uma fungada no meu pescoço que me fez ir ao céu e voltar.

- Talvez eu não me chateasse se você não ficasse me provocando.

- Tudo bem, vamos dar uma trégua ok?

- Ótimo. Ainda vai querer ir à boate? – perguntei na esperança dele dizer um não.

- Claro. - respondeu e chegamos até a escada.

- Isso não é dar uma trégua. – bufei.

- Isso é cuidar do que é meu. – ele piscou. – E não reclama não em, porque é capaz de eu dar um fim nos zé ruelas e não vai ter mais porra de homem dançando na sua boate.

- Ridículo. – me soltei dele.

- Não mais do que essa sua idéia.

- Você não ia dar uma trégua? Pelo amor de Deus né. – cruzei os braços ainda parada no topo da escada.

- Pronto, demos uma trégua mais isso não significa que eu não vou com você até a boate, entendeu? Agora muda essa carinha porque você fica mais bonitinha sorrindo. – ele deu uns tapinhas de leve nas minhas bochechas.

- Eu odeio você. – disse com raiva, Justin riu e segurou em meu maxilar depositando um selinho em meus lábios, duraram 8 segundos. Eu contei ok?

- Você sabe que eu também. – ele respondeu e segurou em minha mão.

Fomos descendo as escadas. De longe eu sentia o cheiro da comida da Rose, ah meu Deus que saudades que eu estava. Mal chegamos à cozinha e Jason foi pra cima do Justin. Corri meus olhos por toda a mesa, e Jeremy estava lá sentado, só acho que ele queria me matar, ele me fuzilava com os olhos.

- Bem que eu te disse pai. – Jazmyn falou me olhando com nojo.

Essa menina merece uns bons tapas. Ela ta assim porque não apanhou de mim ainda. Espera só pra ver. Justin sentou-se e sentei ao lado dele, Jason continuou em seu colo pegando o guardanapo e brincando. Quando olhei para o lado chegava na cozinha Lilly e Ryan. Ah safados!

- Eu não tinha acreditado, mais estou vendo mesmo que Justin está completamente cego.  – Jeremy disse.

Espera, estão falando de mim? Claro.

- Do que estão falando? – Justin perguntou os olhando.

- Da falta de vergonha na cara que você tem Justin, depois de tudo o que essa mulher fez como ousa colocar ela dentro de casa? – Jeremy falou.

Eu sabia que ele vinha com tudo pra cima de mim. Abri a boca pra me defender, mais a essa hora Justin já estava com a resposta na ponta da língua.

- Eu já disse e vou repetir uma única vez e espero que entendam dessa vez. Vocês não têm nada a ver com isso, não tem que se meter nas minhas decisões e ainda mais na minha vida. A casa é minha e eu coloco quem eu quiser, se estão tão incomodados vazem, pelo menos vocês param de encher meu saco. A Mellanie vai ficar aqui sim e podem achar ruim, eu juro que não me importo com a opinião de vocês.

- Mas filho, entenda que o que ela fez é grave, os outros vão falar de você. – Pattie disse toda calma. Que sonsa.

- Que se danem os outros. Desde quando eu me importo com a opinião deles? E dá pra encerrar o assunto? Que porra. Pai, você não tem que aceitar nada, Mellanie vai ficar aqui e há de quem vir falar alguma coisa. – Justin disse irritado.

Mais eu que estava mais irritada ainda. Eles falando de mim na cara de pau como se eu não estivesse aqui. Estava me sentindo uma estranha no meio deles. Onde eu fui me meter?

- Justin, não fale assim comigo. Eu ainda sou seu pai, você vai me desrespeitar por causa de uma vadia? – Jeremy disse aumentando o tom de voz.

O quê? Vadia?

- Escuta aqui Jeremy, você pode até estar morrendo de raiva de mim por tudo que eu fiz, mas você não tem o direito de me chamar de vadia. Vadia eu não sou, eu me preservo não saio distribuindo por aí como a sua filha faz entendeu? Nunca te desrespeitei e exijo que me respeite também. Já não basta ter uma ex mulher, um filho e uma filha baixos, vai se abaixar no nível deles?

- Olha aqui sua pirralha, você pensa que é quem pra falar assim comigo? Respeitar é o caralho! – Jeremy disse batendo na mesa.

