Fanfics - Justin Bieber

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Dangerous Life 2° - Capítulo 1 - New phase

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Depois da temporada na casa dos avôs de Justin, voltamos para a nossa casa, porque de certa forma eu me sentia incomodada dando trabalho aos coitados, mesmo eles sendo uns amores de pessoa. Jason adorou os avôs, tanto que nem queria vir embora. Quanto Pattie, Jaxon, Jazmyn e Jeremy voltaram pra casa, graças a Deus. Não imagina como é chato todo dia acordar e dá de cara com a víbora da sua sogra te xingando pra Deus e o mundo ouvir. Eu e Justin estamos bem, mas cada um trabalhando muito agora, como eu havia dito, Caitlin e Lilly estão me ajudando nos meus negócios, e se querem saber estamos saindo muito bem. Quase todos os dias vamos para um dos meus galpões conversar sobre negócios, até que não está sendo tão estressante como quando era com o Renan, sempre que terminamos nosso trabalho, ficamos conversando e rindo horrores. Quando eu e Justin estamos ocupados, Jason fica com a Jack, pois é, eu havia demitido ela, mas Rose conversou comigo e eu entendi que a pobre coitada não teve culpa de ter caído no plano dos desgraçados, Luc e Hugo. Que o diabo os tenha. Então, a contratei de novo. Hoje é segunda-feira, e só Deus sabe do tamanho da preguiça que eu estou de me levantar, tomar banho e ir para o galpão, sem falar do meu celular que não para de tocar um segundo. O xinguei enquanto pegava, olhei no visor e era a Lilly, só podia ser essa vadia.

- Oh minha filha, cê tá pensando que horas são? – ela berrou no celular.

- Não faço idéia. – murmurei coçando o olho com as costas da mão.

- São 7:30 da manhã vadia, já estamos indo para o galpão,você não vai ?

- Claro que eu vou. – bufei. – Será que eu posso tomar meu banho, me vestir e comer alguma coisa?

- Faça isso, temos uns probleminhas para resolver.

- Oh merda, até já. – desliguei.

Tanta coisa pra eu trabalhar, e olha onde eu fui me meter? Nessa porcaria de vida do tráfico, esses cornos metidos a cafetões fode com a minha vida, dificulta minhas vendas e ainda querem sair ilesos, eles vão ver só. Me levantei na maior preguiça no mundo, me espreguicei e caminhei em direção ao banheiro, tenho certeza que Justin já está enfurnado em seu escritório. Me despi e fui para debaixo do chuveiro, em segundos a água quente percorria pelo meu corpo levando pelo menos um terço da minha preguiça, não demorei no banho, escovei meus dentes e fui me arrumar. Coloquei um short jeans, uma blusinha solta, calcei um salto e pronto. Peguei minha bolsa e o celular que estava em cima da cama, chequei se minha arma estava carregada e saí do quarto. Passei pelo quarto de Jason, meu bebê ainda dormia, dei um beijinho nele e saí do quarto sem fazer barulho. Andei pelo extenso corredor sendo observada pelos seguranças, eu tentava me acostumar, mas é difícil. É chato ser observada assim. Cheguei até a escada, e resolvi voltar, Justin me mataria se eu saísse e não falasse com ele. Cheguei até o escritório e entrei sem bater mesmo, eu nunca bato, e faço isso porque eu sei que Justin odeia. E eu gosto de ver ele estressadinho, isso me excita.

- Pensei que iria sair sem falar comigo. – ele disse olhando alguns papéis.

- Pensou errado. – respondi parando em frente a sua mesa. – Então, eu já vou, se eu demorar mais um pouco a Lilly come meu fígado. Qualquer coisa, me liga. – dei as costas caminhando até a porta.

- Mellanie. – Justin disse.

- Quê? – me virei o encarando.

- Isso é um short ou um cinto? – lá vem ele implicar com as minhas roupas, bufei e coloquei as mãos na cintura.

- O que você acha?

- Daqui a pouco anda nua por aí.

- Pra infelicidade de muitos, isso é uma coisa que eu nunca vou fazer. – disse e ele bufou largando a caneta.

- Que horas você volta?

- Não sei.

- Tá, pode ir. – ele revirou os olhos.

Ri da sua atitude e fui até a sua mesa, dei a volta e puxei sua cadeira que gira, deixando Justin de frente para mim.

- Posso? – perguntei o olhando.

Justin levantou-se rapidamente, e me encurralou na janela de vidro, mordi os lábios encarando seus olhos cor de mel, suas mãos desceram pelas laterais do meu corpo dando leves apertos, e logo sua boca atacou a minha. Ri entre o beijo da sua afobação e levei minhas mãos até sua nuca fazendo carinho, nossas línguas guerreavam, Justin chupava e mordia meu lábio inferior me deixando louca, senti sua mão entrar por debaixo da minha blusa e caminhando até meu seio, onde ele apertou com força. Sério que ele quer sexo a essa hora da manhã? Até que eu poderia fazer isso, mas Lilly vai me matar. Desci minhas mãos por sua barriga, ele usava uma regata fina e dava pra sentir todos os gominhos de músculo na sua barriga. Gostoso. Dei um leve empurrão e separei nossos lábios.

- Eu tenho que ir. – disse.

Ele nem ligou e me puxou pra perto de seu corpo.

- Justin, eu estou atrasada. Não quero ser morta pela Lilly e a Cait.

- Você nunca tem tempo para mim. – ele disse me soltando e dando uma de coitado.

- Me poupe Justin, nós transamos ontem, sei lá umas cinco vezes? Tá reclamando de quê meu filho? – perguntei com as sobrancelhas arqueadas, e era verdade. Ontem ele não me deu descanso, esse homem é incansável.

Ele riu maroto e sentou-se na sua cadeira.

- Tudo bem, dessa vez você está livre. – ele disse.

- Idiota. – ri e fui até ele, me debrucei um pouco e depositei um selinho demorado em seus lábios, em troca recebi um tapa na bunda.

- Gostosa! – ele mordeu os lábios.

Eu não vou cair na tentação. Não vou.

- Tchau Justin! – cantarolei pegando minha bolsa e caminhando até a porta.

- Vem rebolar no meu pau, Mel.

- Vai se foder. – disse, ele gargalhou alto e saí do seu escritório.

Se eu não tivesse mesmo que resolver esses problemas que a Lilly disse, eu iria trabalhar com o Justin, meu único trabalho seria galopar em cima dele. Caralho Mellanie afasta esses pensamentos perversos e acorda pra vida minha filha. Cheguei até a cozinha e a Rose já veio com meu café da manhã, essa mulher é demais. Comi rapidinho e fui até a garagem, peguei qualquer carro, não estava com tempo de escolher, fiz uma manobra saindo da garagem, abriram os portões e pisei fundo pelas ruas de Los Angeles.

