Fanfics - Justin Bieber

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Dangerous Life - Capítulo Extra

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O pior mês da minha vida.

Ele tirou o que tinha de mais puro em mim, a minha inocência.

Eu estava com nojo de mim mesma. Nojo do meu corpo por ele ter tocado de forma tão insana. Por ter me tocado como se eu fosse uma dessas prostitutas baratas que se encontra em qualquer esquina. Ele tirou a minha inocência e não teria mais volta. Um sentimento que mal conhecia, tinha acabado de se despertar dentro de mim, o puro ódio. Estava odiando Justin Bieber mais do que tudo no mundo. Como ele pôde fazer isso comigo? Eu sou só uma menina.

Só uma menina assustada com medo do monstro que tinha acabado de me violentar. Sentada no chão do banheiro, só minhas lágrimas eram minha companhia. Não conseguia entender porque tantas coisas ruins aconteciam comigo. Fazia pouco tempo que havia perdido minha mãe, depois comecei a passar a morar com o Hugo, que para mim nunca foi meu pai. E agora, fui vendida para um traficantizinho de merda e me fez sua puta! Porque, Deus?

Do banheiro, eu não ouvia nenhum barulho se quer vindo do quarto. Depois de desidratar de tanto chorar, me apoiei no vaso sanitário criando forças para me levantar daquele chão gélido. Gemi sentindo meu corpo inteiro doer, minha intimidade latejava, tudo em mim dói. Aqui dentro é o lugar onde está mais machucado. Me olhei no espelho, vendo as marcas que ele havia deixado em meu corpo.

- O que você fez comigo? – sussurrei com a voz embargada, passando os dedos nas manchas roxas em meu pescoço.

Eu estava completamente assanhada, parecia que eu tinha acabado de sair de uma briga. O que eu vou fazer da minha vida agora? Acho que tomar banho seria um bom começo. Liguei o registro do chuveiro colocando na água quente, peguei um sabonete e passei em meu corpo com uma ducha. Passava com tanta força em minha pele que chegava a arder. Eu estava com nojo de mim e queria me livrar disso. Mas não adiantou muito, apenas deixou minha pele mais avermelhada do que já estava. Fiquei debaixo do chuveiro por longos minutos chorando.

(...)

Eu estava morrendo de fome, e não sabia se podia ou não sair daquele quarto. Desde o ocorrido, não tinha visto mais o monstro e isso me deixava aliviada. O que eu faço? Ok, eu nunca obedeci o Hugo, não vai ser esse traficante inútil que vai fazer mudar alguma coisa. Me levantei da cama com dificuldade, aliás, eu ainda estava dolorida. Girei a maçaneta e me animei, a porta não estava trancada. Comecei a andar por aquele extenso corredor, olhei tudo admirada. Aqui era realmente grande e com coisas exageradas. Esses quadros devem valer uma fortuna. Cheguei até a escada e comecei a descer lentamente, talvez a porta lá em baixo estivesse aberta e eu poderia me mandar daqui, porém ouvi vozes vindas da sala. A minha intenção era só ir comer alguma coisa, mas notaram a minha presença após descer o último degrau da escada.

- Quem é ela? – perguntou um garoto de pele branca e cabelos pretos.

- O novo brinquedinho do Bieber. – disse o que me ajudou com o ferimento no braço. Ryan? Isso Ryan.

- O que está fazendo aqui? – ouvi sua voz fria e senti um arrepio correr pelo meu corpo.

Era o monstro, Justin Bieber.

Fiquei calada, nem as palavras queriam sair da minha boca.

- Ficou surda, vadiazinha? Que eu lembre não te dei permissão para circular em minha casa! – ele disse rude.

- Eu sinto fome, caso não saiba! – respondi o mais firme possível.

- Wow, que gata arisca! – comentou o mesmo garoto que perguntou quem eu era.

- Essa vadia é arisca mesmo. – Ryan disse e o olhei brava.

Quem ele pensa que é pra me chamar de vadia?

- Vadia é a sua mãe. – disse.

- Como é? – Ryan esbravejou bravo pronto para levantar-se e partir para cima de cima.

- Calma ai, Butler! – disse Justin. – Garota, vai matar a porra da sua fome e vaza daqui. – ele disse rude.

Não disse nada, encarei ele e seus amigos idiotas à minha frente e girei os calcanhares pronta para sumir dali.

- Que puta folgada! – ouvi um deles falar.

- Nada que uma boa foda não resolva. – Justin comentou e eles gargalharam.

- Malditos! – resmunguei com nojo.

Cheguei à cozinha e uma das empregadas veio me oferecer comida. Comi o tanto que pude e por uma vez no dia me senti feliz. Comer é algo que me deixa realmente feliz. Quando terminei, passei pela sala e eles não estavam mais lá. Subi as escadas, andei pelo extenso corredor e na porta do quarto do Justin estavam as minhas coisas. Se não queria elas ai, porque mandou colocá-las ai? Estúpido! Peguei minhas malas as arrastando e abri a primeira porta que eu vi, era um quarto de hóspedes, onde passei a me instalar.

(...)

Uma semana havia se passado e eu dava graças a Deus todos os dias, por ele não ter vindo me procurar. Eu passava o dia todo enfurnada no quarto, assistindo TV. Eu só queria sair daqui, só isso. Já passavam-se das dez da noite, e eu já estava de baby doll pronta para dormir. Mas uma gritaria no corredor chamou minha atenção, eu reconhecia aquela voz. Era o Justin. Ele gritava com todos. Acho que alguém aqui não teve uma noite boa.