- ELA É A MÃE DO MEU FILHO E VOCÊS VÃO RESPEITÁ-LA QUERENDO OU NÃO. – Justin gritou batendo na mesa também. – Pai, não quero que ofenda a Mellanie, vá prestar atenção no que esses dois andam fazendo – apontou para o Jaxon com aquela cara de sínico dele e a Jazmyn com cara de abusada - E da Mellanie cuido eu. 

- Você nem sabe se esse moleque é seu filho Justin. – Jaxon disse. – Qualquer uma pode chegar aqui e dizer que o filho é teu e você vai acreditar? É muito ingênuo.

- Fica na tua moleque. Quando o seu pau crescer você vem dá opinião, enquanto isso calado. – Justin disse.

- Eu concordo com o Jaxon. Quero ver o exame de DNA, quero ver se ele é filho mesmo do Justin. – Pattie disse me olhando debochada.

Ah que vontade de arrancar esses olhos azuis com minhas próprias mãos.

- Eu também quero. – Jeremy disse.

- Eu não vou fazer exame porra nenhum, e quero mais que vocês explodam. – me levantei. – Perdi o apetite, vem Jason. – o peguei do colo do Justin. – Rose, leva comida pro Jason.

Ela assentiu e sai da cozinha. Chega de ficar me humilhando como se eu fosse uma puta que saiu dando pra meio mundo. É óbvio que Jason é filho do Justin. A mesma certeza de que 1+1 é 2, eu tenho de que Jason é filho do Justin. Que eu saiba não sai dando depois que fui embora da casa do Justin. Eles são ridículos, que o Jeremy vá tomar no cú também com essa família hipócrita dele. Fui subindo as escadas e ouvi Lilly me chamar, parei a olhando.

- Você está bem? – ela perguntou.

- Claro sua boba, vai comer, e depois me conte o que houve contigo e o Ryan em safada. – disse rindo, ela riu também.

- Ok, só vou comer porque enfim a fome está me matando. Se não, nem ia olhar pra cara daquele povo sem futuro. – ela fez careta e eu ri.

- Ok, vá lá.

Ela desceu e eu subi. Fui pro quarto do Justin, tenho que me acostumar de chamar de meu. Coloquei Jason na cama e me joguei na mesma. Eu mereço isso, eu mereço.

- Mamãe. – Jason me cutucou.

- Oi amor. – disse e beijei sua bochecha.

- Quelo ir plo papai. – ele disse.

- Ah não amor, vai me deixar só? – fiz biquinho e ele me olhou como se eu realmente estivesse triste. – Agora só quer ficar só o seu papai. E a mamãe onde fica?

- Vou ficar com a mamãe, tá bom? – ele perguntou fofo segurando meu rosto.

- Tá bom sim meu delicia. – disse e o enchi de beijos, fazendo cócegas em sua barriga, ele se contorcia de rir e pedia pra parar. Nossa brincadeira foi interrompida com a Rose chegando com a comida dele.

- Senhora, não quer que eu traga sua comida?

- Não Rose, juro que perdi a fome.

- Não querendo me intrometer, mas... É claro que Jason é filho do senhor Justin. Não sei onde a família tem está com a cabeça.

- Eles são uns idiotas, mais eu nem ligo. Foda-se eles.

- Faz bem senhora. Não vai querer mais nada?

- Não Rose, pode ir.

Ela assentiu e saiu do quarto. Quando olhei Jason já tinha metido a mão em tudo e já tinha levado para a boca.

- Jason! – o reprimi rindo, ele riu com a boca aberta e toda suja. Só conseguia ver os dentinhos.

Ri ainda mais e fui ajudar o esfomeado a comer direitinho, ou tentar. O menino estava com uma fome de leão, parecia que estava sem comer a dias. Depois fui limpá-lo no banheiro, Rose voltou pra levar a bandeja e continuei brincando com o Jason. Minutos depois a porta foi aberta, era Justin. Dei só uma olhada de relance e voltei meu olhar para Jason que tentava desbloquear meu celular.

- Vou tomar banho pra sairmos. – Justin disse nos olhando.

- Ok. – respondi querendo e não querendo.

Tudo bem que ele me defendeu, mais não foi o suficiente. Sabia que isso de voltar a morar aqui não ia dar certo. Me sentia uma estranha, em uma casa onde todos me odeiam, não que eu esteja ligando para eles , até porque não estou e quero que vá tomar no rabo, mais isso é chato e estressante.