(...)

- Eu já ia te ligar. – Cait disse a me ver entrar no galpão.

- Então senhoritas, o que tem de tão importante pra resolver que não pode me deixar dormir até meio dia? – perguntei me jogando no sofá que havia na nossa sala. Sim, resolvemos dividir a mesma sala porque se não a putaria não era a mesma.

- Temos novidades, nada agradáveis. – Lilly disse.

- Solta logo a bomba. – disse ligando meu macbook.

- Luc morreu, e quem assumiu seus negócios? – Lilly perguntou.

- O Hugo. – disse como se fosse o óbvio, e era.

- Hugo morreu, e quem assumiu seus negócios? – foi a vez de Cait perguntar.

- Não faço a menor idéia. Quem assumiria? – perguntei.

- Deixa de ser burrinha Mel, e pensa um pouquinho. – Cait disse.

- Eu to pensando, não tem ninguém pra assumir, a não ser as pessoas que eram de confiança do Hugo.

- A pessoa de confiança do Hugo... – Lilly disse.

- Ah, fala logo quem é, deixa de suspense.

- Quem irá assumir os negócios será o Renan.

- O QUÊ? – perguntei sem acreditar.

- Isso mesmo que você ouviu. Acho que o Renan não ficou muito satisfeito com a demissão e agora quer se vingar. – Lilly disse me olhando.

- Ele não é nem louco de se meter comigo. – disse entre dentes.

- Claro que é, ele já se meteu e roubou uma carga sua ontem a noite. – Cait disse.

- QUE FILHO DA PUTA! – gritei batendo com força na mesa. – Ah, mas ele vai me pagar. – peguei meu celular e procurei seu nome na minha agenda telefônica, eu não apaguei, e espero que ele não tenha mudado de número.

- O que você vai fazer? – Lilly perguntou.

Não respondi. O celular já chamava, e logo ele atendeu dando uma risada.

- Você se acha muito esperto não é mesmo Renan? – perguntei o mais irônica possível.

- Bom dia pra você também Mellanie. – ele riu.

- Bom dia é o caralho. Tem noção da idiotice que fez?

- Calma, você tá muito estressada. Digamos que só peguei sua carga emprestada. – ele riu.

- Estressada você vai me ver quando eu por as minhas mãos em você. Luc e Hugo não souberam comandar essa joça aí, você não vai ser o primeiro a aprender. Então se prepare, porque você vai ficar no fundo do poço, na lama onde é o seu lugar. Eu te disse que não se metesse comigo.

- Guarde seus argumentos para depois querida, nem sei por que está tão estressada. O que é uma carga idiota de armas comparada a fortuna que você e o Bieber têm. – ele gargalhou. – Têm mais não por muito tempo.

- Vamos ver quem vai cair primeiro, vamos ver. – disse e desliguei na cara dele.

Era só o que me faltava. Primeiro Luc, depois Hugo e agora Renan.

- O que ele disse? – Cait perguntou.

- Merda, tá se achando o poderoso chefão agora. Vou mostrar pra ele quem tem poder aqui. – me levantei e saí da sala.

No galpão havia alguns caixotes, onde alguns homens que não tinham o que fazer, ficavam jogando dama, dominó ou conversando mesmo. Me aproximei deles e chamei a atenção de todos.

- Escutem todos. Agora que Hugo morreu, o traficantizinho da parada é o Renan. – disse e eles se entreolharam, até eu fiquei admirada. – Pois é, ele foi muito idiota fazendo essa escolha, e pra mostrar que manda ele já roubou uma carga minha. Ele tem que saber que comigo ninguém se mete a besta, e como eu tenho muito que fazer, quero que vocês se separem e procurem alguma boate que agora é do imbecil do Renan.

- Sim senhora, e o que faremos? – um deles perguntou.

- Vocês iram pegar as vadias que estão lá e trazer para cá. Elas vão trabalhar para mim... De graça – dei risada. - E na boate, podem tocar fogo. Caso isso seja concluído com sucesso, eu aumento o salário de vocês.

Eles comemoraram entre sorrisos e palmas. Revirei os olhos.

- Vamos, quero isso pra ontem. – disse batendo palma para eles se manifestarem.

Logo o galpão estava vazio, quando se fala em aumento do salário eles sabem ser rápidos. Ouvi palmas, me virei e era Lilly e Cait.

- Gostei vadia. Muito bom. – Lilly disse, sorri como agradecimento.

- Quero ver quem vai ficar no prejuízo agora, eu ou ele. – disse e dei uma risada maldosa, elas riram junto comigo.

- Às vezes eu tenho medo de você amiga. – Cait disse.

- Não seja bobinha Cait, vamos pra sala, temos uma reunião para marcar com o Senhor Governador, o safado tá me devendo. – disse e rimos caminhando até a sala.

(...)

Como tínhamos muitas coisas para fazer ainda, obviamente não dava para eu ir pra casa, então fomos ao restaurante mais próximo para almoçar. Ficamos afastadas das demais pessoas, e logo meu celular começou a tocar, vi no visor e era Justin.

- Oi. – disse, as meninas pararam de conversar e me olharam, fiz um gesto com a mão para que elas continuassem.

- Não vem pra casa? – ele perguntou.

- Não vai dá. O Jason já almoçou?

- Ele já andou beliscando algumas coisas, estávamos esperando você. – ele bufou.

- Não precisa me esperar, só vou pra casa à tarde.

- Eu vou sair à tarde e volto à noite.

- Ok, pois então até a noite.

- Até.

Desliguei guardando o celular.

- Que clima tenso. – Cait disse.

- Que nada, só nossos horários que não se batem, enfim... Onde paramos mesmo? – perguntei e reiniciamos a conversa.

Terminamos nosso almoço e voltamos para o galpão. Era exatamente quatro horas da tarde, quando ouvimos barulho de motor de carro. Nos minutos seguintes o enorme portão foi aberto, eram meus homens e eles traziam o que eu tinha pedido. Uma van entrou no galpão, todos entraram em seguida e o portão foi fechado. Lilly e Cait estavam do meu lado observando eles se posicionarem e alguns indo abrir a van, dez vadias amarradas saíram de lá se debatendo, ainda bem que suas bocas estavam tampadas, não queria ouvir vadia implorando pra ser solta. Não tive como conter meu sorriso.