- LEVA AQUELA VADIA PARA O MEU QUARTO! AGORA! – o ouvi gritar.

Que vadia? Em instantes a porta do quarto foi aberta, era um dos seguranças. E eu tive a convicção que a vadia que ele se referia era eu, quando o segurança começou a me arrastar para fora do quarto.

- Me solta! – relutei puxando meu braço.

Já podia imaginar que não iria adiantar de nada. Ele me arrastou até a porta do quarto do Justin, bateu duas vezes e o ouvi berrar mandando entrar.

- Aqui está, senhor! – o segurança disse amedrontado.

Como ele poderia sentir medo de um moleque desse? Rolei meus olhos e Justin estava naquela maldita cadeira, onde ele abusou de mim naquela maldita noite.

- Saia! – ele ordenou para o segurança.

Ele praticamente me jogou e saiu fechando a porta. O seu pesadelo começa agora, Mellanie.

- Tá esperando o quê? Vamos, comece tirando suas roupas. – Justin disse rude.

- Eu não vou tirar. – disse decidida.

Eu não deixaria tocar em mim, de novo não.

- O que disse? Eu devo estar surdo. – ele disse levantando-se e olhando friamente para mim.

- VOCÊ NÃO VAI TOCAR EM MIM! – gritei e corri em direção à porta.

- VOLTA AQUI SUA PUTA! – ele gritou vindo atrás de mim.

Só Jesus sabe como eu abri aquela porta, comecei a correr no corredor e Justin correndo atrás de mim. Consegui chegar até em frente ao quarto que eu estava, porém fui impedida de entrar. Justin tinha conseguido me alcançar e sua mão segurava com força meus cabelos, senti meu coro cabeludo arder.

- Você acha mesmo que vai conseguir escapar de mim? Sua ninfeta do caralho! – ele berrou puxando meus cabelos com mais força.

- ME SOLTA! – me debati e ele saiu me puxando pelos cabelos até chegar ao seu quarto.

Eu queria chorar, mais as lágrimas se recusavam a descer.

- Parece que você não aprende né? Mas eu vou te ensinar direitinho. – ele disse me jogando em cima da cama.

Dei a volta na cama me mantendo o mais longe possível dele. Justin começou a se despir na minha frente, minha respiração estava acelerada por causa da adrenalina. Minha cabeça doía pelos puxões que ele deu, maldito seja Justin Bieber. Somente de cueca, ele aproximou-se de mim enquanto eu andava para trás, até sentir a parede em minhas costas. Deus tenha piedade de mim.

- Não tem como escapar de mim, vadia! – ele disse me encurralando na parede.

- Vai para o inferno. – disse pausadamente encarando seus olhos. Eles estavam escuros.

Só senti a ardência em meu rosto, ele tinha acabado de dá um tapa em meu rosto. Eu sei que para o meu bem, eu deveria ficar quieta. Mas era do meu gênio não ficar, comecei a distribuir socos em seu peito tentando empurrá-lo para longe de mim.

- Para porra! – ele disse extremamente irritado, agachou-se e me pegou pelo tronco do corpo, me jogando na cama e ficando em cima de mim. – Vai apanhar enquanto eu te como, para você aprender qual é o seu lugar. Puta mal criada! – mais outro tapa em meu rosto.

- Não! – esbravejei tentando empurrá-lo de cima de mim.

- FICA QUIETA, CARALHO! – ele gritou e rasgou meu baby doll de cima a baixo.

Fiquei de somente de calcinha, Bieber segurou meus pulsos acima da minha cabeça com uma mão só, e com a outra apertou meu seio esquerdo com força.

- Nãaaao! Me solta! – supliquei, meus olhos estavam ardendo indicando que minhas lágrimas estavam vindo.

- Depois que eu te comer, eu te solto. – ele riu diabólico e senti minhas lágrimas escorrendo em minha face.

Justin abocanhou meu seio e mordeu com força, gemi de dor. Ele estava sendo muito cruel comigo, eu não sentia porcaria de prazer nenhum, apenas dor. Justin estava amando me fazer sofrer, ele estava excitado com a minha dor. Meus seios estavam doloridos, ele chupava e mordia com uma força desnecessária, eu só conseguia chorar.

- Para de chorar, porra! – ele disse irritado apertando meu maxilar com força.

Eu o olhava com a visão embaçada e não conseguia entender porque ele estava fazendo isso comigo. Deve ter milhões de putas a mercê dele, e ele vinha justamente me fazer sofrer. Justin me olhava com ódio, parecia que o seu maior inimigo estava na cama com ele. O que eu fiz?

- Empina essa bunda gostosa para mim. – ele mandou saindo de cima de mim.

- Por favor, não... – supliquei.

- Eu não tenho a noite inteira. Vamos logo! – ele ordenou tirando sua cueca.

Ele já estava rígido. Como ele poderia se excitar com o meu sofrimento? É um monstro.

- Não faz isso comigo, por favor... – pedi novamente.

- Eu não quero ouvir suas lamentações, só quero foder você, entendeu? – ele me puxou pelo braço, me fazendo sentar a força.

Continuei a chorar e em troca ganhei outro tapa no rosto que me fez deitar na cama.

- JÁ MANDEI PARAR COM ESSE CHORO, VOCÊ NÃO APANHOU AINDA PARA ESSE CHORO DESNECESSÁRIOI! – ele gritou.