Ele entrou no banheiro, Jason deitou sua cabeça em meu peito e ficou balançando os pés pra lá e pra cá, mal conseguia ver o que estava passando na TV por conta da inquietação da minha benção. Jason parou de mexer os pés e o olhei, ele estava cochilando com o celular nas mãos, peguei e coloquei do lado, fiquei fazendo carinho em seus cabelos lisos enquanto meu bebê adormecia. Justin saiu do banheiro se enxugando e foi para o closet, ele saiu com uma calça quase na metade da bunda, eu não entendo porque ele não anda só de cueca mesmo, supras, uma regata branca mostrando bem seus músculos definidos e as tatuagens, e seu topete impecável como sempre. Deixei Jason dormindo ali mesmo e saímos do quarto.

- Não vai querer comer nada mesmo? Eu espero. – Justin disse.

- Estou sem fome. – respondi e fui na frente.

Encontrei Lilly na sala, encarando a TV.

- Eu já sei que ele vai com a gente. – Lilly disse fazendo cara de decepção, ri de leve.

- Pois é. – respondi. – Vamos logo.

Ela levantou-se e fomos até a garagem.

- A parada é o seguinte, Justin você vai ter que ir la no galpão da Mellanie porque eu quero pegar meu carro ok?  

- Está me achando com cara de quê? – Justin perguntou enquanto entrávamos no seu carro luxuoso.

- Com cara de intrometido, então vai fazer o que eu to mandando. – Lilly disse estressadinha.

- Agora eu sei de onde vem o mau humor da Mellanie. – Justin bufou.

Ignorei completamente. Porque mais discussões em um só dia era demais pra mim. Justin pisava fundo no acelerador, mal dava pra ver o que se passava nas ruas. Quando dei por mim já estávamos pegando a estrada de terra que dava pro galpão, Lilly que estava ensinando Justin o caminho. Eu estava calada porque algum motivo estranho, eu continuava puta de raiva por aqueles imbecis ter insinuado que Jason não é filho do Justin. Por acaso eu tenho cara de puta? Finalmente chegamos, vi o carro do Renan mais nem estava a fim de falar com ele também. Lilly desceu e logo entrou no seu carro, ela foi à nossa frente e Justin deu partida de novo. Chegamos ao asfalto, estava num silencio eterno.

- Não vai ensinar o caminho da boate? – Justin perguntou.

- É só seguir a Lilly. – respondi com desdém.

- Porque ficou assim? – ele perguntou me olhando.

- Estou normal. – dei de ombros.

- Não adianta mentir.

- Quer que eu esteja como depois de ser esculachada por sua família e ainda exigirem um exame de DNA? Eles pensam que eu sou o quê? – perguntei o olhando com raiva, não raiva dele.

- Pensei que já estivesse acostumada com as provocações deles.

- Eu estou. Mas não com provocações em massa, e ainda mais sobre a paternidade do Jason.

- Olha Mellanie, acho melhor você fazer mesmo esse exame...

- O QUÊ? Até você Justin? Puta que pariu em. – me revoltei, como assim? – O que vale é a minha palavra, se não quiser acreditar, foda-se também.

- Hey, você não deixa eu nem terminar de falar. – ele me olhou. – Nós dois sabemos que Jason é meu filho, eu não preciso de merda de exame pra comprovar isso, eu acredito em você, e cara, ele é a minha cara. – ele sorriu de lado. - Não tem como negar, eu sei que o mesmo sangue que corre em minhas veias corre nas veias dele. Só estou propondo fazer o exame pra esfregar na cara de todos, você não quer ver eles putos da vida? Então faça isso. Quando todos virem o exame positivo eu faço eles pedirem desculpas a você, do jeito que preferir. O que acha?

Até que não seria má idéia. Ver Pattie e todos se roendo de ódio vai ser maravilhoso.

- Tá bom, eu faço essa merda. Mais eles vão pedir desculpas do meu jeito, vou escrever e quero que leiam.

- Ótimo. Quer passar em um MC pra comer algo? Ficar com fome não vai ajudar em nada. – ele disse já parando em um. Eu nem disse que queria.

- É o jeito né.

Desci e comprei um lanche rapidez. Fui comendo no carro mesmo. Justin comeu quase todas as minhas batatinhas. Folgado. Chegamos a minha boate e Lilly já estava lá há séculos. Justin estacionou bem na frente, desci primeiro e esperei ele.

- Vamos. – disse.

- Espera. – ele segurou em meu braço, voltei me virando para ele.