- E a boate? – perguntei.

- Está em chamas, senhora. – um deles disse dando uma gargalhada.

- Perfeito. – sorri. – Podem tirar essa fita engomada delas. – mandei.

Eles puxaram sem dó nem piedade, dei risada das vadias reclamando de dor. Logo elas começaram a falar sem parar, e algumas que não tem medo de morrer, a me xingar.

- Wow... Podem indo calar a boca antes que eu perca a paciência com vocês. – disse e elas calaram a boca. – É assim que eu gosto, vocês vão trabalhar para mim agora, e o melhor de graça. – ri, Lilly e Cait também.

- Sua vadia, deixa só o Renan saber disso. – uma delas berrou.

Fui até a mesma e acertei um tapa em cheio em seu rosto, o tapa foi tão forte que ela virou o rosto.

- Vadia é a sua mãe que te pôs no mundo, e eu quero mais que ele saiba mesmo. E vocês só tem duas opções, me obedecem ou me obedecem, ouviram? É só fizerem o que eu mando e as coisas melhoram pra vocês, isso é tão simples.

- Mellanie, já liguei para a Fernanda da boate na saída da cidade, ela avisou que já pode mandar as vadias, que de lá ela comanda tudo. – Lilly disse.

- Ótimo. Levem elas, e como eu havia prometido, aumento de salário garantido. – disse e eles comemoraram.

Começaram a colocar fita engomada na boca delas de novo, ia observando cada vadia, mas uma me chamou atenção. Pele branca, cabelos pretos e curtos, olhos escuros, parecia que ela não era siliconada como as outras vadias. Uma garota bonita pra estar nesse ramo da prostituição. Das dez, ela era a única que ficou quieta, sem abrir a boca e amedrontada. Ela me olhava fixamente assim como eu também a olhava, não sei, mas alguma coisa me dizia que com ela eu faria uma injustiça, seus olhos pediam por suplica, pisquei os olhos algumas vezes e me despertei dos meus pensamentos ao ver um capanga indo colocar fita engomada em sua boca.

- Espera! – disse, Cait e Lilly me olharam. – Leve ela pra minha sala. – ordenei.

- O que está fazendo? – Cait perguntou.

- Me esperem aqui, vou ter uma conversa com ela. – disse, e elas também não entenderam o que estava acontecendo.

Caminhei até a minha sala, me sentei e esperei o capanga levar a tal garota. Passei a mão nos cabelos pensando no que eu iria fazer.

- Aqui senhora. – o capanga disse segurando a garota pelo braço mesmo ela estando amarrada.

- A desamarre. – mandei, e foi o que ele fez. – Com as demais vadias, pode levá-las para a boate e se retire. – ele assentiu com a cabeça e saiu.

O medo da garota se multiplicou, ela se tremia na minha frente.

- Qual o seu nome e quantos anos você tem ? – perguntei entrelaçando minhas mãos sobre a mesa.

- Emily. Tenho dezenove – ela respondeu baixo.

- Ok Emily, senta aí. – mandei, ela hesitou um pouco e depois sentou. – Há quanto tempo você trabalhava naquela boate?

- Dois meses.

- Porque escolheu trabalhar lá, se prostituindo? – fui logo ao ponto.

- Ahm... Porque você quer saber isso? – ela perguntou me olhando.

- Me responda!

- Por que... Porque eu precisava de dinheiro. E todo o lugar que eu ia pedir emprego sempre me dizia não, e essa foi a única saída que eu achei. E eu não podia deixar meu... – ela disse com os olhos marejando e a voz falhando.

Como eu imaginei. Claro, ela só podia estar nessa por algum motivo. E não era um motivo bobo, se fosse eu na situação dela também faria isso.

- Deixar seu filho? – perguntei, ela me olhou no mesmo instante deixando algumas lágrimas rolarem por seu rosto. Era um choro sentido, um choro verdadeiro, um choro de mãe.

- Sim... Não podia deixá-lo passar necessidades, ele tem apenas dois anos.

- Eu entendo. Eu também tenho um filho e faria qualquer coisa pra ver ele bem. E sua família?

- Não tenho família aqui. Meus pais moram no Texas e não sabem nada do que eu faço aqui, aliás, não sabem nem da existência do meu filho. – ela disse limpando as lágrimas.

- E o pai? – perguntei.

- Ele sumiu quando soube que eu estava grávida.

- Ok... Vamos ver o que eu vou fazer! – passei a mão entre os cabelos enquanto Emily me olhava.

- Por favor, eu trabalho pra você na sua boate, faço o que quiser, mas eu preciso de dinheiro. Tenho que pagar a babá do meu filho, por favor... – ela suplicou.

- Fique calma, eu estou pensando. – disse e ela se calou.

Meu sentido maternal tinha que dar seu ar de graça agora. Claro, quando eu a vi senti logo que alguma coisa estava errada.

- Me diga uma coisa, Renan já te viu na boate? – perguntei.

- Não senhora, que eu saiba ele não andou em todas as boates ainda.

- Ótimo. Eu não vou te mandar para a minha boate para trabalhar de graça, mas você vai ter que fazer um serviço para mim. Ok? – perguntei e ela assentiu com a cabeça. – Se você fizer tudo o que eu mandar, nós duas sairemos ganhando e você não irá precisar se prostituir mais.

- Eu faço tudo o que a senhora mandar.

- Olhe que essa é uma chance para poucas, posso mesmo confiar em você Emily?

- Pode senhora, serei eternamente grata por isso.

Contei tudo para Emily, o que ela iria fazer e como iria fazer. Cait e Lilly não se agüentaram de curiosidade e entraram na sala. Quando contei para elas o que iria acontecer, elas piraram e me chamaram de louca, mas depois cederam. Eu sou humana, tenho sentimentos, sou mãe e isso fala mais alto, não poderia deixar Emily passar dificuldades com seu bebê. Imagine se fosse eu e meu pequeno Jason? Não gosto nem de pensar nessas coisas. Eu sei que ela não irá me desapontar.

(...)

Cheguei em casa por volta das nove e meia, o dia havia sido puxado hoje. Estava tão cansada que meu desejo era só banho e cama. Tudo calmo no andar de baixo, só Rose e as empregadas na cozinha, me direcionei até lá e fui tomar água.

- Jack, Jason já está dormindo? – perguntei.

- Está sim, ele brincou muito hoje.