Como não tinha apanhado? Ele acha pouco. Eu não conseguia cessar o choro. Justin me fez virar a força e fiquei deitada de bruços. Por fim, Bieber rasgou minha calcinha e segurou em minha bunda, seus dedos apertavam com força minha pele. Gritei alto quando senti ele entrar com força em mim, apertei a colcha da cama com força enquanto meu choro era abafado pela mesma. Justin me penetrava com tanta força que sentia minha intimidade doer, ele não estava me proporcionando nenhum prazer, somente a dor. Quando pensei que não era o bastante, ele começou a distribuir tapas em minha bunda, me fazendo ir à frente e voltar. Só sentia a ardência depois. Além de o quarto ser ocupado pelo meu choro, conseguia ouvir seus urros de prazer, confirmando mais uma vez, que meu sofrimento era motivo de sua excitação.

- Geme sua puta, geme! – ele mandou dando outro tapa em minha bunda.

Gritei novamente. Ele estava me machucando tanto por dentro como por fora, como queria que eu gemesse de prazer? Minha garganta ardia devido meu choro sair em meio à gritos. Justin puxou meu cabelo com força e ele foi mais rápido, seu corpo batia com força no meu fazendo um barulho. Senti algo escorrer em minhas pernas, ele tinha gozado. Justin saiu de mim e me virou com força, me jogou como se eu fosse uma boneca na cama.

- Eu não sou tão ruim assim, vou satisfazer você. – ele disse com um sorriso nos lábios.
Só tem o rosto bonitinho, mas é o próprio demônio.

- Não me bate mais, por favor, não me bate... – supliquei novamente o olhando.

Ele não disse nada e abriu minhas pernas sem delicadeza nenhuma. É um bruto mesmo. Bieber enfiou um de seus dedos em mim, em seguida mais outra. Senti sua respiração perto da minha intimidade, e meu corpo se arrepiou. Traidor! Ele beijou acima da minha intimidade, depois foi descendo mais onde senti sua língua em meu clitóris, onde começou a fazer movimentos circulares. Seus dedos, que anteriormente estavam parados dentro de mim, foram ganhando movimento. Eu estava me odiando por meu corpo estar correspondendo à suas carícias, eu estremecia a cada vez que sua língua friccionava meu clitóris. Mellanie, se controle. Mordi meus lábios com força, eu não iria gemer para ele. Não mesmo. Logo senti meu corpo ficar fraco, minha respiração acelerou de forma descompassada, uma corrente elétrica passava por todo o meu corpo, mordi minha boca com tanta força repreendendo os gemidos que senti sangrar. Preferia sangrar a ver seu sorriso de deboche, como se tivesse conseguido o que queria. Mas pelo menos isso de mim ele não iria ter. Não iria ter meus gemidos de prazer, não mais! Gozei em sua boca e ele fez questão de limpar tudo.

- Você não vai repreender seus gemidos por muito tempo. – ele riu debochado levantando-se.

- Já mandei você ir para o inferno. – disse me sentando.
Justin aproximou-se de mim segurando em meu maxilar.

- Se continuar com essas provocações, eu não vou ser tão bonzinho como fui dessa vez. – ele disse calmo me olhando fixamente.

Ele aproximou seu rosto do meu, colando nossos lábios. Senti sua língua pedir permissão para entrar em minha boca, mais continuei com os lábios cerrados. Ele apertou meu maxilar com força e sua língua adentrou em minha boca. Eu juro por Deus que não queria retribuir seu beijo. Mas Justin Bieber tem um grande defeito/qualidade, e era beijar bem. Senti seu sorriso quando ele percebeu que eu estava retribuindo seu beijo. Sentia meus lábios arder por ter mordido com tanta força. Você é realmente muito burra, Mellanie. Cai em sã consciência e o empurrei para longe de mim.

- Fica fazendo cu doce, mas sabe que não resiste a mim. – ele disse debochado indo para o banheiro.

- Filho da puta! – murmurei.

Justin voltou com uma toalha e jogou em mim.

- Some daqui! – ele disse.

O encarei com ódio, envolvi a toalha em meu corpo, já que ele tinha destruído meu baby doll e me levantei.

- Eu odeio você! – disse caminhando até a porta.

- E eu nem quero que me ame. – ele disse rude.

Bati a porta com força e fui chorando em direção ao quarto que eu estava. Pelo visto, será muitos dias assim.

(...)

Mais uma semana havia passado, e eu preferia a morte a isso. Justin me usava como se eu fosse um objeto qualquer, e no final do ato sempre me expulsava do seu quarto. E eu nem queria ficar lá, mas seu jeito de me tratar como se fosse uma merda, me deixava com mais ódio dele. A porcaria dessa mansão era vigiada 24 horas por dia, as chances de sair daqui eram mínimas, mas não nulas. Pelo menos, eu podia sair do quarto e ir andar pelo jardim, mas isso não fazia me sentir melhor, apenas amenizava. Estava sentada no jardim, como todas as tardes pensando na merda que a minha vida tinha se tornado. Eu ainda acredito que a morte seja melhor. Olhei entediada para a piscina vazia, me deu uma vontade enorme de me jogar naquela água. Me levantei sacudindo as gramas da minha roupa e entrei na mansão. Não tinha ninguém aqui, além de mim, as empregadas e os seguranças. Fui para o “meu” quarto, procurei um biquíni em minhas coisas, tinha que ter um. Encontrei e o vesti, coloquei a roupa que eu estava antes e desci, indo para a piscina. Olhei para um lado e para o outro, não vi ninguém, então fiquei só de biquíni e me joguei na piscina.

Passei longos minutos naquela piscina deliciosa, de alguma forma me senti relaxada. Já sentindo que ia ficar toda enrugada por passar tanto tempo na piscina, fui até as escadinhas e subi.