- Quê?

- Aqui tá sujo de ketchup.

- Onde?

- Aqui oh.

Quando vi Justin estava passando sua língua no canto da minha boca.

- Eca, nojento. – disse rindo.

- Cala a boca. – ele riu e selou nossos lábios.

Estávamos nos pegando ali mesmo no meio da rua. Ele me puxou contra seu corpo aprofundando o beijo.

- Oh vagabunda, vão entrar ou querem que eu vá até ai pegar vocês pelos cabelos? – Lilly gritou me fazendo rir.

Me separei do Justin e ouvi ele bufar enquanto me acompanhava até a entrada.

- Já ganhou o apelido de empata foda, vai querer ganha de empata beijo também? – Justin perguntou passando por Lilly e assanhando os cabelos dela.

- Meus cabelos seu puto. – ela reclamou.

Ri daqueles dois e entrei. Quando olhei ali estava cheio de homens gostosos, puta que pariu. Tipo, tinha uns 15. Ai meu coração. Meu queixo foi no chão e voltou, mas logo voltei ao normal quando vi Justin ao meu lado, com uma cara nada boa, segurando em minha cintura. Querendo mostrar para todos que eu tenho um dono, e que ele é mais gostoso do que todos juntos. Concordo. Olhei pro seu cós e sua arma estava bem exposta, ah claro, e mostrar pra todos que ele é o fodão do pedaço. Tinha uns delicias me secando, Lilly estava do meu lado sorrindo encarando todos eles.

- Vão olhar muito porra? Bora logo, circulando. – Justin disse todo rude, e frio.

Porra como ele fica sexy assim. Me come homem.

Os boys começaram a andar, iríamos para uma sala escolher.

- Ui. – disse rindo e dei um selinho no Justin.

Justin não estava agarrado comigo, mais ele é mala e ia segurando no cós do meu short, onde se coloca o cinto. Daqui a pouco dá pra ver toda a minha calcinha.

- Quem que administra aqui? – Justin perguntou.

- É a Valéria. – disse, acho que era assim o nome dela. Não sou boa em decorar nomes.

- Então chama ela, ela vai escolher junto com a Lilly.

Bufei, mais não disse nada. Fui chamar a Valéria e ela quase, mais quase que se abriu pro Justin, porque do jeito que ela o olhava estava quase pedindo pra ser comida. Quase não, estava pedindo.

- Se quiser apanhar é só continua olhando para o que não é seu. – disse pra ela.

Ela caiu na real e se recompôs, Justin riu do meu lado. Bufei e sai na frente, ouvi sua risada e ele me abraçou por trás. Peguei sua arma.

- Me dá isso aqui, se ela continuar com a palhaçada eu estouro logo os miolos dela.

- Para com isso doida. - ele riu e tomou a arma de mim.

Entramos na sala e eles estavam bonitinhos formados em fila.

- Então. – comecei a falar. – Todos sabem por que estão aqui né? – eles assentiram. – Ótimo. As meninas vão escolher uns de vocês pra trabalhar com a gente, e vão falar sobre o que vocês vão fazer. Eu até que iria falar e ajudar a escolher, mas...

- Mas não deixei. – Justin respondeu todo fodão. – Não quero nenhum de assanhamento aqui ok? Se vacilar leva azeitona na testa. – Justin mostrou a arma, e os coitados tremeram na base.

Tirei Justin de lá enquanto as meninas faziam a melhor parte do serviço. Fomos até o bar, parece que Justin não consegue ficar sem beber, o deixei lá bonitinho e fui até meu escritório que havia na boate pegar alguns documentos e o dinheiro acumulado na semana. Voltei para o bar e tinha uma vadia que trabalha aqui se assanhando pro Justin, ele estava adorando é claro. Avistei a vadia passando a mão em seu abdome por cima da blusa, Justin riu a me ver.

- Continua descendo essa mão ai e você fica sem ela em dois tempos. – disse atrás dela, ela deu um pulo do susto.

- Desculpa, eu...

- Desculpa é uma porra. Vaza agora. – disse ríspida.

Têm algumas delas que moram por aqui. Tem alguns quartos para aquelas que não têm pra onde ir, então quando não estão por lá, estão vagando por aqui se insinuando pro homem dos outros. Ela saiu rapidinho e Justin riu tomando um gole de Vodka.

- Você faz é rir né filho da mãe, estava gostando que eu sei. – dei um tapa em seu ombro, ele riu mais ainda.