Assenti com a cabeça e dei boa noite para elas. Fui até o quarto de Jason e dei um beijo nele, hoje só o vi dormindo, saí do quarto sem fazer barulho. Entrei no meu quarto e fui direto para o banheiro, Justin não estava, me despi e fiquei por um bom tempo debaixo do chuveiro, de banho tomado, vesti um baby doll e me joguei na cama ligando a TV. Procurei por algum noticiário e ri alto quando vi uma reportagem sobre uma boate que incendiou “misteriosamente”. Misteriosamente meus ovos, fui eu que mandei colocar fogo naquela porra. Estava tão interessante que deixei no noticiário mesmo, de acordo com a policial local, não havia nenhum suspeito, que burros. Revirei os olhos e continuei assistindo. A porta foi aberta, era Justin. Ele me olhou e foi direto para o banheiro. Ouvi o chuveiro sendo ligado, minutos depois ele sai do banheiro de toalha presa na cintura com alguns pingos de água deslizando sob seu corpo e com outra toalha enxugava seu cabelo.

- Já soube o que aconteceu com a sua carga. – ele disse me olhando.

- Pois é, soube o que aconteceu com a boate do Renan também? – disse dando risada. – Estão fazendo uma ótima reportagem sobre o incêndio.

Justin estranhou e olhou para a TV. Ele me olhou com uma cara desconfiada e dei risada.

- Foi você? – ele perguntou.

Dei de ombros e Justin riu.

- Renan vai afundar rapidinho, o mané não sabe comandar porra nenhuma.

- Foi o que eu disse para ele. E você? Por que não vai vestir uma roupa logo? – ele quase nu ali na minha frente estava me deixando impaciente e louca pra arrancar a toalha de seu corpo.

- Sei que você está apreciando muito bem a vista, não sei por que está reclamando. – ele disse sínico e aproximando-se da cama.

Mordi meus lábios analisando bem o seu corpo. Musculoso, tatuado, gostoso, tudo o que pedi a Deus. Justin segurou em meus pés e me puxou até seu encontro, bagunçando a cama toda. O xinguei enquanto ele debruçava em cima de mim, antes que ele fizesse isso, o empurrei, fazendo o mesmo cair do outro lado da cama, ele me olhou safado e rodeei minhas pernas em sua cintura sentando sobre seu membro, ele continuava de toalha e a elevação escondida por debaixo dela não me deixava racionar bem as coisas. Coloquei minhas mãos espalmadas abaixo de seu umbigo e fui subindo, sentindo sua pele úmida em meus dedos, chegando até sua nuca. Depois desci arranhando carinhosamente, vendo o mesmo se arrepiar. Abri sua toalha me dando a visão do paraíso, seu membro já estava bem animadinho, Justin segurou em minha cintura posicionando minha intimidade em cima de seu membro, eu ainda estava de baby doll e já sentia minha calcinha úmida, me debrucei sob seu corpo alcançando seus lábios e iniciando um beijo calmo, mas não deixava de ser quente. Com as mãos em meus quadris, Justin começou a fazer leves movimentos de vai e vem. Separei meus lábios de sua boca e direcionei para seu pescoço, dando leves beijos. Fiquei sentada sobre Justin, ele levantou-se comigo no colo e depois me deitou na cama, o observei nu, Justin foi rápido em arrancar o short do meu baby doll junto com a minha calcinha, ele jogou em qualquer lugar e veio para cima de mim. Ele abriu minhas pernas se pondo entre elas, senti ele forçar minha entrada o que me fez gemer, ele foi entrando lentamente em mim, suas mãos deslizaram em minha barriga até chegar em meus seios, onde ele apertou com força. Depois puxou a blusa do baby doll a jogando também. Prendi minhas pernas em sua cintura, enquanto Justin movimentava-se lentamente, me fazendo gemer loucamente.

Arranhei as costas de Justin e recebi um tapa forte na bunda. Justin me beijou e depois abocanhou meu seio, ele aumentou a velocidade de suas entocadas, mordi os lábios para não gemer. Não satisfeito com a minha atitude, ele mordeu o bico do meu seio puxando em seguida.

- Filho da... – resmunguei e gemi sentindo sua língua brincar com meu mamilo.

 Como se não bastasse tamanha tortura, os dedos habilidosos de Justin alcançaram meu clitóris me estimulando rapidamente, apertei os lençóis com força. Minhas pernas já começavam a ficar dormentes, choraminguei sentindo minha vagina mastigar o pau de Justin, ele mordeu os lábios, e em seguida gozamos juntos. Justin urrou dando mais algumas entocadas. Tirei minhas pernas da cintura de Justin apoiando na cama, elas estavam cansadas. Eu estou cansada. Justin segurou em minha nuca, e aproximou seu rosto do meu, me dando um beijo intenso e demorado. Ele saiu de cima de mim ficando em pé e estendeu a mão, segurei em sua mão me levantando e fomos tomar banho.



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AMO VOCÊS ♥

domingo, 25 de maio de 2014

Dangerous Life - Capítulo 60 - Honeymoon / The end

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O voo foi tranquilo, apesar do Justin ter tentado algo a mais, porém eu não estava com clima para sexo naquele momento. Jason dormiu a viagem toda, que demorou algumas horas. Logo já estávamos vagando pelas ruas de Stratford, a pequena cidade onde os avôs de Justin mora. Me surpreendi, aqui é tão calmo e Los Angeles tão movimentada. Se eu não tivesse a minha vida e milhares de coisas para resolver em Los Angeles, aqui seria um ótima opção para viver, tudo muito calmo, longe de toda preocupação. Meus pensamentos foram afastados quando Justin estacionou o carro em frente a uma grande a casa, aquelas que aparentam ter alguns anos de construção, mesmo assim não deixava de ser bonita. A mais bonita do bairro todo, era madrugada e o lesado do meu marido ia tocar a campainha, se fosse na minha casa nem que se fosse o Papá eu iria atender a essa hora. Mesmo assim, peguei Jason ainda dormindo nos braços e desci parando ao lado de Justin que pegou Jason. Logo a porta foi aberta e me deparei com dois sorrisos a minha frente.

- Querido, que bom que chegou estava ficando preocupada. - a senhora disse sorridente, dando um meio abraço no Justin porque o mesmo estava com Jason em seus braços.

- Oi vovó, como estão? Essa é a Mellanie, minha mulher. - Justin disse e eu sorri.

- Ahh, então essa é a famosa Mellanie. Como ela é linda filho, prazer me chamo Diana. - ela disse me dando um abraço caloroso naquele frio do Canadá.

- Eu famosa? - dei risada. - Isso é novidade para mim. Muito prazer Dona Diana. 

- Pode tirar esse Dona , aceito vovó. - ela disse e sorri.