- Olha o que temos aqui! – ouvi uma voz atrás de mim, e o susto foi imediato.

- Puta que pariu. – exclamei dando de cara com o Ryan.

Esse idiota sempre me dava sustos. Se eu tivesse problema no coração, já teria batido as botas faz é tempo.

- O que está fazendo aqui? – ele perguntou me olhando de cima a baixo descaradamente.

- Não é da sua conta. – disse.

- Ryan, o que... – Justin apareceu e calou-se notando a minha presença.

Senti seu olhar queimar em meu corpo, se Ryan foi descarado em me secar, Justin foi dez vezes mais. Atrás dele estavam seus dois amigos, o Christian e o Chaz. Eles também me olhavam, qual o problema desses idiotas?

- O que está fazendo aqui? – Justin perguntou rude.

- Foi o que eu perguntei. – Ryan disse dando de ombros.

- Não é óbvio? Estava na piscina. – foi a minha vez de dar de ombros.

- A vadia é gostosa. – ouvi Chaz dizer.

Justin olhou para ele com cara de poucos amigos.

- Vocês tão olhando o quê? – ele perguntou arrogante aos seus amigos.

- Estamos admirando a vista. – Chris respondeu mordendo os lábios.

Revirei os olhos e cruzei os braços em frente ao peito.

- Não tem nada para admirar. Circulando bando de desocupados. – Justin disse sério.

- Qual é Bieber? Já sabemos que a vadia é sua. – Ryan disse.

- Já falei que vadia é a sua mãe. – disse encarando as minhas unhas.

- Você, cala a boca... – Justin apontou para mim. – E vocês... – apontou para os meninos. – Circulem!

Os garotos saíram resmungando, me deixando com o Justin.

- Não me lembro de ter deixado você circular nua pela a minha casa. – ele disse me olhando.

- Eu estou de biquíni. – disse simples.

- Chama isso de biquíni? – ele perguntou irônico olhando para o meu corpo.

- Pode ser chamado de traje de banho também. – disse irônica.

Justin riu debochado.

- Sobe logo, e se eu te ver de novo de biquíni por aqui, você vai apanhar, entendeu? – ele me ameaçou.

- Eu só estava usando a piscina, que saco! – bati o pé emburrada.

Não podia fazer nada nessa droga de mansão que ele reclamava.

- Eu não mandei você usá-la. – ele disse arrogante.

Bufei pegando minhas roupas na cadeira de sol.

- Vai à merda! – mandei e saí pisando forte.

- Volta aqui Mellanie! – ele disse vindo atrás de mim,

Atraí alguns olhares dos seguranças enquanto passava pelo jardim.

- Estão olhando o quê, seus imbecis? – ouvi Justin esbravejar atrás de mim.

Ele conseguiu me alcançar, puxou meu braço com força fazendo meu corpo colidir com o seu.

- Ficou louca falando comigo desse jeito, porra? Quer que eu te lembre quem manda aqui? – perguntei arrogante me olhando nos olhos.

Já estava pronta para mandá-lo tomar naquele lugar, porém Justin colou sua boca na minha rapidamente. Ele imprensou meu corpo contra o seu, me fazendo sentir sua ereção. Uma mão estava em minha cintura e a outra na minha nuca aprofundando o beijo. Eu nunca conseguia entende-lo, uma hora ele sentia ódio de mim, outra hora me beijava. Ele é um psicopata, só pode. Encerrei o beijo me afastando dele.

- Eu tenho nojo de você! – disse já esperando um tapa na cara, porém Justin riu mais debochado do que nunca.

- Não é o que parece quando corresponde aos meus beijos. – ele disse.

(...)

Terceira semana nesse inferno. Fui salva pelo gongo essa semana, nunca fiquei tão feliz por minha menstruação ter chegado, porém Justin não dispensou que eu fizesse sexo oral nele. Poderia muito bem morder o pau dele, idiota. Nove horas da noite e estava um barulho infernal lá em baixo, Bieber junto com os garotos estavam dando uma festa. Pelo o que eu ouvi, eles estavam comemorando o roubo de uma carga de armas. Criminosos são tão ridículos. Olhei para a TV entediada e me lembrei do que Justin disse, era algo sobre eu não descer. Ri me levantando da cama, até parece que eu ia perder uma festaça. Saí do quarto, passei pelo corredor vendo alguns casais se pegar. Eca! Desci as escadas e o ambiente era deplorável, parecia um cabaré. Passou um garçom por mim e peguei logo um drink. Justin não precisa saber que eu estou aqui. Me sentei em um sofá e fiquei observando as pessoas dançarem no meio da pista. Estavam bem animadas até. Um ser atrapalhou a minha visão, olhei para cima e encarei um homem totalmente desconhecido por mim.

- Você está atrapalhando a minha visão. – disse alto para que ele ouvisse.

- O que faz aqui sozinha? – ele me perguntou agachando-se do meu lado.

Ele é surdo, por acaso?

- Acho que isso não é da sua conta. – respondi me levantando e ele levantou-se também, segurando no meu braço.

- Bieber sempre contrata as melhores putas para suas festas. – ele disse malicioso.

- Me solta, seu imbecil. – disse e mordi sua mão, ele me soltou e me meti no meio das pessoas.

- Volta aqui, vadia! – ouvi ele gritar atrás de mim.

Só o que me faltava. Comecei a andar no meio das pessoas, as empurrando. Só queria fugir daquele homem. Me colidi com um corpo, me fazendo ir para trás. Levantei o olhar e vi Justin, oh merda.

- O que faz aqui? – ele perguntou rude.