- Ciúmes? – sorriu. Parecia que ele não se cansava de mostrar aquela fileira de dentes perfeitos brancos.

- Ciúmes é meu pau.

- Você não tem pau. – ele riu de novo.

- Por isso mesmo. Não tenho pau e nem ciúmes. – cruzei os braços.

Ele riu pelo nariz e me puxou, fiquei entre suas pernas já que ele estava sentado em um dos bancos do bar. Não tinha ninguém lá, além de nós.

- Você sabe que podem existir outras, mas você é a única por qual eu mato e morro. – ele sussurrou em meu ouvido.

Quase fiquei sem chão, ele abraçou pela cintura e dei um beijinho abaixo de sua orelha fazendo carinhos em sua nuca. Ele é cheiroso, tipo muito.

- Não vão existir outras, porque quem se garante no que faz não tem espaço pra concorrência. – disse o fazendo rir.

- Onde aprendeu a ser convencida assim? – me ajeitei para olhá-lo.

- Com o melhor. Você. – pisquei, ele sorriu.

Selei nossos lábios. Em um beijo com sabor Vodka. Pousei minhas mãos em seus ombros enquanto ele apertava minha cintura. Minha língua movimentava-se junto com a sua preguiçosamente, o carinho que ele estava fazendo em minha cintura era tão gostoso que eu queria continuar agarrada ali com ele pra sempre. Justin mordeu meu lábio inferior e fomos separando nossos lábios, dei uns selinhos nele e fiquei de costas, enquanto ele me abraçava pela a cintura. Ficamos conversando sobre uma porção de coisas enquanto ele bebia e eu esperava entediada por Lilly e a vadia da Valéria.

- To a fim de ir a um racha hoje, o que acha? – Justin me perguntou.

- Eu não sei. Vou ficar com o Jason, faz tempo que não fico com ele. E não estou a fim de sair.

- Beleza, eu vou com os caras.

Dei de ombros.

- Vou fazer com que a gravação e a cabeça do Luc cheguem às mãos do Hugo. – disse.

- Como?

- Isso é muito fácil. Ah que demora... – resmunguei.

- Não vai querer mesmo ir ao racha? – ele insistiu morrendo de vontade que eu falasse sim.
Iria dizer que não quando a Lilly chegou toda sorridente e se abanando. A vadia ainda faz inveja.

- Prontinho. Já tem os selecionados. – ela falou e pegou o copo do Justin bebendo um gole, fez careta e riu.

- Já falou tudo pra eles? Como funciona aqui e tals? – perguntei.

- Já sim. Agora precisamos marcar um dia para a estréia né meu bem. Isso aqui vai bombar. – Lilly disse animada.

Não sei de onde essa pessoa tira tanta energia.

- Depois veremos isso. Cadê a Valéria? – perguntei.

- Ela foi fazer um sexo em grupo. – ela disse rindo, eu ri também.

- Ela vai sair toda arrombada. – Justin disse.

- Mais do que ela é? Impossível. – disse e eles riram.

Os seguranças foram colocando os gostosinhos para fora. Só depois que eles viriam para cá. Saímos da boate, passamos em outra pra pegar o lucro e voltamos para a mansão.

- Oh Lilly, topa ir a um racha hoje? – Justin a perguntou enquanto entrávamos em casa.

- Opa, claro. Onde é?

- Na zona oeste. Os caras vão, e o Ryan também. – ele disse e Lilly riu.

Em falar nisso a vadia nem me disse o que aconteceu.

- Vou sim. – ela sorriu.

- Ótimo, agora convence a tua amiga ai. – Justin se referiu a mim e dei um sorrisinho sem graça.

Isso é golpe baixo. Lilly sempre conseguia o que queria, ela sabia chantagear que era uma beleza.

- Pode deixar que ela vai sim. – Lilly respondeu e revirei os olhos.

- Ótimo, vou para o escritório. – ele curvou-se, já que eu estava sentada no sofá e me selou rapidamente.

- Ah Justin, faz favor e vê se a gravação está pronta. – disse.

- Beleza. Vai entregar isso ainda hoje?

- Claro. Quanto mais rápido melhor.

- Falow.

Ele subiu as escadas e me deitei no sofá. Lilly deitou no outro.

- Amiga você vai né? Não pode me deixar ir sozinha.

- Ah Lilly, não, por favor. Sem chantagens.