- Eu me chamo Bruce. - disse o avô de Justin também muito sorridente.

- Prazer. - sorri e ele me abraçou.

- E esse dorminhoco, é o meu bisneto? - Bruce perguntou.

- Sim. - Justin respondeu olhando a feição de Jason enquanto dormia.

- Olhe querido, como ele parece com o nosso Justin quando pequeno. Tão lindo. - disse Diana encantada e sorri.

- Também acho, iguais. Fico feliz pela união, espero que não vacile com ela em Justin. - Bruce disse.

- Eu sei vô. - Justin respondeu.

- Como ele se chama? - Diana perguntou passando a mão nos cabelos do meu filho.

- Jason. - respondi.

- Belo nome. - ela sorriu. - Então Justin, coloque o Jason no seu antigo quarto, e escolha qualquer quarto para vocês, estamos nos retirando.

- Tá bom, vamos indo também. - Justin disse.

Os avôs de Justin foram subindo as escadas, e nós acompanhamos. Entramos no antigo quarto de Justin, era um quarto com aspecto de garoto rebelde mesmo, coloquei algumas almofadas ao redor de Jason para ele correr o risco de cair. Descemos novamente para pegar as malas , mesmo estando aqui , onde tudo é muito calmo Justin insistia que seguranças ficassem na nossa cola, a casa estava rodeada deles. Escolhemos o quarto mais próximo do quarto onde Jason estava, caso ele acordasse eu iria ouvir. Entramos e fui logo me livrando daquele vestido e dos saltos, peguei uma calça de moletom na mala e a vesti juntamente com uma blusa de manga. Tudo bem que aqui é lindo, mas poderia fazer menos frio. Justin tirou sua roupa e vestiu uma calça de moletom, indo deitar ao meu lado.

- O que está achando ? - Justin perguntou me olhando.

- Estou achando que não deveríamos vir incomodar seus avós. - respondi e Justin bufou.

- Está estressada porque está sem sexo há alguns dias ? - ele perguntou irônico me fazendo revirar os olhos.

- Deixa de ser idiota, não é nada disso. Só achei que nossa lua de Mel seria bem longe daqui.

- Está preocupada com a lua de Mel? Você reclama demais. Olhe por um lado, estamos seguros aqui.

- Em casa também estaríamos seguros e olhe por outro lado, teríamos privacidade. 

- Estamos tendo privacidade.

- Justin, eu não consigo transar sabendo que seus avós estão praticamente aqui do lado.

- Que conversa fiada. Você dá aonde eu quiser comer e ponto, não quero hoje por isso você tá com essas frescurinhas. - ele disse provocando.

- Você é um idiota! - reclamei dando as costas para ele.

- E você é uma tarada. - ele gargalhou.

- Vai tomar no cú e cala a boca. - disse estressada, ele só pode estar me levando a pagode.

Ele riu novamente e me virou para ele.

- Deixa disso, você vai ter a lua de Mel que merece. Agora dê um beijo de boa noite no seu marido. 

Revirei os olhos, como a pessoa consegue ser tão chata e sínica assim? Nem disse nada e ele foi logo atacando meus lábios, sua língua guerreava junto com a minha, e suas mãos faziam um carinho gostoso em meu corpo, levei minhas mãos até sua nuca acariciando, e puxando alguns fios de cabelo. Terminamos o beijo com alguns selinhos, Justin me puxou para seu peito, fiquei fazendo carinho em sua barriga e logo fui adormecendo, definitivamente sou fraca para viagens, o cansaço me pega rapidamente.

(...)

Justin passou o dia todo no celular, o que me deixou bastante curiosa, Jason foi mimado de todas as formas por Diana e Bruce, eles são uns amores, diferente da cobra da Pattie, ainda não consigo entender porque aquela mulher é revoltada com a vida daquele jeito. Ela só pode ter sérios problemas mentais. Estou simpatizando com Stratford, o único problema é esse frio. Não sou muito fã de clima assim, apesar de ter feito um solzinho meio dia. Lilly e Cait me ligaram pra saber como estava as coisas por aqui, e perguntei como estava tudo por lá. Combinamos que assim que eu voltasse iríamos dar continuidade com meus negócios, já que o Renan pisou na bola comigo. No relógio da cozinha marcava 4:16 da tarde, Diana preparava um lanche para nós, ela recusou ajuda então ficamos apenas conversando, e ela não poupou nas perguntas sobre como eu e Justin nos conhecemos, claro que eu contei tudo porque ela sabe o neto que tem, apesar dele ter essa carinha de anjo. Bruce estava no quintal brincando com o Jason, e Justin...bom ele vinha descendo as escadas agora.

- Mel, vamos sair. 

- Agora ? - perguntei.

- Sim.

- Mas o Jason está brincando com o Bruce. - disse.

- Ele vai ficar aqui. Se importa de cuidar dele vó? - Justin perguntou com aquela carinha de pidão, coisa que não funciona mais comigo, só as vezes.

- Claro que não querido, podem ir. O pequeno Jason não dá trabalho mesmo. - Diana disse sorridente.

- Ótimo, leve alguma roupa para você ou sei lá, só vamos voltar amanhã. - Justin disse.

- Tem certeza que o Jason tem que ficar ? - perguntei torcendo pra ele dizer não, vou sentir saudades do meu bebê.

- Mellanie, vai logo. - Justin disse.

Resmunguei baixinho e subi as escadas. Entrei no quarto, peguei uma maleta e coloquei algumas peças de roupas minhas e do Justin, ouvi ele gritar pra mim colocar biquíni, hum...então vamos para a praia? Nem sei se aqui tem praia. Arrumei tudo e fui tomar um banho rápido, coloquei uma roupa apresentável porque não tinha ideia para onde iríamos. 

- Pronto. - disse ao chegar na cozinha.

Bruce entrava com Jason nos braços. Conheço ele, e sua carinha não negava a fome.

- Mamãe. - ele estendeu os bracinhos, o peguei e dei um beijinho em sua bochecha. - To com...

- Com fome, eu sei. - disse e ele deu um risinho. 

- O que ele costuma comer à tarde ? - Diana perguntou.

- Ele come de tudo um pouco, um suco de laranja ou biscoitos. A tarde mesmo ele costuma dormir, dorme muito. 

- Justin era do mesmo jeito. - ela disse parecendo se lembrar e deu um sorriso. - Bom, aqui tem suco de laranja. 

- Ótimo, pode colocar em um copo que ele toma. 

- Papai , eu tava blincando de bola lá fola. - Jason disse apontando.