- Achei você! – disse o homem atrás de mim.

Me encolhi no peito de Justin, foi automático. Justin olhou para o homem e depois para mim, confuso.

- Bieber, suas vadias estão cada vez mais ousadas. Acredita que essa dai me mordeu? Eu vou fodê-la tanto que ela vai se arrepender. – disse o homem com raiva.

Olhei para Justin, pronta para pedi-lo que não deixasse aquele homem tocar em mim. Vi sua feição mudar em instantes, seus olhos escureceram e ele fechou os punhos.

- Como disse? – Justin o perguntou.

- Me vende essa vadia por quanto? – o homem perguntou.

Justin me empurrou e só vi ele socar o homem, que foi logo de encontro ao chão. Logo uma rodinha se formou em torno dos dois, Justin socava o homem sem parar, ele estava transbordando ódio. Ele só parou quando Ryan e Chaz o tiraram de cima do sujeito.

- Ela não está á venda, filho da puta! – Justin disse em tom e bom som e cuspiu em cima do homem.

Fiquei chocada. O que foi isso?

- E você? Suba agora! – Justin mandou olhando para mim.

Pela primeira vez, fiz que o ele mandou sem relutar. Não queria que ninguém mais me confundisse com uma vadia e fizesse algo comigo. Fui para o meu quarto e me soquei lá dentro.

(...)

Hoje faz um mês que estou nessa maldita mansão. Todos os dias peço a Deus que Justin enjoe de mim e me mande embora. Juro que eu ficaria feliz. A mansão hoje estava agitada, Justin não estava aqui, porém os seguranças iam e vinham pra lá e pra cá com armas na mão. Terminei de almoçar e fiquei observando aquela movimentação. O que será que está acontecendo? Observei lá fora e o portão estava aberto. Será uma miragem? Eu precisava fazer alguma coisa para distrair esses seguranças idiotas.

- Tudo limpo? – um segurança perguntou ao outro.

- Aparentemente sim. O alarme era falso. – o outro respondeu.

Então tem gente querendo entrar na mansão do Bieber? Que merda me, eu só queria sair. Queria me ver livre desse maldito. Vamos Mellanie, pense em alguma coisa.

- Garota! – ouvi falarem comigo me dando um susto, era um dos seguranças. – O que faz aqui?

- É que... – essa é uma ótima hora para pensar. – Eu estava andando no corredor, e vi alguém entrar no escritório do Justin. – disse colocando minha melhor feição de medo.

- Tem certeza? – ele perguntou.

- Sim, eu tenho. – respondi.

- HOMENS! SUSPEITA LÁ EM CIMA. – ele berrou e logo todos os seguranças adentraram a casa.

Olhei bem ao meu redor e não havia nenhum. Caminhei desconfiada indo para o portão, só tinha o porteiro. Como eles são burros. Ele acionou algum botão e o portão estava se fechando. Que droga. Comecei a correr como nunca corri na minha vida, juro que pensei que iria de cara no portão, mais consegui passar por uma fresta e ouvi o porteiro gritar alguma coisa. Continuei correndo pelas ruas, corri até não senti mais minhas pernas. Olhei para trás e ninguém atrás de mim, graças a Deus. Parei em um ponto de ónibus e peguei o primeiro que eu vi, paguei com um dinheiro que peguei em cima da mesa da cozinha. Me sentei no banco respirando fundo sentindo a adrenalina ainda correr por meu corpo. Nem acredito que estava livre, finalmente.


Olhando para as ruas, fiz uma promessa a mim mesma que Justin Bieber me pagaria por tudo que me fez. Era questão de honra agora. Eu queria vingança! 


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Um pouquinho de DL para matarmos essa saudade :(

Esse capítulo corresponde ao mês que a Mellanie ficou na mansão do Justin, logo no inicio. Deram essa ideia nos comentários e achei interessante.

O que acharam? Me falem e não deixem de comentar.

Amo vocêssss! <3

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

The Apprentice - Third chapter

43 comentários | |




- Que? – perguntei me engasgando com a palavra.

- Kate, não me deixe esperando... – ele disse.

Mordi meus lábios, apreensiva. Oh Deus, tudo o que eu tinha aprendido no convento estava indo buraco a baixo. Bem que a madre alertou que homens quando querem, podem ser o maior dos pecados. E tinha um pecado bem a minha frente. Não tinha mais volta mesmo, meu hímen já tinha sido rompido e agora já não faria tanta diferença assim. 

Encarei Justin a minha frente e respirei fundo. Vamos Kate, tenha atitude! Coloquei minhas mãos em seus ombros, fui descendo alisando por seus braços e Justin me olhava atento. Meus dedos deslizavam em suas tatuagens, eu as adoro. Ele parece mais maduro com elas. Cheguei até a barra da sua camisa e fui a levantando, revelando sua cueca que já estava amostra e seu belo físico. Para um garoto de dezenove anos, Justin já tinha um corpo e tanto. Finalmente me livrei de sua blusa e a coloquei em cima da cama. Justin rodeou seus braços em minha cintura e em instantes eu estava deitada em sua cama, soltei um gritinho por causa do susto.

- Ai Justin! Eu estava fazendo direitinho. – disse fazendo bico.

Justin gargalhou mostrando aquela fileira de dentes perfeitamente alinhados. Que sorriso!

- Minha calça está apertada demais, Kate. Não dá pra esperar, no segundo round eu deixo você ficar no comando. – ele disse mordendo os lábios e levantou-se.

- Que segundo round? – perguntei.

Íamos transar ou lutar? Como sou boba.