- Você sabe que eu faço tudo o que você quiser, te acompanho até pra ir ao inferno se for preciso, então retribuía e me acompanhe, please.

Ela sabe irritar pra caralho também. Falei uns dez “nãos” mais ela não se cansava.

- PELO AMOR DE DEUS. Ok, eu vou , chega né? – disse e ela sorriu vitoriosa.

- Por isso que eu te amo delícia. – eu ri.

- Cala a boca sua falsa. Agora me diz o que rolou entre tu e o Ryan? Andaram se pegando sua safada?

Lilly riu parecendo se lembrar do episódio.

- Menina nem te conto. - colocou a mão na boca e riu. Retardada.

- Começa.

- Eu fui tomar banho, então entrei em um quarto lá de hospedes, ai quando eu entrei no banheiro eu vi aquela torre de Eiffel do Ryan apontada pra mim, eu não me agüentei e foi ali mesmo. 

Ela disse e eu ri muito, minha barriga chegou a doer. Ela não é normal.

- Pelo amor de Deus Lilly, cria juízo menina. Vocês transaram?

- Não, a gente brincou só de mete-mete. É claro né minha filha.

Eu ri ainda mais. Dessa vez caiu até uma lágrima do meu olho. Eu não agüento, é muita loucura pra uma pessoa só.

- Sua palhaça. – disse recuperando o fôlego. – Seus safados.

- Pois é né, ninguém resiste ao meu corpo nu. – rimos.

Ficamos conversando e rindo. Mais nossas risadas foram interrompidas por Justin gritando meu nome, virei só o rosto e ele estava no começo da escada com o Jason nos braços.

- Olha só quem acordou o mini Bieber. – Lilly disse rindo.

Me levantei e subi as escadas. Cheguei até eles e Jason estava com uma cara de choro e com os cabelos incrivelmente assanhados, estou vendo que Justin não é o único que acorda mal humorado.

- O que foi bebê? – perguntei querendo pegá-lo mais ele se recusou a vir pra mim.

- Ele está com fome. – Justin respondeu. – Vai pra sua mãe Jason, o papai precisa resolver algumas coisas. – ele dizia tentando convencer Jason que estava grudado em seu pescoço.

- Naum, quelo ficar com o papai. – sua voz saiu abafada por ele estar escondendo o rosto no pescoço de Justin.

- Então não está com fome. – disse.

- To. – Jason respondeu.

- Tudo bem, leva a comida dele pro escritório tá bom? – Justin disse.

- Justin, você não pode ficar as fazendo as vontades dele.

- Ele não vai incomodar Mellanie. Estamos esperando.

Ele disse e foi para o escritório. Depois quando Jason ficar mimado a culpa não vai ser minha.

- Amiga, vou caindo fora. – Lilly disse levantando-se. – Não me deixe na mão e fique pronta, me manda um SMS dizendo a hora pra estar aqui ok?

- Tá bom, eu mando.

- Ótimo, beijos e até mais tarde.

- Beijos vadia.

Ela saiu dando tchauzinho e fui para a cozinha. Jason é a criança que eu conheço que mais come, até porque não conheço muitas, mais não é normal. Ele só pode ter um buraco negro na barriga. Fui para a cozinha e não tinha ninguém lá, Rose deve estar limpando por aí. Abri a geladeira e pra minha sorte tinha uma tigela com salada de frutas, hum que delicia. Tirei e peguei duas colheres e uma pequena pro Jason, isso vai embora rapidinho.Cheguei no escritório e Justin estava brincando com o Jason. Resumindo, era papel e caneta pra todo lado.

- Não sei quem é a criança dos dois. – disse e Justin riu. – Trouxe salada.

- Hum, mais gostosa do que salada só você. – Justin disse me fazendo rir. Coloquei em cima da mesa, e entreguei a colher pra ele e o Jason.

- Mamãe gotosa. – Jason disse e riu parecendo gostar do que tinha acabado de falar. – Gotosa papai? – ele perguntou olhando para Justin.

- Sim campeão. Muito gostosa.

- Para vocês dois. – ri.

Em instantes a salada de frutas já tinha acabado. Justin e Jason fizeram questão de fazer a maior bagunça, e sobrou tudo pra mim. Como sempre. Além de cuidar do Jason, vem o Justin de brinde pra cuidar também. 


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Continua?
Obrigada por todos os comentários.


Amo vocês ♥