- Lá fola ? - Justin repetiu rindo e o pegando de meus braços.

- É papai, lá fola. - ele disse inocente e todos riram, Justin começou a fazer cócegas no pobre Jason que gargalhava alto.

(...)

Bem que eu quis levar Jason, mas não teve jeito. Justin não deixou. Saímos às 5:00 de casa, não tinha muita movimentação nas ruas, o que me deixava ainda mais encantada por Stratford, encarar o trânsito de Los Angeles sempre é estressante e aqui é tudo na santa paz. Não sabia para onde iríamos e também nem perguntei porque sei que Justin não iria me contar, depois de alguns minutos chegamos em um porto, havia muitos barcos e iates de diversos tamanhos e jeitos. Lembrei do que o Justin me deu, que pena que não tenho tempo para dar umas voltinhas nele. Descemos do carro, nem percebi mas estávamos sendo escoltados, fala sério. Justin pegou em minha mão e com a outra segurava a maleta, começamos a caminhar por uma ponte de madeira até chegar no final, onde havia um homem a nossa espera com chaves na mão.

- Estávamos a sua espera, senhor Bieber. - disse o homem cumprimentando Justin com um aperto de mão.

- Tudo em ordem? - Justin perguntou apontando para o iate a nossa frente, mal tinha reparado, mas era lindo.

- Claro senhor. Aqui as chaves. - entregou para Justin. - Bom passeio.

Justin assentiu com a cabeça, entramos no iate. Fui colocar a maleta no quarto que havia no iate, muito bem arrumado. Notei que estávamos nos distanciando do porto, avistei Justin na cabine , isso era uma coisa que eu nem sabia, Justin também sabe navegar. Agora é cem por cento de certeza, meu homem sabe fazer tudo mesmo. Fui até ele e fiquei o observando.

- Não sabia que você sabia pilotar iate. - disse.

- Você não sabe muitas coisas sobre mim, baby. - ele disse piscando o olho. - Está com fome ? 

- Não, sua avó me entupiu de comida. 

- Ok. 

Continuei o observando e em poucos minutos já estávamos longe de tudo e de todos. Saí da cabine e fui ver a paisagem lá fora, o dia estava terminando e a paisagem ficava incrível, o sol desaparecendo no horizonte em um tom alaranjado. Me encostei nas grades que tinha ali e fiquei olhando o dia terminar, nunca tinha parado pra prestar atenção nisso, mal sabia que estava perdendo uma coisa tão incrível assim. Los Angeles é tão caótica que você nem tem como assistir o pôr do sol. Senti Justin me abraçar por trás e colocar seu queixo em meu pescoço.  

- Gostou ? - ele sussurrou.

- Sim, é muito lindo. Olha como o sol vai sumindo Justin. - disse boba e ele riu.

- Sabia que você iria gostar, você é tão melosa. - ele disse debochado, dei um beliscão em seu braço. - Ai Mel ! 

- Shiu , vem vamos tirar uma foto, vou mandar para a Lilly e a Cait.

- Fala sério, não quero tirar foto.

- Mas eu quero. - disse pegando o celular e colocando na câmera, Justin resmungava. - Vai amorzinho, só uma foto.

Justin não é fã muito de fotos, mas pode ver no celular dele que tem várias fotos minhas, horríveis por sinal, porque ele sempre me pega desprevinida. Coloquei na câmera frontal, Justin fazia careta atrás de mim, mostrava o dedo e encondia-se, assim não tinha como sair uma foto que prestasse.

- Justin! Olha a palhaçada, vai logo.

- Só uma e pronto.

Assenti, ele ficou sério com a boca entre aberta e com uma feição de comedor. Puta que pariu. Mandei um beijinho para as meninas e bati a foto. Atrás tinha ficado uma paisagem incrível do sol desaparecendo. 

- Olha... - disse mostrando a foto para Justin. - Você ficou com uma cara de comedor. 

- E você acha que eu sou o quê meu bem ? - ele disse gabando-se.

- Ex- comedor. - o lembrei.

- Já mandou a foto ? Não viemos aqui para ficar tirando foto.

- Calma estressado. 

Enviei a foto para as meninas, elas iam pirar eu sei.

- Pronto.

- Ok, vem aqui. - ele disse pegando na minha mão e me arrastando para outra parte do iate.

Chegamos à uma parte onde eu nem tinha visto. Estava tão lindo que era difícil descrever o cenário, no chão havia um colchão enorme vermelho, com muitas almofadas com formatos de corações, havia luzes iluminando o local, algumas decorações que nem me importei em saber o que era realmente. Mas estava um clima romântico, e deixa  tudo gostoso com aquele silêncio no meio de tanta água e friozinho da noite chegando. Olhei perto do colchão e havia um balde com champanhe dentro, taças do lado, chantili e alguns morangos. Que delícia. Mordi os lábios e me virei para Justin.

- Sabia que iria gostar, como eu disse, você é muito melosa. - ele riu fraco.

- Justin....como sempre me surpreendendo. - disse e lhe dei um selinho.

Ele deu um sorriso preguiçoso e direcionou-se para o balde onde havia o champanhe o pegando e o abrindo, peguei as taças e ele despejou nas duas. 

- Vamos brindar. - disse.

- Brindar ao o quê? 

- A sua sorte. 

- A minha sorte?

- Sim, por ter uma mulher tão maravilhosa como eu. - disse me gabando, Justin riu.

- Por você ser tão gostosa e ser só minha. - ele disse mordendo os lábios.

Ri e brindamos. Levei a taça até a minha boca , o champanhe era delícioso. Justin aproximou-se de mim tomando a taça da minha mão e colocando-a do lado junto com a sua. Justin pousou suas mãos em minha cintura levando meu corpo de encontro ao seu, coloquei minhas mãos em seu pescoço fitando aqueles olhos e aquela boca carnuda. Ele sorriu sem mostrar os dentes e direcionou seus lábios para meu pescoço, depositando beijinhos de arrepiar, arfei enquanto ele beijava e apertava minha cintura me deixando desnorteada. Fiz carinho em sua nuca enquanto seus beijos iam subindo, passando pela minha garganta, mandíbula e finalmente meus lábios, onde inicíamos um beijo quente. Justin desceu suas mãos até minhas pernas dando impulso para eu subir, entrelacei minhas pernas em sua cintura e senti ele caminhar, agachando-se e me deitando naquele colchão cheio de almofadas sem partir o beijo. Justin ficou por cima de mim, suas mãos me apertava com precisão. Segurei em sua camisa e comecei a puxar para cima, passando minhas unhas de leve em seu abdome fazendo Justin se contorcer. Tirei sua blusa a jogando longe e desci minhas mãos para a sua calça, em um movimento rápido fiquei por cima de Justin sentando em cima do seu membro, o fitei mordendo os lábios e ele apertou minha bunda com força. Ele arrancou rapidamente minha blusa do meu corpo, a jogando em qualquer lugar também. Desabotoei sua calça e saí de cima dele, puxando a calça para baixo, tirei seus supras e por fim a calça. Ver sua boxe vermelha me acendeu mais do que eu já estava, mordi os lábios e fui para cima dele de novo, as mãos ágeis de Justin foram para o feiche do meu sutiã , o abrindo rapidamente. Logo meus seios estavam expostos naquele frio, e em segundos já estavam rígidos atraindo olhares maliciosos de Justin. Suas mãos foram rapidamente para meus seios, os apertando com força me fazendo gemer baixinho e rebolar devagar sobre meu membro. Ele sorria safado enquanto eu mordia os lábios, rapidamente Justin me colocou por baixo fitando meus olhos.