- Adoro essa sua inocência. – ele respondeu tirando sua calça.

Olhei atenta para todo o seu corpo. Olhei descaradamente para seu membro que já era bem visível marcado pela boxer e corei notando que Justin me olhava.

- Gosta do que vê? – ele me perguntou e mordi os lábios.

Escondi o rosto com as mãos me negando a responder, ouvi o som maravilhoso de sua risada e logo senti seu peso sob mim.

- Me responda! – ele disse e senti sua ereção encostar-se a minha barriga.

Dei risada e ele puxou minhas mãos do meu rosto. Devo estar que nem um camarão.

- Linda! – ele sussurrou dando beijinhos em meu rosto.

Olhei para seus lábios e estavam bem chamativos. Segurei em sua nuca e acabei com a distância dos nossos lábios. Justin correspondeu meu beijo de muito bom grado, ele pegou em uma das minhas mãos e a colocou sob seu abdômen, senti seus gominhos em meus dedos. Logo ele foi descendo mais minha mão, passando pela barra da sua boxer e finalmente, em seu membro. Justin estava bem rígido e quente, meu Deus!

- Me acaricie. – Justin sussurrou separando nossos lábios.

Fiz o que ele pediu, comecei a acaricia-lo sob o pano fino da boxer. Tão quente! Senti seus lábios em meu pescoço e fechei os olhos, me deliciando daquela sensação. Era tão bom e continuava sendo nova para mim. Justin começou a puxar minha blusa, não hesitei e deixei que ele a tirasse. Eu estava tomada pelo desejo e meu corpo não me obedecia. Aliás, ele costuma não me obedecer quando Justin me toca. Ele a jogou em qualquer lugar e encarou meus seios, em seguida lambendo os lábios.

- Iria adorar cair de boca em seus seios, Kate. Mas deixaremos isso para depois ok? – ele sussurrou extremamente sexy e só consegui assentir com a cabeça.

Depois Justin começou a desabotoar meu short, ele foi abrindo o zíper com os olhos vidrados em mim. Ele puxou o short para baixo e arqueei um pouco o bumbum para que ele o tirasse de vez. Justin levantou-se, jogou meu short e caminhou até uma gaveta, pegou algo lá dentro e depois fui distinguir que era um preservativo.

- Odeio ter que usar isso com você, porém você não está tomando anticoncepcionais. – ele me disse.

- Você quer que eu tome? – o perguntei.

- Se você quiser... Será melhor para nós dois. – ele disse e rasgou a embalagem com os dentes. – Levante! – ele mandou.

Me arrastei na cama e me levantei. Pela milésima vez só naquela noite me senti envergonhada com o olhar de Justin sob o meu corpo.

- Você tem parar com essas coisas. – disse.

- O quê? – ele perguntou tirando seu olhar do meu corpo e me olhou nos olhos.

- Ficar me olhando assim. – respondi e ele riu.

- Não me peça para fazer algo que sou incapaz de fazer. – ele disse. – Tira minha boxer.

Ri fraco, me aproximei de Justin e segurei na barra da sua cueca. A puxei para baixo logo revelando seu pênis. Olhei para Justin que sorriu malicioso e fez um sinal com a cabeça para que eu continuasse. Podia ser ingênua, mas nem tanto. Sei muito bem o que ele estava querendo. Segurei em seu pênis e pareceu que o ar parou de circular em meus pulmões, eu estava nervosa. Caramba!

- Lembre-se do que eu te ensinei, baby. – ele disse me olhando.

Lembrei-me que Justin segurou na minha mão e fez movimentos para cima e para baixo, sequenciados naquela noite. Então foi isso que eu comecei a fazer. Justin é grande, céus! Lembrei-me também que eu sabia onde era seu ponto fraco, talvez devesse me aproveitar. Senhor, eu sou uma pervertida! Fiquei até na pontinha do pé para conseguir alcançar seu pescoço, Justin já estava de olhos fechados desde o momento que eu tinha colocado minhas mãos em seu pênis. Colei meus lábios em seu pescoço e senti sua pele se arrepiar. Opa, ponto para mim.

Justin Bieber’s POV

Quando disse naquela noite que Kate seria minha eterna aprendiz, eu não estava mentindo. Ela seria sim, e eu iria ensiná-la tudo sobre sexo. Eu sentia uma necessidade enorme de foder com ela. Justin, aquiete sua mente. Ela é só uma menina e mal conhece as coisas da vida. Eu queria mesmo me ouvir, mas eu não conseguia controlar meus atos. Quando ela subiu para meu quarto, eu subi também com a intenção de darmos continuidade a nossas “aulas”. Eu precisava disso. Ela me encantava justamente por causa disso, de não saber o que fazer na hora do sexo. E eu estava amando ensiná-la.

Sua mão pequena fechada em meu pau e seus lábios macios em meu pescoço, só aumentava a minha vontade de jogá-la na minha cama e fodê-la de todas as posições possíveis. Mas eu não poderia fazer isso, pelo menos não agora. Ela é iniciante apenas, não aguentaria foder comigo as posições que já tenho em mente. Adoraria chupar seus seios maravilhosos, mas não aguentaria preliminares, queria urgentemente entrar nela e ouvir seus gemidos tímidos. É encantadora! Já sentia meu pau latejar com seus movimentos repetitivos, porém não queria liberar minha porra agora.

- Kate! – a chamei abrindo os olhos. – Coloque a camisinha.

Disse entregando o pacote para ela.

- Eu não sei como colocar. – ela sorriu fraco.

Essa inocência me deixa louco.