- Com amor? - ele perguntou.

- Com muito amor. - disse sorrindo, ele sorriu e selou meus lábios.

Separamos nossos lábios e Justin foi arrastando sua boca até meus seios, onde ele deu leves beijos quentes e molhados. Já me sentia no extremo, completamente molhada com aquelas pequenas carícias, e mal havíamos começado. Senti a lingua de Justin tocar a pontinha do meu mamilo o deixando completamente rígido, logo ele começou a rodeá-lo com a língua. Eu queria gritar, queria me mexer, isso é muito torturante, mas as mãos de Justin estavam em meus pulsos, os prendendo junto ao colchão. Em seguida Justin abocanhou meu seio, o sugando com força, prendi um gemido mas mesmo assim Justin o ouviu, dando um sorriso com o seio em sua boca. Ele passou a língua por todo meu seio, e voltou a dar mordidas , dessa vez ele prendeu o mamilo entre os dentes e o puxou devagar, gemi alto tentando desprender meus pulsos, mas Justin segurou com força. Depois ele fez a mesma coisa com meu outro seio, ele queria que eu gozasse apenas com aqueles toques, Justin mamava em meus seios , prendi meus lábios entre os dentes sentindo gozar, choraminguei praticamente.

- Você está tão sensível aos meus toques, amor. - Justin sussurrou com um sorriso safado. 

- Filho da mãe... - murmurei.

Ele riu e finalmente soltou meus pulsos, Justin foi descendo os lábios pela a minha barriga até chegar a barra da minha calcinha, ele segurou dos dois lados e foi puxando, ergui meus quadris e Justin a puxou por completo. Ele a jogou em qualquer lugar e segurou em minhas pernas, me deixando completamente aberta, Justin passou seus dedos em minha vagina molhada me fazendo erguer o corpo com tal contato. Ele riu e buscou o chantili que estava do lado, Justin foi passando dos meus seios até minha vagina, onde ele limpou tudo com a língua, sua feição era tão sexy que me deixava louca, quando chegou em minha vagina ele sugou com força o que me fez apertar as almofadas, xinguei Justin mentalmente por ele estar me torturando assim. Senti seus dedos tocarem meus lábios maiores os abrindo e colocando sua língua molhada alí, onde ele começou a fazer movimentos de vai e vem, dessa vez eu não conseguiria prender nenhum gemido. Gemia baixinho, sentindo Justin judiar de mim, suas mãos foram para minhas coxas as apertando e deixando só sua boca fazendo o trabalho. Sua língua era tão habilidosa quanto seus dedos quando me tocava, dava leves pinceladas em meu clítoris, e pequenas mordidas. Eu estava em chamas naquele frio da noite, e Justin me acendia cada vez mais. Como se não bastasse, Justin levou seus dedos até minha entrada, forçando. Colocou um, dois, três dedos me fazendo gemer alto em um vai e vem gostoso, de pedir por mais. E era isso que eu fazia, pedia por mais, para que não parasse tão cedo, para que matasse logo aquela minha vontade. Com três dedos ele me fodia, e com mais um ele alcançava meu clítoris o acariciando o deixando inchado, Eu não estava aguentando, e novamente gozei com a respiração falha. Justin tirou seus dedos de mim, os lambeu e colocou a boca em minha vagina, lambendo tudo. Vi que com a outra mão ele acariciava seu membro já bem notável em sua boxe, segurei na nuca de Justin e puxei seu rosto até um meu, onde iniciei um beijo provando meu próprio gosto, enquanto o beijo rolava desci minha mão por seu abdome sarado até chegar na boxe, onde tirei sua mão de lá e comecei a fazer meu trabalho. Coloquei minha mão por dentro onde encontrei seu membro já rígido, o apertei de leve, Justin reagiu ao meu toque, apertando minha cintura com força. O coloquei para fora onde comecei a fazer movimentos de vai e vem, da base até a cabecinha. Separamos nossos lábios por falta de ar, Justin colocou seu rosto em meu pescoço, dando beijo e mordidas. Sentia sua respiração falha e pesada, sorri por ver que meu bebê estava louquinho pra sentir minha boca em seu pau.