- Não tem segredos. Tire e coloque a camisinha na cabecinha, baby. – disse a olhando.

Kate fez o que eu mandei.

- Agora só empurre! – continuei e logo a camisinha juntamente com sua pequena mão foi deslizando em meu pau, até chegar à base.

Sem dúvidas, ela iria tirar nota máxima em todas as aulas. Ela sorriu orgulhosa do que tinha acabado de fazer e foi impossível não sorrir junto. Sério que ela estava orgulhosa por ter colocado uma camisinha? Aproximei nossos corpos e colei nossos lábios, detestava a distância entre eles. Alcancei o feixe do seu sutiã e libertei aquelas delicinhas, joguei em qualquer lugar no meu quarto e senti seus bicos duros encostar-se a meu peito. Desci minhas mãos por seu corpo escultural alcançando sua calcinha, comecei a abaixá-la, separei nossos lábios e fui abaixando também dando beijos em sua barriga. E finalmente quando a tirei, joguei, e depositei um selinho acima da sua vagina, ela estremeceu.

- Deite-se e abra bem as pernas para mim. – mandei.

Kate deitou-se e me olhou envergonhada. Sabia que essa seria sua reação. Ri fraco, acariciei meu pau e caminhei até a cama. Segurei em seus calcanhares e os abri lentamente, posicionando suas pernas do jeito que eu queria. Olhei para o meio de suas pernas e Kate estava molhadinha, pronta para me receber. Lambi meus lábios e fiquei entre suas pernas.

- Se doer, me avise. – disse e ela assentiu com a cabeça, vi seu peito subir e descer.

Depois que tirei a virgindade de Kate, tive mais interesse no assunto e fui pesquisar algumas coisas na internet. Era fato que a primeira vez doía muito, mas não sabia que depois ainda poderia doer. De acordo com o que li, na segunda e/ou terceira transa, ainda pode doer ou sangrar. Então tinha que me controlar para não ir rápido com a Kate, apesar de sentir uma vontade louca de fodê-la com força. Controlei meu peso em cima dela e posicionei meu pau em sua entrada, Kate me olhava intensamente. Caitlin e Kate têm olhos verdes fascinantes que hipnotizam qualquer um. Movi meu quadril para frente, entrando devagar, olhei para Kate e ela estava de olhos fechados com o lábio inferior preso nos dentes. Fechei meus olhos tentando me concentrar, era difícil manter o controle com ela. Senti Kate apertar meus bíceps enquanto me enterrava lentamente.

- Está doendo. – ouvi ela dizer em um sussurro.

- Relaxe Kate, vai já passar. – a acalmei.

Quanto mais eu entrava, mais sentia cravar suas unhas em minha pele. Entrei por completo e Kate gemeu rouca.

- Não vai doer por muito tempo. – disse e alcancei seus lábios.

Ela retribuiu o beijo, a beijei por alguns minutinhos para que ela se acostumasse comigo. Não querendo me gabar, mas já me gabando, meu amigo faz estragos quando quer, ou melhor, quando eu quero.

- Continue. – Kate pediu separando nossos lábios.

Fiz o que ela pediu e comecei a mover meu quadril para trás, saindo dela. Em seguida, entrando de novo. Respirei fundo, não era nada fácil para eu manter essa lentidão. Sempre fodo as coleguinhas de faculdade ou alguma vadia de festas, com força! Elas pedem por isso. Fiz isso mais algumas vezes, e depois parecia que o incomodo tinha ido embora. Kate agora gemia deliciosamente ao pé do meu ouvido, enquanto eu me enterrava fundo nela. Sua pele quente e apertada em volta do meu pau, era delicioso. Segurei em suas coxas com força e aumentei um pouco a velocidade. Olhei para Kate e ela mantinha os olhos fechados com força, a boca entre aberta, gemendo meu nome. Eu estava no céu.

- Geme gostoso, geme! – mandei e abocanhei seu seio.

O chupei com força e senti Kate se contorcer debaixo de mim.

- Justin... – ela gemeu baixinho.

Meu nome saindo de seus lábios era música para meus ouvidos. A penetrei fundo, com força e Kate soltou um grito.

- Te machuquei? – perguntei a olhando.

- Não pare. – ela disse e sorri, isso era um ótimo incentivo.

- Não reclame depois. – a alertei.

Segurei em sua cintura com força e mandei ver. Kate gemia sem parar e eu não estava diferente. Não conseguia me conter. Ia rapidamente em busca de me saciar.

- Ai meu Deus... – ouvi Kate murmurar arqueando as costas.

Ela iria gozar. Apertei seus seios com força e senti suas unhas deslizar em minhas costas. Amanhã estaria com belos arranhões espalhados pelo meu corpo. Kate segurou em minha nuca e beijou meus lábios com urgência, retribui de muito bom gosto, ela gemeu contra meus lábios e senti sua vagina se contrair envolta do meu pau, que delicia! Ela havia gozado e eu também não demoraria, já sentia aquela sensação já bem conhecida por mim invadir meu corpo, dei mais algumas entocadas e liberei minha porra na camisinha. Urrei sentindo espasmos de prazer, olhei para Kate e ela tentava se recompor, assim como eu.

- Então, transar não é melhor do que dormir? – a perguntei e ela riu.

Kate Beadles’s POV

Será que no céu é tão bom quanto isso? Kate, olhe as coisas que você está pensando. Justin levantou-se e caminhou em direção ao banheiro. Não deixei de olhar sua bunda. Que bunda enorme, meu Deus. Quase deixei a baba cair.

- Precisamos de um banho. Vem! – Justin disse da porta do banheiro.

- Eu concordo! – respondi e me levantei preguiçosa. – Vai ficar ai me olhando?

- Claro. Acha que estou aqui na porta por quê? – ele perguntou cínico e dei risada.

Caminhei até ele morrendo de vergonha. Justin conseguia ser tão descarado que não desgrudava seus olhos do meu corpo. O caminho até ele parecia ser uma eternidade. Cheguei até ele e Justin grudou nossos corpos.

- Adoro ver essas bochechas vermelhas. Então acostume-se com isso. – ele disse me olhando e sorri.

- Isso não se faz, Justin! – fiz bico e ele o mordeu.

Em seguida, iniciamos um beijo demorado.

(...)

Acordei com um ser me sacudindo. Especificando, era a Caitlin.

- Acorda preguiçosa! – ela disse puxando a coberta.

- Já acordei. – resmunguei coçando os olhos.

- Caramba! Faz um tempão que eu to te chamando. – ela disse.  – Então, o que aconteceu aqui ontem em? – perguntou maliciosa.

- Aconteceu nada ué. – menti dando de ombros.

- E porque suas roupas estão jogadas pelo quarto do Justin e você está com uma blusa dele? – ela perguntou semi fechando os olhos.

- Não dá pra esconder nada de você. – disse.

- Até dá, mas se vocês deixam as roupas jogadas por ai né. – ela disse e dei risada.

Ela tinha razão. E eu era uma péssima mentirosa.

- Você já sabe o que aconteceu, Caitlin. – disse envergonhada.

- Vocês são uns safados! Nos deixam assistindo filme e vem fazer safadeza. – ela disse jogando uma almofada em mim e dei risada.

- Eu juro que vinha dormir, mas o Justin apareceu e... – comecei a falar.

- Ok! Sem detalhes, por favor. – ela disse rindo. – Sabia que vocês iam se pegar. E pelo o que eu vi, a foda foi boa, Justin nunca amanhece de bom humor e agora está lá em baixo zoando com os garotos.

Escondi meu rosto com um travesseiro e dei risada.

- Pelo amor de Deus, Caitlin... – disse e ouvi sua risada.

- Vamos, se arruma que a sua mãe já me ligou.

- Estava demorando... – resmunguei e me levantei catando minhas roupas.

(...)

Desci com a Caitlin e mais uma vez sentia vergonha de olhar para Justin. Queria saber quando isso ia parar. Isso acontecia involuntariamente. Ouvi as risadas dos garotos vindo da cozinha, caminhamos até lá e pude ver a tia Pattie. Fui logo abraçá-la.

- Kate querida, como você está linda! – ele me elogiou e sorri.

- Olha quem fala. – respondi e ela devolveu o sorriso.

- Está com fome? – ela perguntou e assenti. – Sente-se com os garotos.

Só tinha uma cadeira vaga e era do lado do Justin. Me sentei e desejei bom dia à todos. Os garotos tagarelavam sem parar e riam enquanto comiam.

- Dormiu bem? – Justin sussurrou para mim e assenti com a cabeça.

Tomamos café e depois tivemos que ir embora. Minha mãe me ligou várias vezes, caramba! Caitlin me deixou em casa e para variar, não encontrei ninguém. Meus pais, às vezes trabalhavam até nos sábados, que chatice. Fui para o meu quarto e me joguei na cama. Fiquei encarando o teto e uns pensamentos estranhos vieram à tona.

Meu Deus, transei de novo com o meu amigo. Nós somos amigos de fraldas e agora estamos nos pegando por ai. Não quero estragar nossa amizade. Porém, não vou negar o quanto é bom estar com ele e todas as sensações novas que ele me proporciona. Sei que é errado e vou para o inferno, mas já estava ansiosa para a próxima “aula” com o Justin. Me assustei com um barulhinho do meu celular, o peguei e vi que era uma mensagem do WhatsApp. Meus amigos me convenceram a baixar várias redes sociais, coisa que no convento jamais poderia ter.

Justin Hair Flip lhe enviou uma imagem.

O melhor era o nome do Justin no meu contato. Estranhei e abri a conversa. Era uma foto das costas do Justin e estavam bem marcadas de unha. Aliás, minhas unhas. Comecei a rir feito uma louca, não tinha ninguém mesmo em casa.

Meu Deus! Me desculpa. – Kate

Minha mãe perguntou se eu andei brigando com os gatos. – Justin

HAHAHAHA! Caramba. – Kate

Disse que foi com uma gata. – Justin

Gargalhei de novo e mandei muitos emojis rindo.

Não me importo com os arranhões, desde que eu te satisfaça. – Justin

Até por aqui ele quer me deixar envergonhada? E conseguiu. Mesmo ele não estando aqui, senti minhas bochechas corarem.

Que vergonha, Justin! – Kate

Depois ficamos conversando coisas aleatórias, como bons amigos. O bom era que Justin me tratava normal e eu ficava feliz com isso, por nossa amizade não mudar. 


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Continua?
Obrigada por todos os comentários!

Oi amores! Tudo bom?
Deixa eu confessar para vocês que estou adorando escrever essa mini-fic (sim, ela não irá se estender tanto.)

Quem aí está com saudade de DL? \O/\O/\O/\O/
Eu ainda não sei quando a terceira temporada irá começar :(

Ah, antes que eu esqueça, postei essa fic lá no Social, se quiser me amar por lá, pode ir, é só favoritar e comenta para eu saber que você leu. E ainda podemos ser amiguinhas, olha que legaaaal! 
Aqui o link (Clica)

Amo vocês, até logo <3