Empurrei Justin, ele ficou deitado entre as almofadas e fui para cima dele, fiquei de joelhos e segurei em seu membro, molhei os lábios e passei a língua em toda a extensão do seu membro, em seguida colocando só a cabecinha em minha boca, passei minha língua devagar e Justin se contorceu. Coloquei seu membro todo em minha boca e fui chupando lentamente, a parte que não dava eu continuava masturbando, meus movimentos eram rápidos ouvindo murmúrios de Justin. Meu olhar estava fixo ao seu, sua boca entre aberta gemendo e sussurrando coisas sujas me deixava louca, louca pra ser fodida rapidamente por ele. Apressei logo as coisas, e o chupava rapidamente, tirei minha boca de seu pau e chupei suas bolas, senti suas veias engrossarem, coloquei seu pau novamente em minha boca e o masturbei, em segundos senti líquido quente em minha boca, engoli tudo e limpei direitinho. Justin urrou alto, o que me fez sorrir. Subi nele, sentando precisamente em cima de seu pau, alcancei seus lábios iniciando um beijo quente, suas mãos estavam em minha bunda roçando minha vagina em seu pau, gemia entre o beijo sentindo aquele contato gostoso, Justin segurou em minha bunda me levantando um pouco e posicionou seu pau em minha entrada, fui sentando devagar, sentindo seu pau deslizar lentamente para dentro de mim. Separei nossos lábios e mantive meu olhar fixo ao de Justin, rebolei devagar e depois comecei a quicar, tudo muito devagar e torturante. Me apoiei em seu peito enquanto subia e descia, claro que ele me ajudava com os movimentos, mas na maioria das vezes suas mãos paravam em minha bunda, a apertando. Recebi alguns tapas, alguns não, vários que deixavam a marca de seus dedos na minha bunda. Já estava cansada daquela posição, saí de cima de Justin. Fiquei de lado e Justin ficou atrás de mim, ele ergueu minha perna e me penetrou novamente, sua mão firme segurava minha perna para que não atrapalhasse em nada e a outra apertava meu seio com força, mordi meus lábios com tamanha excitação. Eu estava cansada, dois orgasmos e mais um eu estava ficaria destruída, zero energia. E Justin investia em suas entocadas indo mais fundo procurando por isso, ele queria me ver satisfeita, minhas pernas começavam a ficar bambas, e uma onda elétrica passar por todo o meu corpo, eu me contorcia toda segurando na mão de Justin que apertava meu seio. Em segundos gozei pela terceira vez, gemi alto com a respiração falha, meu peito subia e descia procurando por ar. Justin não parou até conseguir seu orgasmo, o que não demorou. Ele urrou atrás de mim e depois afundou seu rosto em meu pescoço dando leves beijos, virei meu rosto para beijá-lo. Das incontáveis transas que já tivemos, essa poderia ser classificada em uma das melhoras. Reclamei tanto e tive uma lua de mel deliciosa, não importa onde estamos, importa com quem estamos. E estando com o Justin, até no inferno seria bom.

- Ainda vai reclamar da lua de Mel? - Justin perguntou debochado.

- Cala a boca. - dei risada. - Vamos entrar. - me levantei e Justin ficou me olhando com as mãos atrás da cabeça. - O que foi? 

- Nada, é que por esse ângulo você fica deslumbrante. 

- O que te deu esses dias? Anda me elogiando demais. - disse estranhando.

- Nada, mas já que isso está te incomodando....vamos logo então vadia. - ele disse levantando-se com a cara emburrada.

Dei risada e olhei para seu corpo. Como meu homem é tão gostoso assim? Não aguento isso.

- Deveria disfarçar pelo menos. - ele disse dando um sorriso sacana.

- Disfarce você primeiro e depois conversamos. - disse e passei em sua frente.

- Não dá pra disfarçar com essa bunda gostosa rebolando na minha frente. - ele disse e senti ele me erguer feito um saco de batatas, dei um grito por causa do susto.

- JUSTIN! ME COLOCA NO CHÃO AGORA, FILHO DA MÃE. - gritei e ele somente ria.

Fomos para o quarto, e ele me jogou na cama. Tão confortável quanto o colchão. 

- Estou com fome. - Justin reclamou.

- Não posso fazer nada. - dei de ombros me levantando e caminhando até o banheiro.

- Claro que pode, aqui tem uma cozinha sabia ? E como obrigação de esposa você tem que fazer comida para mim. - ele disse entrando no banheiro também, arqueei as sobrancelhas.

- Além de ser comida por você, tem que fazer comida para você? - perguntei e Justin gargalhou.

- Exatamente querida, então vá logo. - ele disse mandão.

- Sua empregada é outra, me deixa tomar banho.

- Meu amor, você vai me deixar com fome? - Justin perguntou me encurralando na parede e encostando seu membro em minha barriga, eu sou baixa para ele.

- Que droga, eu odeio suas chantagens. - reclamei o empurrando para longe de mim e ligando o chuveiro.

Justin riu. Ele sabe que eu não resisto a seus charminhos. Tomei um banho rápido porque Justin ficava reclamando de fome, deixei ele no chuveiro e fui vestir uma calcinha e uma blusa do Justin, fui até a cozinha e vi algumas coisas. O sacana havia preparado tudo, até para mim cozinhar para ele. Resolvi fazer macarronada, rápido e prático. Ouvi Justin falar no celular, esses filhos da puta perturbam toda hora, se fosse eu Justin estava reclamando, nem disse nada e fiquei cuidando da macarronada, ouvi a voz de Justin se aproximar e logo ele estava atrás de mim, me abraçando enquanto falava no celular. Sua voz era calma, mas sobretudo, firme e com superioridade.

- Desliza essa porra, Justin. - disse.

Ele deu risada.

- Você ouviu cara, a mulher tá estressada, depois nos falamos, falow. - ele desligou.

- Quem era? 

- Chris. 

- O que ele queria? 

- Só avisar sobre alguns carregamentos, enfim, o que está fazendo?

- Macarronada.

- Hum, isso é bom. - ele sorriu e beijou meu pescoço. - Vou me vestir.

Nem havia reparado, ele estava só de toalha. A bunda do Justin é tão gostosa. Depois fomos comer a macarronada, até que não tinha ficado tão ruim, Justin repetiu duas vezes, eu queria ligar para Diana para saber como Jason estava, mas Justin não deixou. Ficamos conversando besteira enquanto nos beijávamos. Ele ficou fazendo carinho em mim até eu ficar completamente sonolenta e dormir.

(...)

Acordei sendo mimada por Justin. Isso é novidade para mim. Porque quase sempre ele acorda com um mal humor do caralho, e só sobra para mim. Preparei o café da manhã para nós, hoje o sol estava agradável então fomos tomar café la fora mesmo, conversamos sobre nosso futuro e o de Jason, planos para nossos negócios entre outras coisas. 

- Você está feliz? - Justin perguntou.

- Porque não estaria? - perguntei.

- Não sei, quero saber isso de você. 

- Sim, eu estou feliz Justin.

- Fico feliz por isso, nunca pensei que poderia fazer uma mulher feliz. 

- Sei bem como você era. Um cachorro com todas que comia.

- Eu continuo sendo um cachorro. - ele riu. - Só que sou seu cachorro. 

- Eu gostei de ouvir isso. - ri e o selei. - Eu te amo tanto, bebê.

- Eu te amo mais do que você possa imaginar. - ele disse sorrindo e me dando um beijo calmo.

E com essas palavras, tive cem por cento de certeza que Justin é o homem da minha vida. Que daria minha vida por ele, assim como ele daria a sua pela a minha. Que o nosso amor seja eterno, para sempre. E se o pra sempre não existir, a gente inventa. Eu o amo e meu amor por Justin nunca irá mudar independente do que acontecer. 

Eu prometo. 


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The end - Primeira temporada 


Até a próxima temporada de Dangerous Life, não percam.
Amo muito todas <3